O plantel dos 3 Grandes (2): os médios

Depois da análise aos que defendem, avanço para os do meio, os que não são nem carne, nem peixe. Aqui a análise complica porque as equipas jogam com esquemas diferentes e as posições são diferentes… mas aqui fica uma análise possível.
O Sporting e o Benfica jogam com 4 médios, em losango. O Porto joga com 3. Nos de Lisboa, 3 dos médios deverão também ser fortemente ofensivos. Um dos 3 do Porto também.
O antigo trinco, hoje o 6, do tipo box-to-box, pode ir do trauliteiro Petit ou Paulinho Santos ou Oceano… até ao Makekeke, por exemplo. O Porto apresenta o Fernando e a alternativa é desconhecida, sendo que o Meireles pode dar aí uma perninha. No Benfica há um internacional espanhol que quer mostrar serviço, mas ainda não convenceu – faltoso e perde muitas bolas. No Sporting teremos o Roca e em alternativa o Veloso. Não me parece que esteja aqui grande diferença entre as 3 equipas e ambas (as 3 eeheh) mal servidas. Nota 2 para todos. Se o Raúl Meireles se tornar um realmente box-to-box então, aí sim, teremos um grande jogador.
Os médios alas no esquema 4-3-3 terão que ser mais defensivos, enquanto no 4-4-2 poderão ser mais de cobertura ou não… Com o Paulo Bento os médias ala (posição 7 e 8 ) terão que ser posicionais – ele vai jogar com o Moutinho e o Veloso.

Com Jesus, o Di Maria e o Ramirez são muito extremos e pouco posicionais. Ou seja, o que parece ser uma táctica igual tem estratégias completamente diferentes.
Numa equipa que quer ganhar penso que faz mais sentido a opção de Jesus do que a do Paulo Bento. De igual modo penso que o Mountinho joga melhor no meio, a 10, do que nas linhas.
Nas alas as alternativas no Benfica serão escassas, mas não me parece que nos clubes rivais também possa haver mais opções.
Voltando ao Porto, depois do Fernando temos o Raúl Meireles e o Belluci. O Raúl transforma-se a cada dia que passa num enorme jogador e não tem igual no plantel dos 3 grandes.

O Belluci ou cresce…ou desaparece. É dos que encanta as bancadas e irrita o mister.
A posição 10, no Porto o Belluci, no Sporting o Matias e no Benfica o Aimar: creio que o Benfica leva vantagem porque tem o jogador mais experiente, mais adaptado e de maior qualidade.

As segundas linhas: no Sporting não existem. No Benfica temos o Carlos Martins. No Porto?
Assim, diria que na posição 6 temos nota 2 para todos. O Benfica é mais forte nas alas – nota 4 para as opções Di-Maria e Ramirez e nota 2 para o Sporting. Nota 4 para o Aimar e o Raúl Meireles e 3 para o Matias. No meio-campo o Benfica está mais forte do que a concorrência – 10 pontos. Porto com 6 e Sporting com 7.

MEUS CATOS AMIGOS DO AVENTAR

Foi um prazer ter estado convosco. Ler-vos e fazer-vos ler aquilo que, porventura, não gostariam de ler.Vou uns dias de férias. Até breve e obrigado por tudo o que me ensinaram.

Honduras: situação agrava-se

Do poeta hondurenho Fabricio Estrada, acabo de receber esta informação:

Fuertes enfrentamientos en los alrededores del Congreso Nacional en TGU. Se reporta el casi linchamiento del Vice-Presidente del Congreso y ataque generalizado de la policía. Esto en el marco de indignación por el intento de implementar el servicio militar obligatorio y las jornadas de protestas del día.

1:43 pm

Recibo una llamada de un amigo. Él está viendo canal 36 que transmite desde el Congreso Nacional. Mientras me va diciendo lo que ocurre pienso en los Alpes suizos, en los fiordos noruegos y en la neblina de Cartago, Costa Rica ¿y ese alejamiento de dónde proviene? -me preguntarán. Yo me interrogo sobre lo que el amigo me cuenta: EL CONGRESO NACIONAL ESTÁ EN ESTOS MOMENTOS SUBIENDO A DICTÁMEN LA POSIBILIDAD DE IMPLANTAR DE NUEVO EL SERVICIO MILITAR OBLIGATORIO, ES DECIR, EL RECLUTAMIENTO FORZOSO.

Si tomamos en cuenta que la Resistencia se nutre con un elevado número de jóvenes en edad militar (universitarios, estudiantes de media) lo que aquí se está fraguando es una cacería peor a la ocurrida en los ochentas.

Los disturbios de ayer han debido accionarles el resorte más vil. Los infiltrados que aparecieron dando rienda suelta al incendio de comidas rápidas lograron entonces su objetivo. Sin embargo, de concretarse esta amenaza, lo que veo por delante es una abierta guerra civil ya que ni uno solo de estos jóvenes amenazados querrá hacer un entrenançmiento contra su voluntad y, al contrario de lo que los militares buscan, estarían obligándolos a tomar las armas populares.

Sigo viendo los fiordos y las neblinas. Veo a los reclutas noruegos y suizos, a los ticos irredentamente antimilitares…

Em Portugal conhecemos bem este serviço militar obrigatório. Foi a arma usada contra os estudantes, principalmente em Coimbra, vai para 40 anos, chamava-se mobilização compulsiva. Os métodos desta gente são universais e intemporais. Não mudam.

AS QUESTÕES ÉTICAS NOS CUIDADOS DE SAÚDE (10)

AS QUESTÕES ÉTICAS NOS CUIDADOS DE SAÚDE (10)

A ciência, a eufemística boa fada da humanidade, criada para apoio dos fracos, passou a suporte dos poderosos com todo o seu potencial tremendo, fazendo depender do seu “comprovado bom-senso” o uso construtivo ou derrubante da vida humana. Mas o perigo não está na ciência. Está no Homem e na mão que a faz progredir ou perverter. A prostituição da ciência perante os apetites do poder e dos poderes, e dentro da ciência, a prostituição da sua filha mais dilecta, mais séria e mais virgem, a ciência médica, são os mais fortes agonistas da degradação do nosso estatuto.
Enquanto os médicos, sobretudo os médicos preocupados, como aqueles que tiveram a gentileza de me enviar o tal texto para reflexão, médicos creditados e com poderosa opinião dentro da classe médica, não reconhecerem a necessidade destas denúncias e as não considerarem como o “primum movens” no desmantelamento do ”status quo”, volto a dizer, não se vai a lado nenhum. De nada servem palavras formais e enformadas, inertes, paralíticas, nascidas da adaptação e conformismo, despidas da inquietação e do revolver da inteligência, do pensamento, do questionamento e da consciência. Ninguém como o médico tem tanta obrigação de dimensionar a existência à escala da vida, a vida à escala da saúde, a saúde à escala da Justiça, a Justiça à escala do mundo.
Em tudo o que disse, eu não pretendo o consenso. Seria doloroso se tal acontecesse. Apelo somente ao remexer do que em nós existe de sério, ao soprar do pó que cobre as nossas consciências e ao desenraizar das nossas hipocrisias. Sem esta utopia – “A utopia é a injúria ordinária que os medíocres atiram a todos os ideais”- o médico começa a tornar-se permeável ao irracional.
A visão universal da finalidade do Homem, visão muito especial por parte do Médico, aponta para o núcleo activo das interacções multifactoriais da existência, o qual exige a presença de uma política humana que torne possível uma ciência humana, base indispensável do verdadeiro progresso e de uma vida sã. (Conclusão).

                     (adão cruz)

(adão cruz)

DEUS COMO PROBLEMA OU A COMPLEXA SIMPLICIDADE DA EVIDÊNCIA (13)

Deus como problema ou a complexa simplicidade da evidência (13)

Quem pode chamar Pai, Pai poderoso, a um Deus que permite a entrada de milhões de pessoas, seus filhos, nas câmaras de gás, e não desliga a máquina? Deus estava lá…porque Deus está em toda a parte! Deus dissera: deixem vir a mim os pequeninos. Que graça! Só se forem os meninos ricos, porque os pobres, os perseguidos, os marginais, os das barracas, os famintos, os esfarrapados não têm lugar no amplexo divino. Morreram e morrem milhões de crianças às mãos da fome e da violência, e Deus atafulha as mesas dos que não têm fome e carrega as armas dos que vivem atrás das muralhas e nada têm a recear, a não ser a força da justiça! Não poderia o tal Deus ter dado uma mãozinha aos milhões dos sem-terra do Brasil e aos famintos índios de Chiapas, em vez da opressão, ameaças, sequestros e assassínios perpetrados pela burguesia inatingível? Que pensará esse Deus, gostava eu de saber, ao ver milhões de africanos, afegãos, iraquianos e outros escorraçados da vida nas terras crucificadas, morrer ao peso das bombas e nos braços da fome, ouvindo arrotar de indigestão os abutres que os sugam até ao tutano? Sem forças para erguer os olhos, querem lá eles saber do prolongamento da vida para além da morte, querem lá eles saber do céu e do prémio que os espera?! As guerras multiplicam-se como moscas e fazem correr rios de sangue…sempre…sempre ao sabor dos que mais rezam a Deus! Milhares de mortos, despedaçados, estropiados, violentados, enquanto o mandante bate no peito e reza a Deus, e a Igreja o borrifa de água benta. Terá sido Deus a dar a inteligência, a força e a cultura às grandes potências para terem o desplante de classificar o mundo em primeiro, segundo e terceiro, a fim de melhor escalonarem e planificarem a sua voracidade e rapina? Provavelmente foi, porque as grandes potências abarrotam de igrejas. (Continua).

                   (adão cruz)

(adão cruz)

Coisas do Diabo – O Sócrates é um esquerdalho…

Diz o Presidente da Associação das Pequenas e Médias Empresas:

“Desde que Sócrates tomou posse, 60 mil empresários em nome individual encerraram a actividade, 40 mil micro-empresários e sociedades unipessoais saíram do mercado, 10 mil pequenos empresários declararam cessaçao de actividade e, destes,7 mil dissolveram notarialmente as sociedades comerciais. Ao todo perdemos nos últimos anos mais de 200 mil empresas.”

Este é o mesmo Sócrates que mete milhões em bancos falidos criminosamente, que se envolve no controle accionista de empresas (OPA da SONAE à PT, no BCP ou na tentativa de controle da TVI pela PT), que tem como objectivo nacional o TGV, o aeroporto e as autoestradas em triplicado, os contratos sem concurso público com a LISCONT da MOTTA/ENGIL do seu anigo Jorge Coelho.

Que fez deste país o mais injusto da UE com o leque mais alargado de vencimentos ( de 1 para 8 enquanto na UE anda à volta de 1 para 6) , em que as pensões são as mais baixas, o vencimento mínimo é um dos mais baixos e o desemprego um dos mais altos (9.3%). Em que pessoas no desemprego sem qualquer apoio são cada vez mais, como se diz em texto aqui em baixo, e muito bem.

Anda este homem a explicar o que é ser de esquerda. Se olhasse para o que fez nos últimos quatro anos ficaria a saber “o que não é ser de esquerda”

O que dói é que com as mesmas políticas um político de direita teria feito muito melhor!

A ARTE (2)

A ARTE (2)

Assim sendo, e valendo-nos dos nossos conceitos mais simples, sem grandes filosofias, convido-vos a pensar que a Arte ou o sentimento artístico é, pelo menos parcialmente, a descoisificação das coisas. Um escultor, perante um bloco de pedra que é uma coisa, tenta trabalhar essa coisa de modo a que ela vá perdendo a sua natureza de coisa e vá ganhando progressivamente a natureza de ideia, ideia criadora de uma estrutura pertencente à área da mente. Acabada a escultura, a pedra deixa de existir, mantendo-se apenas como matriz anónima da ideia e do pensamento. O mesmo se pode dizer da pintura. A tela, os pincéis, as tintas são coisas que vão perdendo a sua natureza de coisas, à medida que as coisas trabalhadas se vão transformando em imagens e em vivências, cada vez mais afastadas de apontamentos biográficos e registos, sempre no caminho de uma utopia de liberdade. A cor não deve ser vista como tinta relacionada com as coisas mas deve ser sentida como substância do espaço pictórico. O conceito de que a Arte é a contemplação das relações formais, há muito que perdeu o sentido. Talvez deva ser substituído pela ideia de que uma boa forma não se nota. Um bom perfume é sentido como parte da personalidade de uma mulher e não como um cheiro. A Arte de um decorador não está em chamar a atenção sobre si mesma, mas em dar ao espaço uma sensação de conforto e bem-estar. No entanto, a forma está lá, espontânea, pessoal, inseparável das emoções e dos sentimentos. A Arte é um produto de ideias mas também um veículo de ideias. Quando deixa de ser transparente como veículo de ideias, quando não é mais do que configurações, cores e sons, transforma-se numa técnica de entretenimento superficial dos sentidos. Quando se diz apenas produto de ideias, menosprezando o poder de relação, confina-se ao processo neuronal que a gerou e que pode ser relativamente pobre. A Arte é aquilo que vive atrás da aparência das coisas. Para que a obra adquira grandeza, os processos formais devem ser ofuscados pelo seu próprio efeito. Só assim se compreende, dentro de um espírito artístico não radicalista, não equacionista, não academicista, que entendamos o Impressionismo, o Expressionismo, o Cubismo, o surrealismo, o Abstraccionismo e a Arte Contemporânea em todas as suas expressões e tendências actuais, como processos de ofuscação das formas pelo seu próprio efeito. A Arte é sempre uma prática de meditação, uma tomada de consciência, a livre expansão de nós mesmos, inteligência viva, diálogo e libertação das forças vitais dentro de uma disciplina ética. Dito de outra maneira, a Arte é sempre impacto, desconcerto de espírito e agente de transcendência das formas físicas e de mudança das formas de ver e pensar. (Continua).

                         (adão cruz)

(adão cruz)

QUADRA DO DIA

Pode haver muitos jardins
Plantados em Portugal
Não confundas S. João
As flores com vil metal.

E quem não vê caras pode ver corações?

Por volta dos meus 14 ou 15 anos, vivi um curto período de campeã de concursos radiofónicos. Com o beneplácito e a colaboração da minha mãe, que deve ter achado que melhor isso do que meter-me nas drogas, fartava-me de ligar para tudo quanto era concurso de rádio e em poucos meses amealhei dezenas de prémios, nenhum deles de grande valor monetário, mas todos muito bem-vindos. É justo dizer que nenhuma dessas vitórias teria sido possível sem a introdução em nossa casa de um telefone de teclas, supra-sumo da evolução tecnológica nesse início da década de 1990, e sem as enciclopédias que o meu pai comprara nas Selecções do Reader’s Digest, e nas quais eu encontrava num ápice resposta a questões como “quem inventou o nónio?” ou “que rio banha Praga?”. E assim, em poucos meses, a minha mãe – que se juntava a mim aos fins-de-semana – e eu ganhámos óculos de sol, bilhetes para espectáculos, vinis, CDs, tortas de noz e bolos-rei, e muitas outras coisas de que já não me lembro. Por essa altura eu não tinha locutores favoritos (viria a ter, anos depois, o Aurélio Gomes), mas a minha mãe apreciava em particular o galã radiofónico de uma estação do Porto, que falava com voz de cama, e a quem ligavam algumas senhoras que, entre sussurros melosos, confidenciavam que estavam a ligar da banheira, num banho de imersão com pétalas de rosa, e coisas semelhantes. Um dia ganhámos um concurso promovido pelo dito senhor, e tocou-me ir levantar o prémio. O meu pai, que nessa tarde estava livre, acompanhou-me e a minha mãe, que tinha de trabalhar, roeu-se de inveja mas fez de conta que tanto lhe fazia.

Fomos recebidos por um matulão de cento e tantos quilos, vestido com uns calções de explorador, com umas unhacas a sair das sandálias, e que para meu espanto tinha a mesma voz do locutor sexy. A primeira coisa que me ocorreu é que se trataria de uma partida, um estranho ventriloquismo que faziam para troçar com os ouvintes ingénuos. Não era, claro. Era mesmo ele. Se as senhoritas da banheira o pudessem ver, meteriam a cabeça na água e deixar-se-iam afogar. Felizmente o meu pai, deliciado com a descoberta, estabeleceu a conversa diplomática que havia que estabelecer, já que eu fiquei muda, assombrada pela voz que saía daquela cabeça à qual era claro que não podia pertencer. Nesse dia desisti dos concursos de rádio. E prometi que nunca mais quereria conhecer qualquer pessoa a quem eu tivesse imaginado antes, intuindo já por essa altura que esse encontro estaria condenado ao desencanto. Claro que viria a quebrar essa promessa anos depois, mas isso é outra história. Vem isto a propósito de eu ter visto aqui há dias, no Facebook, a fotografia do nosso Adalberto Mar, enfant terrible do Aventar, perpetuamente do contra, ágil a deitar abaixo qualquer uma das nossas paixões musicais, literárias, cinematográficas, desportivas, arquitectónicas, digam vocês (isto em português não soa tão bem quanto “you name it”, verdade?) e que tem um ar tão cândido e de boa pessoa que eu até pensei que devia haver engano. Onde estão o bigode mefistofélico, os cabelos revoltos de endemoninhado, o olhar incendiado pela indignação, a turbulência que o faz GRITAR-NOS com o Caps Lock ligado? Como é possível que a foto que nos surge seja a de um simpático moço em passeio pelas ruas de Aveiro? Isto de partilhar um projecto com alguém a quem não se conhece o rosto ou sequer a voz espicaça a imaginação e faz-nos hesitar entre o desejo e o receio de chegar mais perto. Claro que os outros também são aquilo que pensámos deles, o que avaliámos de acordo com experiências passadas e às quais eles muitas vezes são alheios, o que imaginámos e interpretamos, o que intuímos e inferimos, e julgamos com ou sem justiça. Mas essa também é a graça de nos relacionarmos com aqueles cujo rosto não conhecemos, não é?

Tretacampeão

Fugiu-lhe a tecla prá verdade:

TRETAcampeão

Em mais detalhe…

O campeão da TRETA ehehe

O campeão da TRETA ehehe

Até o JN.

Treta campeão... até o JN

SLB papado, ou melhor, hackado

SLB-HACkado

O link é este (aproveitem que estas coisas não duram a tarde toda). A “notícia” é esmagadora. A demissão de Pinto da Costa é já a seguir.

Recibos verdes… ou maduros

recibo verde

Já é novidade para ninguém que os Recibos Verdes são uma autêntica “praga” na sociedade portuguesa.

Infelizmente eu sei bem do que se trata.

Mas mais importante do que falar no passado, devemos falar da polémica que hoje estalou no nosso País.

Segundo as notícias hoje dadas a conhecer, o Estado, através dos Serviços de Finanças, está a recusar pagar o IVA do ano passado.

Tal situação deve-se ao facto das empresas a quem foram passados os referidos documentos estão em vias de encerramento.

Penso que é mais uma situação injusta que é necessário remendar.

Ainda estamos muito longe

Stu Conta-nos o Diário Iol que o presidente da autarquia de Silverton, no Oregon (EUA), Stu Rasmussen, foi repreendido por três dos quatro vereadores por usar aquilo que consideraram ser um vestido muito curto. O autarca argumentou que os 33 graus que se faziam sentir justificavam a escolha da indumentária e que seria de esperar que se desse mais importância ao trabalho da autarquia. Rasmussen foi o primeiro transexual a ser eleito como presidente de câmara nos EUA.

Não me digam que estão surpreendidos?

O número de desempregados sem qualquer subsídio de desemprego está a crescer ao dobro da subida do desemprego, adianta o Público.

A Voz do Dono…

A colocação de A. Preto nas listas do PSD de Lisboa

O povo das Honduras aos golpistas: têm-nos medo porque não temos medo

Têm-nos medo porque não temos medo

Nas Honduras não aconteceu nada, só um golpe de estado sem importância

O plantel dos 3 Grandes

Car@ leitor,
se me permite vou tomar a liberdade de dar uma de entendido na bola e procurar perceber o que pode acontecer no campeonato de futebol deste ano. Reconheço, claro, que uma das intenções do post é chatear o Dalby.
E o primeiro ângulo de análise será o dos jogadores, por posição, porque, em última análise, são eles que ganham os jogos.

Na baliza o Porto tem o Helton e o Beto. O Benfica o Quim, o Moreira e o Júlio César. O Sporting tem o Rui Patrício.
Creio que a primeira opção em cada um deles não deixa ninguém em grande vantagem, mas considero que o Rui é o menos competente dos 3 titulares (Helton e Quim). Em termos de segunda opção o Sporting está claramente mais fraco e por isso daria nota 3 ao Porto e ao Benfica. Nota 2 ao Sporting.

A defesa das três equipas tem 4 homens. Na ala direita o Porto deverá apresentar o Fucile, o Benfica o Maxi e o Sporting o Pedro ou o Abel.
Penso que o Fucile e o Maxi estão ao mesmo nível e claramente acima de qualquer uma das opções verdes – o Pedro Silva é de luas e o Abel é muito fraquinho: defende mal, não ataca e a bancada é o destino dos cruzamentos. A segunda opção do Porto – Miguel Lopes – é melhor que a do Benfica (inexistente porque falta ver quem se vai adaptar e como…). Nota 3,5 para o Porto, 3 para o Benfica e 2 para o Sporting.
Do lado esquerdo o Benfica apresenta uma novidade argentina, Shaffer, que defende mal e ataca bem – quem o conhece diz que é jogador. Não vi o Álvaro Pereira do Porto jogar. Pelo que li tem estado bem. A alternativa no Porto será o Fucile e no Benfica o David Luiz. No Sporting temos o Caneira e o Grimi. Diria que o Caneira não compromete e face ao desconhecimento que tenho das novidades da concorrência, daria um 3,5 ao Sporting e um 3 aos rivais.

No centro da defesa temos uma luta renhida:

– Porto: Bruno Alves e Rolando. Suplentes serão o Maicon e o Nuno Coelho.
– Sporting: Carriço e Polga. Tonel, Caneira e André Marques.
– Benfica: Luisão e David Luiz, Sidnei e Miguel Vitor.

O Bruno Alves, com os árbitro Portugueses tem uma capacidade acima de todos os outros. É mais rápido, mais agressivo e mais forte no jogo ofensivo. As alternativas no Porto parecem-me menos fortes do que os titulares. 8 golos foi o que conseguiram marcar o Bruno e o Rolando na época passada.
No Benfica, ficando Luisão, falta saber quem joga com ele: David Luiz ou Sidnei. O Miguel Vitor será a última escolha. Luisão marcou 2, David outros 2 e Sidnei 3. Claramente menos ofensivos quando comparados com o Bruno Alves. No Sporting, apenas o Tonel marcou um golo.
Em síntese, o Porto tem uma dupla inicial mais forte, mas menos banco que o Benfica. Uma vez mais, o Sporting fica atrás. 4 para o Porto, 3,5 para o Benfica e 3 para o Sporting.

O meio-campo e os avançados deixo para os dois posts seguintes. Até ao momento, temos o Porto com 13,5 pontos, o Benfica com 12,5 e o Sporting com 10,5.

Se for verdade que os campeonatos se ganham na defesa, o Porto parte em vantagem.