FACE OCULTA COM RABO DE FORA
Esta saga não acaba. Vara, Sócrates e companhia ainda nas bocas do mundo e em cópias guardadas em cofres, a sete chaves.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
FACE OCULTA COM RABO DE FORA
Esta saga não acaba. Vara, Sócrates e companhia ainda nas bocas do mundo e em cópias guardadas em cofres, a sete chaves.

Entre os dois passados sábados, estive em Toronto. Efectivamente. No Verão do maldito ano de 2024, de férias no Canadá, também fora a Toronto, mas soubera-me a pouco. Muito pouco. Assim, aproveitei a presença no New Sounds, oh yeah, para me estrear na Queen Books da Queen e também na Type Books e na She […]

Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
O “eu não sou jurista” é sempre seguido de um “mas”.
o Polígrafo continua a achar que António Costa é presidente da Comissão Europeia.
A sério? As pessoas? Talvez. Políticos? Olhe que não.
deve entender-se do ponto de vista metafórico e não literal.
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Bemmmm, até me parece ver alguém à escuta dentro do auscultador…
Um nojo a sua opinião.
Porque razão a comunicação social faz mais justiça do que os tribunais.
Esse é o grande problema. O senhor e os jornais fazem a opinião pública pensar que alguém é criminoso. Os investigadores não conseguem reunir provas. Os juízes sem provas não conseguem condenar (às vezes “alguns” conseguem).
Depois vêm os treinadores de bancada dizer que o resultado é sempre o mesmo, que os criminosos saem sempre em liberdade.
Muitos ou quase todos os que opinam não leram os processos de acusação. Eu li. É uma vergonha! Mal escrito e mal fundamentado, com juízos de intenções por todo o lado.