Visitas a escolas em Agosto

Que diabo levará a Ministra a trocar o sol e as praias pelas escolas? Nunca vi uma Ministra a visitar tantas escolas em Agosto… Será para não se encontrar com alunos ou com Professores?

ANO DE CRISE 2

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E VÃO MAIS 50 MIHÕES, SÓ PARA OS MAIORES
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Pensando bem, é uma verdadeira vergonha.
Não há dinheiro, não há emprego, a economia está de rastos, as empresas falem todos os dias, e gasta-se dinheiro desta maneira.
Estamos em ano de eleições e os partidos que nos querem governar, seja a nível nacional, seja a nível regional ou autárquico, precisarão de fazer as suas campanhas, de modo a convencer-nos das suas razões, mas será preciso gastar tanto?.
As pessoas que nos ficarão a governar, em todos os níveis, são tantas, mas tantas que mais parece que não sobra mais ninguém para ser governado. E vai ser preciso pagar a essa gente toda, durante quatro anos.
Dias atrás, escrevi aqui, sobre os gastos nas eleições Legislativas deste ano.
Já na altura, os valores anunciados pelos partidos, para os custos dessas eleições me deixaram arrepiado. Agora vimos a saber que nas eleições Autárquicas, os mesmos partidos se vão dar ao luxo de gastar, em conjunto, mais de sessenta e cinco milhões de euros. É uma perfeita e completa enormidade. Diria até, uma obscenidade.
Será que esta gentinha não vê que estamos em anos de crise e que o dinheiro faz muita falta para fazer subir a economia, para criação de empresas e emprego, para matar a fome aos mais carenciados e por aí fora numa quantidade enorme de situações necessitadas de auxilio?
E nós queremos votar em gente assim? Que não nos liga nenhuma? Que só olha para o umbigo próprio? Que só se importa com o tacho que irão conseguir apanhar?
Será que saberemos escolher bem, e separar o trigo do joio, na hora de votar? Saberemos ver quem se conteve nos gastos e quem não olhou a meios para obter os fins ansiados?
Falta pouco para saber.
Qualquer dia só haverá mandantes no meu País, e não tendo ninguém em quem mandar, vão viver em eterna campanha e pré-campanha e pós-campanha eleitoral, virados para dentro de si mesmos. Nessa altura, cada um se irá governando a si mesmo, e todos viveremos felizes e contentes.
Será que não estará na hora de se modificarem as regras, encolhendo prazos, encolhendo o número de pessoas a eleger, alterando as leis?

(In O Primeiro de Janeiro, 27-08-2009, pag. 2, Opinião)

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(In

Sporting…

chuveiro

A ARTE (6)

A ARTE (6)

Os materiais em si são inertes. Mas ganham vida ao mais pequeno movimento. A cor, a textura, as formas mais simples, os sinais, podem adquirir, ao mais pequeno domínio, uma expressividade independente. Toda a gente sabe que a criação não depende só dos materiais mas da forma como se usam, a qual decorre das capacidades artísticas do autor e da sua cultura e sensibilidade, bem como das circunstâncias e do estado psicológico da sociedade em que se insere.
A realidade exerce o seu fascínio e é, como vimos atrás, uma pedra fundamental na criação da obra de Arte. Presunçoso seria lançar sobre ela um anátema. Não se deve procurar excluí-la mas mantê-la dentro das suas proporções e do seu papel. Até porque a realidade nunca está na pintura, ela encontra-se sempre na mente do observador. Se fosse possível isolar numa obra de Arte apenas a realidade que os olhos mostram, ela seria muito pobre. A par da realidade, a pintura existe com as suas leis próprias. Uma superfície sobre a qual está disposta a matéria pictórica, composta de linhas e cores reunidas de determinada forma dentro de uma consistência visível, mas para além da qual há todo um mundo psicológico, todo um universo de emoções, sentimentos e harmonias, dos quais essas linhas e cores são o sinal perceptível. Mesmo nas expressões mais figurativas, o nosso pensamento deve ser capaz de transpor a vidraça do realismo que cobre o quadro, a fim de não nos impedir de penetrar na sua essência, se existir, claro! Não sou ingénuo ao ponto de considerar que tudo é Arte, como dizem alguns. Por estas e outras razões, considero salutar que, sempre que possível, a obra de Arte não tenha título. (Continua).

                   (adão cruz)

(adão cruz)

TODOS À PROCURA DO RASTO DAS PATACAS

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FREEPORT, AINDA E SEMPRE
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Com um bocadinho de jeito, lá se irá conseguir que nada aconteça antes do caso prescrever.
Agora, andam todos atrasados na conclusão do processo, por via da procura da meia dúzia de tostões que parece que desapareceram.
O que se diz por aí, é que havia dinheiro, depois deixou de haver porque alguém ficou com ele. Alguém ou “alguéns”, que nestas coisas nunca é um sozinho.
A investigação já dura há cinco anos e tem sete arguidos. Provavelmente não convirá a muita gentinha que o desfecho ocorra antes das eleições, e assim andam por aí às voltas, num jogo de “descubra onde está”. Quente, quente, mais quente, … frio, frio, muito frio… e assim se vão entretendo, em jogos palacianos.
O que convinha mesmo é que abrissem mais um ou dois inquéritos, e talvez acabe mesmo por prescrever.
Os contactos entre a polícia Portuguesa e a polícia Britânica são frequentes, mas inconclusivos, parece.
O rasto do dinheiro já está frio, e quando assim acontece, não há nada a fazer. Procura-se até debaixo das pedras da calçada, para justificar o salário e esperar que tudo acabe em bem.

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CARTA ABERTA A BARACK OBAMA (6)

CARTA ABERTA A BARACK OBAMA (6)

Segundo Fidel, “a poderosa extrema-direita odeia Obama por ser negro, por isso boicota tudo o que ele faz, mesmo que o presidente americano não pretenda mudar o sistema capitalista. Nasceu, se educou, fez política e teve êxito dentro do sistema capitalista imperial de Estados Unidos. Não desejava nem podia mudar o sistema. O curioso é que, apesar de tudo isso, a extrema-direita o odeia por ser afro-americano e combate o que ele faz para melhorar a imagem deteriorada desse país. Não tenho a menor dúvida de que a direita racista fará de tudo para desgastá-lo, obstaculizando seu programa para tirá-lo do jogo de um modo ou de outro, ao menor custo político possível. Tomara que eu esteja equivocado!”,

Onde está, afinal, o terrorismo? O de dentro e o de fora? O de fora e o de dentro? Irmãos gémeos sempre paridos do ventre da extrema-direita.

Na desesperada luta de resistência por qualquer meio e a qualquer preço, contra a ocupação, a usurpação, a humilhação, o massacre e o genocídio, ou na brutalidade de um poderoso exército e seus tentáculos altamente destruidores que tudo arrasam, incluindo escolas, ambulâncias e hospitais, despedaçando crianças, fria e calculadamente? São os próprios soldados israelitas a confirmá-lo. Como é possível que os filhos do holocausto, cujos pais foram cruelmente assassinados e barbaramente torturados pelos nazis, admitam um poder militar que em tudo se está a comportar como os torcionários das SS? Como é possível o povo americano e o povo israelita suportarem como seus comandantes, cruéis matadores de gente e carniceiros primários, obcecados por massacres, criminosos de guerra tão maus ou piores do que os dos campos de concentração? Afinal, onde está o TPI?

Caro Presidente Obama, não deixe de respeitar os que, por si e pelo mundo, verteram essa lágrima de alegria. (continua).

                       (adão cruz)

(adão cruz)

POEMAS DO LUSCO-FUSCO

Deixa-me sozinho no meu barco

à entrada do mar

na manhã fria do teu corpo…

o sol ainda pode chegar

e aquecer um verso para o teu poema.

                              (adão cruz)

(adão cruz)

QUADRA DO DIA

Todo o loureiro aprende

Exemplo que vem de cima

Ai meu rico S. João

Não sei como isto rima.

PARA QUE NÃO HAJA DÚVIDAS

Sou absolutamente independente e não pertenço a qualquer partido. Sou dependente, isso sim, da minha razão e do meu pensamento, duas coisinhas em que estou profundamente treinado e traquejado. E procurei sempre, em toda a minha vida, limpar bem os óculos. E mais, tenho um enorme respeito por quem sabe mais do que eu, e um grande prazer quando reconheço que tem algo para me ensinar.

COITADOS DOS ESPANHÓIS

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TANTA GENTE A VIVER MAL
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Imaginem que em Espanha, há mais de 60% de assalariados a viver com menos de mil e cem euros por mês (13.200 euros anuais/12 meses – 15.400 euros/14 meses).
Coitadinhos, se calhar temos de os ajudar com alguma coisinha.
Os pobres têm um salário mínimo de 625 euros (7.500 euros anuais/12 meses – 8.750 euros/14 meses), uma vergonha nesta Europa a vinte e sete.
Espanha é um dos países com salários mais baixos.
Eu, se fosse a eles, revoltava-me. Não há direito.

Será que eles querem o ainda nosso Primeiro para os governar?
Por solidariedade para com eles, até nem me importava que ele fosse para lá. Assim como assim, seria mais um emigrante Português com sucesso no estrangeiro. E eles ficavam todos satisfeitos. Em pouco mais de cinco anos, o homem punha o País deles direitinho como um fuso.
Melhor, podemos exportá-lo? A preço de custo? Sem encargos aduaneiros ou outros? Até, sem IVA?
Podemos, por favor?

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Santarém, Capital do Gótico (V)

primeira parte e explicação do «bodo aos pobres» aqui)

As Invasões Bárbaras e a lenda de Santa Iria

No ano de 460, Scallabis é conquistada por Suenerico e passa a integrar o reino visigótico da Península Ibérica. Datam dessa época informações vagas e superficiais relativas a uma certa fidelidade que alguns, em Scallabis, tentaram manter em relação a Roma; e outros dados que nos dão conta de uma relativa independência que os poderes locais tentaram manter em relação aos bárbaros.
Santarém, nesta altura, seria constituída pela cidadela fortificada, pelo planalto, pelo bairro de Alfange e pelo de Seiserigo. A cidadela fortificada era o centro militar de Santarém, ponto de grande importância geo-estratégica em tempos que tinham voltado a ser conturbados e pouco pacíficos. O planalto era o centro urbano, com o antigo fórum, as praças e os novos templos cristãos. A zona ribeirinha, por seu lado, ganhava um novo impulso com a chegada de novos mercadores de origem síria-judaica.
Fora a partir do séc. III que o Império Romano começara a desmoronar-se, com a progressiva emancipação das suas províncias, que queriam a independência. Mas foi com as Invasões Bárbaras do séc. V que acabou definitivamente. Estas invasões tiveram várias causas: crescimento demográfico, busca de riquezas, modificações climáticas. No fundo, os Bárbaros viram-se obrigados a invadir Roma por uma questão de sobrevivência.
O êxito das Invasões Bárbaras alterou de forma significativa, pois, o mapa político da Europa do séc. V. Com os suevos e os visigodos, vão ser lançadas as bases de um mundo novo, o mundo medieval. Começa a desenhar-se uma nova organização social e política do território, e no domínio religioso, a ascensão do cristianismo como religião oficial, dominadora, monopolizadora das consciências.
A acção dos germânicos foi importantíssima para o futuro de Portugal. Pode dizer-se que começou aqui a nação portuguesa. Apesar de rudes e habituados à arte da guerra, depressa os suevos e os visigodos fizeram amizade entre a população local e rapidamente passaram a dedicar-se e a preocupar-se com o trabalho nos campos.
Importante o contributo suevo e visigótico, igualmente, a nível religioso, com a fundação das primitivas paróquias e o lançamento das bases da Igreja Católica medieval. Aliás, só depois da conversão dos suevos nos aparecem dados pormenorizados sobre a organização eclesiástica de Portugal.
E é aqui que podemos integrar a lenda de Santa Iria, que trouxe um importante contributo para a evangelização da Península Ibérica e que, através da evolução fonética, viria a dar o nome a Santarém. Uma lenda cujas informaçõres remontam à Idade Média e que está relacionada com a região onde o drama se desenvolveu e com o clima de cruzada que se viveu posteriormente.
Iria ou Irene era uma bela jovem, bonita virtuosa e rica, natural de Nabância, que alguns autores fizeram corresponder a Tomar durante muito tempo. Na realidade, ao contrário do que sempre se pensou desde o século XV, Nabância nunca existiu, pelo menos da forma que se pensava.
Iria morava com as tias maternas num convento de freiras junto ao rio Nabão. Numa ocasião festiva dedicada a S. Pedro, o filho do governador da cidade, Britaldo, apaixonou-se por ela e tudo fez para cativar o seu coração, mas Iria decidira dedicar a sua vida a Cristo.
Como não conseguiu os seus intentos, mandou matar a jovem rapariga. Assim aconteceu, no dia 20 de Outubro de 653, tendo sido o seu cadáver lançado ao rio Nabão, acabando por chegar a Santarém, onde foi construído um túmulo em sua homenagem. Foi canonizada pela Igreja Católica como Virgem Mártir. Por cima do pego em que deitaram o seu cadáver ao rio, guarda-se a sua imagem, num nicho da parede do convento do seu nome.
O corpo foi pelo rio Nabão fora, passou para o Tejo e acabou por chegar a Santarém. Apesar das tentativas, ninguém o conseguiu levar de novo para Tomar, nem mesmo o tio e orientador espiritual da futura santa, o abade Sélio.
Uma santa, Iria ou Irene, cuja devoção atravessou as civilizações hispano-romana e germânica. Os seus atributos são a palma do martírio na mão esquerda e o livro sagrado na direita.
A primeira prova documental da liturgia de Santa Iria em Santarém está presente no «Antifonário de Leão», obra de 1067 em que é referido o culto a «Sancta Erene virginis in Scallabi castro». Obviamente, o seu culto é muito anterior. A paróquia de Santa Iria já existia em 1162, sendo uma das três paróquias da cidade de Santarém. Quanto ao topónimo, Santa Iria ou Santa Erene derivou em Santa Herena e daí em Santarém.
O aumento da devoção e o cimentar da lenda está em grande parte relacionado com o conflito entre os Templários e o bispo de Lisboa. A mártir morreu em Tomar e, pelo rio, foi ter a Santarém. Como que a querer dizer que os Templários deviam estar sedeados nesta última cidade e não naquela.
De visita a Santarém, em 1324, a Rainha Santa Isabel, conseguiu descortinar, através de visões, o local exacto onde o corpo de Santa Iria teria vindo ter, desde o Nabão até ao Tejo, junto à cidade. Quando o rei D. Dinis, seu marido, soube do facto, decidiu assinalar o local da sepultura com um padrão. Em 1644, o Senado da Câmara colocou no topo uma escultura de pedra, em homenagem à santa. Devido à localização do padrão, no século XX foi instalado um hidrómetro que serve para assinalar os níveis das águas do rio.
A toponímia foi outro dos riquíssimos legados dos povos germânicos. Foram os suevos, e depois os visigodos, quem deixaram, muitos séculos antes, e mesmo com a intromissão sarracena, a certidão de baptismo de muitas das povoações portuguesas. Sobretudo no norte de Portugal, mas também no centro, como é o caso de Santarém. Excluídos os nomes geográficos, que tiveram a sua origem em montanhas, rios e vales, é no onomástico germânico que encontramos uma das mais ricas fontes sobre este período. A generalidade destes topónimos tem a sua origem em nomes de pessoas importantes daquele tempo. Muitos, não se sabe quem foram, talvez governantes locais ou alguém muito bem colocado na escala social.
A toponímia de origem germânica, para além do nome da cidade, do concelho e do distrito, está presente ainda em outros topónimos. É o caso de Seiserigo, nome que tem como origem um antroponímico e que é um bairro da Ribeira de Santarém. De origem germano-goda, terá sido fundada aqui uma basílica dedicada a Santa Iria em meados do século VII.

Modesta proposta para melhorar a correcção dos exames nacionais

O Público de hoje destaca haver “cada vez mais alunos a contestar as notas dos exames nacionais e a ter razão“.

Problema clássico nas áreas mais “subjectivas” como Português ou História, que os ilustres do GAVE tentam resolver espartilhando os critérios e inventando grelhas que não fosse o assunto sério dariam vontade de rir, atinge também as ciências exactas, onde uma subida de vários valores só se explica por incompetência do corrector, ou sua má vontade.

É aqui que entra a minha propostas: acabem com essa vergonha que consiste em colocar professores do ensino privado a corrigir provas exames oficiais.

Comecem por comparar estatisticamente as provas corrigidas por estes, versus as corrigidas por funcionários públicos. Tenho uns palpites sobre os resultados, e explico-me.

Em 2007 fui chamado como professor corrector, o que não me sucedia há vários anos. Na véspera da primeira reunião para aferição de critérios dois colegas, experientes, avisaram-me para o problema dos “colegas” empregados de colégios que iria encontrar. Fiquei espantado, primeiro por tal ser possível, mas mesmo assim não estando muito bem a ver o problema.

Explicaram-me. E no dia seguinte confirmei. Nestas reuniões corrige-se um exame feito da colagem de vários, para em seguida se confrontarem os resultados. Sistemático: a senhora empregada de um Colégio conhecido na zona pela péssima qualidade do seu ensino, avaliava sempre por baixo. Digamos que no total de um exame isto podia atingir 2, 3 ou mesmo mais valores.

Sabendo que nunca estaria a corrigir exames de alunos da empresa para quem trabalha, era óbvia a intenção: baixar as notas da concorrência, pública ou privada. As leis do mercado no seu melhor. Capitalismo selvagem. Chamem-lhe o que quiserem. Nos últimos anos confrontei vários colegas correctores de exame com a dúvida: é sempre assim? continua a ser assim?

Todos sorriem e respondem: claro, estavas à espera de quê?

Eureka por Paulo Guinote

Mais uma vez, o Paulo, Brilhante a desmontar “A MENTIRA”.

Carro de Ex de Carolina Salgado atropela Jornalista

Os meus amigos portistas poderão pensar que este post teria lugar no FUTaventar, mas eu juro que não vou falar de bola. Sobre a xixa propriamente dita, falarei depois da vitória do glorioso, na próxima 5ª feira.
Ontem algo ocorreu aqui na invicta que me deixou intrigado. Um casal desavindo vai a tribunal procurar resolver o que não se resolveu à estalada. Motivados ou não pelos antecedentes, eis que um jornalista do JN leva por tabela e é atropelado pelo carro do ex..
Até aqui nada de espantoso, pensei. Mas, o sempre ominipresente FCP resolve esclarecer as minhas dúvidas. Afinal isto foi com o clube ou talvez com a SAD. Ou seja, como quem não se sente não é filho de boa gente, a SAD do FCP vem assumir as dores do ex. Isto é ou não fantástico.
Sempre pensei que as questões entre o ex e a Carolina fossem pessoais… ou talvez não porque…
Recordo os mais esquecidos que esta dama foi por vós sócios e adeptos do FCP e accionistas da SAD agora defensora de honra alheia, glorificada quando no estádio do maior clube do mundo se misturou com os arruaceiros para insultar tudo e todos.

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Aí era a mulher do líder. Para mim, nessa altura presente na Catedral, tal gente só tinha o nome da profissão certa.
Vejo que o tempo acabou por me dar razão.
Espero que o sucedido não belisque a forma isenta como o JN tem tratado o Porto!