Contra as renováveis ou a favor do nuclear ?

Um grupo de personalidades apresenta hoje um manifesto contra a política energética assente nas energias verdes. Razões de elevado custo estarão na origem da sua posição, só a subvenção dos preços permite que sejam competitivos.

Mas estas personalidades são tambem conhecidas por serem a favor da energia de origem nuclear, que após todos estes anos de experiência com centenas de centrais a funcionar, se tornou segura . Os desastres nucleares vieram dar uma contribuição extraordinária para o estudo dos níveis de segurança e seus efeitos nos humanos e no ambiente, considerando-se hoje que a indústria nuclear tem um nível de segurança superior à maioria das outras indústrias.

Há mais de 30 anos que numa visita à Baviera, andei todo o santo dia a ver uma central nuclear, andasse por onde andasse a sua presença visual era imponente. À sua volta a vida continuava e que se saiba, pelos estudos feitos à população residente ,não há índicios preocupantes quanto à saúde.

Poderá Portugal continuar afastado da energia nuclear?

Comments

  1. Talvez... says:

    Comentário encontrado na notícia do Público:
    «Caíram as máscaras…

    Caíram as máscaras. É o “lobby” nuclear que está por detrás de toda esta palhaçada. Para se entrar numa central nuclear é preciso ter mais de dezoito anos, para que a radioactividade não afecte o natural crescimento dos jovens. Se for mulher, não pode estar grávida e tem de assinar um documento onde assume a responsabilidade por qualquer mutação genética que ocorra nos fetos, caso desconheça a sua gravidez. Nos cálculos da energia nuclear, nunca entra o preço da despoluição das centrais. Os resíduos nucleares mantêm-se activos e perigosos durante milhares de anos. E é esta porcaria que alguns grupos económicos nos querem impingir. As condições vantajosas em que alguns grupos económicos das energias renováveis vendem a sua produção à EDP, vem dos tempos de Salazar e baseia-se no pressuposto que desse modo a EDP pouparia dinheiro no investimento em novos centros produtores. É essa lei completamente desadequada aos tempos que correm que tem de ser totalmente reformulada e democratizada.»
    P.S.: Não é meu, atenção.

  2. maria monteiro says:

    preocupante seria se os indícios preocupantes se vissem assim do pé para a mão…
    Cruzaste-te por lá com ricaços? Mudou-se para lá o jet-set do papel-moeda? Não? Nada disso? Então os estudos não dizem tudo

  3. Jorge says:

    O lobby espanhol da electricidade e o dos combustíveis fosseis”baratos” tem vindo a impedir a produção em Portugal de uma energia limpa e verdadeiramente barata.
    Essa é que é a questão.
    Nos hospitais onde há radiografias e radioterapia, as grávidas também não entram.
    Nem podem fazer tac’s, nem ressonâncias etc.
    Tudo tretas do tempo da carochinha.
    Construam uma coisa dessas no Guadiana perto de Barrancos, no mesmo local construam incineradoras para lhes mandar para lá o fumo e deixem-se de tretas ecológicas falidas e piegas.
    Se não querem ter lixo e progresso, é fácil, regressem às cavernas.
    Eu aqui em casa queimo o lixo todo e quero lá saber dos protestos dos vizinhos.Aqueço água para os banhos a partir do lixo, qual é o problema?
    As fraldas do meu sogro é que cheiram um bocado mal quando estão a arder, mas fecha-se tudo e pronto.
    Já há muito que devíamos ter uma central nuclear, pelo menos.

  4. Luis Moreira says:

    Quanto à segurança os estudos mostram que o nuclear é muito seguro. França, Alemanha, US, todo o centro da Europa , têm centrais há mais de trinta anos e os estudos às populações mostram não haver qualquer efeito na saúde. Por outro lado, junto à nossa fronteira temos várias centrais espanholas, a haver desastre temos o prejuízo mas não temos o lucro. O problema em Portugal é a pequenez do território que não permite ter uma rede mínima de centrais com “massa crítica” para absorver os custos da logística de controlo e segurança. Tinha que ser feita em conjunto com os nossos vizinhos.

  5. Talvez... says:

    Jorge :
    nem ressonâncias etc.

    Não confunda as ressonâncias com radioactividade: nada têm de radioactivo.
    O resto, é falácia ad baculum e falácia ad hominem. Quando há argumentos, está claro, se lhes quisermos chamar assim.

  6. Luis Moreira says:

    Já agora, nos países escandinavos está a ser construída uma central com tecnologia de nova geração muito mais simples e com muito menos desperdícios e resíduos nucleares, já para não falar na central experimental no sul de França, projecto da UE e dos US, que se baseia em tecnologia nuclear mas sem desperdícios e resíduos… não se baseia na cisão do átomo. (julgo que é algo parecido com a tecnologia que está ser usada no CERN, -acelerador de protões…)

  7. Luis Moreira says:

    Jorge, as ressonâncias nada têm de radioactivo, mas as linhas que transportam electicidade de alta tensão tambem não têm nada de radioactivo e no entanto, há muito que está provado que afectam a saúde de quem mora perto. E as centrais de electricidade de alta tensão há muito que foram afastadas das populações, quando se percebeu, numa pequena cidade dos US, que num bairro, havia um número de casos de cancro muito superior ao resto da cidade. Por agora, diz a ciência, que os ultra -sons não têm efeitos…no nuclear já são conheciso por haver a experiência dos últimos 50 anos e podemos tomar medidas.

  8. Talvez... says:

    Luis Moreira :
    O problema em Portugal é a pequenez do território que não permite ter uma rede mínima de centrais com “massa crítica” para absorver os custos da logística de controlo e segurança. Tinha que ser feita em conjunto com os nossos vizinhos.

    Mais dependentes ficaríamos de Espanha.

    Luis Moreira :
    Já agora, nos países escandinavos está a ser construída uma central com tecnologia de nova geração muito mais simples e com muito menos desperdícios e resíduos nucleares, já para não falar na central experimental no sul de França, projecto da UE e dos US, que se baseia em tecnologia nuclear mas sem desperdícios e resíduos… não se baseia na cisão do átomo. (julgo que é algo parecido com a tecnologia que está ser usada no CERN, -acelerador de protões…)

    Não sabia desses progressos. Obrigado pela informação.

  9. Luis Moreira says:

    Um abraço amigo.,

  10. João J Cardoso says:

    O investimento no nuclear, neste momento, nem sequer é rentável. Ou melhor: seria rentável para um empresário que entretanto chularia o estado.
    Além disso não se trata só de segurança da central: os resíduos só por si são um problema insolúvel.
    Quando países como a Alemanha estão a desmantelar as suas centrais, só aqui para aparecerem uns artistas tentando meter algum (muito) ao bolso.

  11. Jorge says:

    Talvez:
    Não sabia que eras padre.
    Tu parioverina, tu chapo. Fasai!

    Os resíduos até são uma coisa interessante.
    Em algumas províncias espanholas o pessoal anda a lutar para que sejam instalados “cemitérios” nas suas regiões. Criam emprego na construção e mais tarde na operação. Empregos bem pagos. E há segurança. os contentores não são latas e são depositados dentro de massas rochosas densas. Limpinho.

    Luis Moreira:
    Só precisamos dos espanhóis por causa das espanholas. Ao fim de 800 e tal anos ainda andamos agachados?

  12. Talvez... says:

    Jorge :
    Em algumas províncias espanholas o pessoal anda a lutar para que sejam instalados “cemitérios” nas suas regiões.

    Por isso é que uma série de regiões autónomas já aprovou ou está em vias de aprovar legislação que proíba a instalação desses ditos cemitérios nas suas regiões. E por isso é que muitas povoações já se manifestaram (e manifestam) contra essa possibilidade.

    Quanto à parte do padre, digo-lhe apenas que não sou nem padre nem madre, mas se gosta das falácias, cabe-me apontar-lhe a falácia ex populum neste seu último comentário. (P.S.: Os nomes das falácias são em latim, não fui eu que resolvi inventar).

  13. Luis Moreira says:

    Jorge, nem pensar. Eu até ando há anos a pensar em ter um negócio. Importar espanholas e montá-las cá…
    Mas a sério, a indústria nuclear já tem 50 anos e há grandes avanços tecnológicos. O argumento que me leva a não ter uma certeza quanto a Portugal, é o de sermos um país que vai viver cada vez mais do turismo. Não sei se a balança compensa.

  14. maria monteiro says:

    Sempre podemos ser inovadores e criar … o turismo nuclear (Luís, assim podes incluir também as tuas espanholas eheheeh)

  15. Jorge says:

    Luis Moreira,
    Esse negócio das espanholas é bom. Avance.

    Quanto a vivermos do turismo, deixe-se disso. Por este andar, mais duas gerações e somos escravos. A maior parte da Europa está a ser colonizada por novos senhores. Quando a China tiver tudo na mão, sobe os preços, cá não existirá nada para produzir coisa alguma, o know-how morreu ou está tão velhote que já lá não vai das canetas. Depois é que vão ser elas. Se não se fizer nada JÁ, pode crer que é isso que vai acontecer. Tema pelos seus netinhos, digo-lhe eu com mágoa. O futuro não é de turistas, meu caro. Daqui a algum tempo pouco mais haverá que para a bucha do dia a dia, quanto mais para passear. Se ainda somos 5 milhões a trabalhar para sustentar uma corja de chulos, é bom que nos esforcemos mais um pouco e façamos a tal central nuclear, que só em luvas e comissões dá mais que os ordenados do Mexia em dez anos, ou uma flotilha inteira de submarinos.
    Isso é que era!

  16. Jorge says:

    Talvez,

    “E por isso é que muitas povoações já se manifestaram (e manifestam) contra essa possibilidade.”

    Mas outras também se manifestam a favor dessa possibilidade.
    E uma coisa é certa: Alguém vai ter de tomar conta daquilo, porque não se pode abandonar na rua.
    E vai lá ficar.
    Portanto, quem é contra vai perder, porque os argumentos económicos que já fizeram alterar leis que eram contra e agora são a favor, vão aumentar.
    Actualize-se.
    Ar ecologia vale menos que a comida, o carro, as roupas, o futuro está sempre na mesa a fazer companhia ao pão.
    O futuro é na mesma bifes, presunto, vinho e yogurtes para os putos.

  17. Talvez... says:

    Jorge :
    Talvez,
    “E por isso é que muitas povoações já se manifestaram (e manifestam) contra essa possibilidade.”
    Mas outras também se manifestam a favor dessa possibilidade.
    E uma coisa é certa: Alguém vai ter de tomar conta daquilo, porque não se pode abandonar na rua.
    E vai lá ficar.
    Portanto, quem é contra vai perder, porque os argumentos económicos que já fizeram alterar leis que eram contra e agora são a favor, vão aumentar.
    Actualize-se.
    Ar ecologia vale menos que a comida, o carro, as roupas, o futuro está sempre na mesa a fazer companhia ao pão.
    O futuro é na mesma bifes, presunto, vinho e yogurtes para os putos.

    Nós não usamos energia nuclear, e temos iogurtes, bife, presunto e vinho. Não é a energia nuclear que nos vai dar isso. A energia nuclear é apenas uma via para um fim, fim esse que pode ser atingido de muitas formas.

  18. Luis Moreira says:

    Uma coisa é certa. Temos que escolher. Este nível de desenvolvimento implica a energia nuclear, ou então não podemos ter duas TVs cá em casa…

  19. Talvez... says:

    Luis Moreira :
    Uma coisa é certa. Temos que escolher. Este nível de desenvolvimento implica a energia nuclear, ou então não podemos ter duas TVs cá em casa…

    Exagera. De que saiba, Suíça, Dinamarca, Luxemburgo, etc. têm um excelente nível de vida e não tem centrais nucleares. Na Alemanha, começaram a desactivá-las. Aliás, na Alemanha e na Dinamarca, o investimento está a fazer-se nas energias renováveis.

    Não é a energia nuclear que vai resolver os nossos problemas. A nossa eterna crise não é uma questão de recursos energéticos.

    • Luís Moreira says:

      Talvez, por muito que nos custe ( e pode crer que me custa tanto a mim como a si) o que vai decidir é o preço e, no futuro, a única que vai baixar dràsticamente no preço é a nuclear. Até porque já é a mais barata.

    • Luís Moreira says:

      Estou a falar a nível global. A Finlândia aceitou ser o país experimental para a primeira central da nova geração (após Chernobil, ) Na Alemanha estão a desactivar as centrais que estão no fim da vida útil, e vão construir novas.

  20. Jorge says:

    “Nós não usamos energia nuclear, e temos iogurtes, bife, presunto e vinho. Não é a energia nuclear que nos vai dar isso.”

    A si, talvez não. Mas para quem vive numa região que é só pedras, onde há poucos bifes, e onde o futuro é pouco menos que negro, a E.Nuclear representa mesmo mais bifes, ou os bifes e os yogurtes. E se aparecer um trabalhito numa coisa daquelas, entre as preocupações dos outros que nem lá moram e os bifes deles, qcredite que quem vai ter peso, vão ser os bifes e os yogurtes.
    Deixem-nos decidir e escolher o seu caminho.

    “a energia nuclear é apenas uma via para um fim, fim esse que pode ser atingido de muitas formas.”

    É. Lá isso é.
    Ou deve ser…
    Se uma barragem rebentar, ou alguém rebentar com ela, também deve ser o fim.

  21. Talvez... says:

    Outro comentário roubado, do Corta-Fitas:

    De Luís Naves a 7 de Abril de 2010 às 17:31
    Exactamente, grunho, e têm de explicar como tencionam contornar o problema da directiva europeia que obriga a utilizar primeiro a energia renovável não nuclear. Ou seja, a central não seria usada nas horas de menor consumo, pois a eólica e hídrica chegam para as necessidades nacionais. Central parada nessas horas é igual a central com prejuízo.

    • Luís Moreira says:

      Nada disso, Talvez. Outro grande problema das renováveis é que não são previsíveis e, por isso, quando há energia, como não há como a acumular, tem que ser descarregada na rede, enquanto as barragens podem ser fechadas e a central nuclear desactivada, nas alturas necessárias. É por isso que é dada precedência a energia verde!

  22. Talvez... says:

    Jorge :
    A si, talvez não. Mas para quem vive numa região que é só pedras, onde há poucos bifes, e onde o futuro é pouco menos que negro, a E.Nuclear representa mesmo mais bifes, ou os bifes e os yogurtes. E se aparecer um trabalhito numa coisa daquelas, entre as preocupações dos outros que nem lá moram e os bifes deles, qcredite que quem vai ter peso, vão ser os bifes e os yogurtes.

    Hehe, acontece que eu vivo justamente numa dessas regiões.

    Deixem-nos decidir e escolher o seu caminho.

    Não teria problemas nenhuns com um referendo.

    É. Lá isso é.
    Ou deve ser…
    Se uma barragem rebentar, ou alguém rebentar com ela, também deve ser o fim.

    O fim da barragem, pelo menos. E eu não sou adepto de barragens.

  23. Talvez... says:

    Luís Moreira :
    Nada disso, Talvez. Outro grande problema das renováveis é que não são previsíveis e, por isso, quando há energia, como não há como a acumular, tem que ser descarregada na rede, enquanto as barragens podem ser fechadas e a central nuclear desactivada, nas alturas necessárias. É por isso que é dada precedência a energia verde!

    Através da criação de estruturas de acumulação, esse problema seria resolvido.

    • Luís Moreira says:

      Não há tecnologia para acumular energia desses montantes. veja que o mais que se consegue armazenar para as pilhas dos automóveis são 250 Kms, e mesmo assim, há um problema de espaço e peso ainda não resolvido.

  24. Talvez... says:

    Outro ‘empréstimo também do Corta-fitas:

    Será que o lobby do nuclear conseguirá alguma vez assumir um compromisso contratual e afirmar publicamente que constrói sem ajudas estatais uma central nuclear, que faz todas as obras na rede eléctrica para esta poder receber o input energético sem ajudas também e que gerirá o negócio sem garantias estatais, comprometendo-se, ademais, a pagar do seu bolso todos os prémios de seguro?

    publicado por Pedro Quartin Graça

    A energia nuclear depende de combustível também… e o combustível também se paga, enquanto que a renovável vem do ar e do Sol – há em toda a parte e sem riscos envolvidos.

  25. Luis Moreira says:

    Já apareceu um empresário, com provas dadas, a propor o investimento. E quanto ao lobby que controla a importação de carvão para a central do Pego? Tambem paga os seguros todos?

  26. Talvez... says:

    Luis Moreira :
    Já apareceu um empresário, com provas dadas, a propor o investimento. E quanto ao lobby que controla a importação de carvão para a central do Pego? Tambem paga os seguros todos?

    A propôr… E o dinheiro?
    O facto de que os outros não fazem o seu trabalho como deveria ser não desculpa incumprimentos futuros…

  27. Talvez... says:
  28. Luis Moreira says:

    O que se pode dizer, e a associação das energias renováveis deixa ímplicito, é que vamos ter um “mix” de fontes de energia. Mas essas questões que são colocadas contra o nuclear são laterais. Como lhe disse vai ser o custo a determinar as decisões, o resto são argumentos de interesses instalados…

  29. Luis Moreira says:

    Lembra-se do cunhado de Guterres que foi indicado como um dos intermediários na importação? Quanto ganha na intermediação sem arriscar um tusto? São argumentos muito fraquinhos…

  30. Jorge says:

    O mundo vai ficar cheio de porcaria por causa da energia.
    O melhor é acabar isto, apagar a luz e voltar a ter um ar muito limpinho, mas tudo às escuras.
    E tudo nuzinho, que não se pode matar animais para lhes tirar a pele.
    O regresso às cavernas.
    E comer só ervinhas, que carne faz mal…

  31. Luis Moreira says:

    Jorge, as pessoas estão muito preocupadas com o nuclear mas anda tudo de automóvel, sacam o petróleo do seio da terra, cada vez mais caro, há guerras em várias partes do globo por causa do petróleo…

  32. Talvez... says:

    Luís Moreira :
    Não há tecnologia para acumular energia desses montantes. veja que o mais que se consegue armazenar para as pilhas dos automóveis são 250 Kms, e mesmo assim, há um problema de espaço e peso ainda não resolvido.

    Quanto a pilhas de automóveis, há protótipos funcionais com autonomia de 500 km, e a tecnologia tem vindo a aperfeiçoar-se. Lembro de uma pesquisa (com frutos) que vinha a conceber baterias com capacidades muito, muito maiores (para carros). Claro, que sem a limitação peso/ espaço, pode-se armazenar uma quantidade indefinida de energia.

  33. Jorge says:

    Os nossos submarinos novos são movidos (quando navegam submersos e não só, penso eu) com energia proveniente de células de combustível.
    Está quase tudo resolvido, malta.
    Põe-se aquilo em terra, com rodas e manda-se para onde fizer mais falta.
    O pior é a poluição que os marinheiros fazem.
    Falam muito alto, andam à porrada, dão tiros, bebem muito, estão sempre a lavar a roupa, e peidam-se muito.
    Uma chatice nunca vem só.

  34. Luis Moreira says:

    Para manter uma rede pública? As energias renováveis têm essa grande limitação…

  35. maria monteiro says:

    bom decidam-se … e combóios movidos a energia nuclear há ou não?

  36. Jorge says:

    maria monteiro :
    bom decidam-se … e combóios movidos a energia nuclear há ou não?

    Que se saiba, não.
    Mas já tenho visto umas coisas nucleares que são movidas de comboio.

  37. maria monteiro says:

    verdade? mas essas coisas nucleares devem andar só de TGV o que por enquanto é um alivio…

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