Professores Titulares

O movimento de luta dos professores nos últimos anos tem sido algo absolutamente fantástico mas, nem por isso, o governo parece aprender.
Vejamos o site da Direcção Geral dos Recursos Humanos da Educação: DGRHE
Vamos passar à frente aquela ideia que boa parte dos tugas continua a ter sobre os professores – aquela dos 3 meses de férias. Estão todos de acordo que pelo menos em Agosto temos direito a férias, certo?
Pois bem, em pleno dia 17 do oitavo mês o Ministério informa as escolas e os professores de que podem iniciar o processo de candidatura a Professor Titular.
Os menos atentos certamente deverão lembrar-se de que esta trapalhada da divisão da carreira tem sido uma das bandeiras da luta dos professores e isso acontece fundamentalmente por dois motivos:
– é uma divisão desnecessária e injustificável à luz das actividades escolares – na nossa profissão só há uma função do primeiro ao último dia: dar aulas. Logo, não se justifica qualquer divisão.
– a forma como decorreu o primeiro concurso foi um absurdo, permitindo injustiças já reconhecidas pela Ministra.

Dito isto, o ME tenta agora lançar uma OPA sobre os professores.

socrates

É importante gritar bem alto a todos os possíveis candidatos (15 anos de serviço): isto é pouco mais do que uma mentira, porque entre poder concorrer e entrar vai uma distância maior do que a do BENFICA vir a ser campeão. Em nenhum lado o ME se atreverá a lançar vagas REAIS antes das eleições – avança apenas com um processo burocrático procurando comprar o nosso voto nas eleições que se seguem.
Eu por mim farei assim:
1- hoje reclamo, amanhã votarei.
2- Subscrevo a sugestão do Paulo Guinote – vamos todos apresentar candidatura e vamos desta vez, SIM, tentar provar como isto é absolutamente impossível de implementar.
Vamos a isso!

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