Um ourives impede um assalto ao seu estabelecimento por cinco homens armados, tendo morto dois deles.. É acusado pelo Ministério Público, de Homícidio Privilegiado. Pode levar, em teoria, mais anos de prisão que os assaltantes.
Boas Festas!
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Um ourives impede um assalto ao seu estabelecimento por cinco homens armados, tendo morto dois deles.. É acusado pelo Ministério Público, de Homícidio Privilegiado. Pode levar, em teoria, mais anos de prisão que os assaltantes.
Boas Festas!

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Esse é o drama da justiça portuguesa.
Uma coisa que não consigo entender é porque é que o ourives andava armado
Um vizinho foi chamá-lo e ele veio de casa armado.
A opção era ser morto à queima-roupa como o foi o ourives de Vila das Aves há menos de uma semana. O azar dele foi precisamente não estar armado. A pessoa que o foi chamar ao café do lado, está hoje amargamente arrependida de o ter feito.
imagino que
– o senhor ourives vá “responder” na Justiça por 2 homicídios [em que categoria sejam];
– enquanto que os 3 assaltantes (ainda vivos) vão “responder” à Justiça por… um assalto.
apesar de todos os apesares (descritos nos comentários acima), acho que deve SEMPRE ser maior a pena para quem tira a vida a outrem (tenha os motivos ou atenuantes que tiver) do que para quem furta propriedade alheia (seja ela qual for e com as agravantes que tiver).
Quer dizer, o atacante é que escolhe a “modalidade”. Se lhe der para matar uns quantos tudo bem.Se não, ficamos assim, sacam o que quiserem, e vai tudo na paz do senhor…
mas quem terá sido mais “atacante” neste caso?
– uns reles larápios?
ou
– uma pessoa que assassinou outras duas?
Reles larápios? Estavam armados até aos dentes e dispararam sobre tudo o que mexia.
seja como for, o que ficou mesmo sem se mexer (sem VIDA, MORTOS) foram 2 desses assaltantes, ASSASSINADOS pelo senhor ourives…
não compreendo como pode você defender maior pena de cadeia para alguém que realiza um assalto (seja ele qual for e com as agravantes que tiver) e menor pena de cadeia para quem tira a vida a outrem (tenha os motivos ou atenuantes que tiver).
penso que haja limites para a defesa de (quaisquer) bens materiais!!