Colocar o dedo na ferida:

Nem sempre se pode ter razão. Os erros são uma fatalidade. Mas em política deve sempre saber-se o que se quer e só querer o que se sabe ou pode fazer. As hesitações ou inflexões não são sinal de ponderação mas quase sempre da sua falta. Paulo Teixeira Pinto

Podemos não concordar, quiça não gostar, mas devemos sublinhar a coragem. A coragem para enfrentar as dificuldades, coragem para enfrentar os mitos. Coragem para enfrentar Jardim.

A obra de Alberto João Jardim na Madeira é indiscutível e merecedora do nosso aplauso mas isso não nos pode cegar, não nos pode impedir de criticar um estilo político. Mal de nós se olhamos e nos comportamos  de forma diferente por um qualquer receio de uma qualquer putativa vaca sagrada. A obra de Alberto João Jardim, do PSD-Madeira e dos madeirenses não esconde uma forma de estar, uma vertigem de constante ajuste de contas com quem não concorda com AJJ, seja o Sr. Silva, o Sr. Pinto de Sousa ou agora o Sr. Passos. Já chega de fazer de conta que não vemos a boçalidade, a falta de educação e o modo rasca como trata todos os que ousam criticá-lo.

Ora, Pedro Passos Coelho, bem ou mal, ousou. Ousou colocar o dedo na ferida, criticar a forma inadmissível como AJJ procurou utilizar a desgraça dos outros, a tragédia dos madeirenses, como arma de arremesso político interno mentindo, afirmando que PPC foi o único político que não se solidarizou com os madeirenses sabendo, como hoje se percebeu, que estava a mentir.

No final, AJJ foi-se sentar ao lado de Rangel. O olhar de menino traquina de Rangel disse tudo. Nada mais a acrescentar além disto: diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.

Comments

  1. Luis Moreira says:

    Estes gajos nunca mais saem da ribalta. O gajo é um palhaço.

  2. Ricardo says:

    És um fascista.

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