Muito obrigado sr. Sócrates. Enquanto se pavoneia em Paris, cá estaremos nós a pagar com o subsídio de Natal, impostos q.b. e com os anunciados orçamentos rectificativos o delírio a que chamou salvar a banca.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Muito obrigado sr. Sócrates. Enquanto se pavoneia em Paris, cá estaremos nós a pagar com o subsídio de Natal, impostos q.b. e com os anunciados orçamentos rectificativos o delírio a que chamou salvar a banca.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Para o caso de não saber, o Sr Sócrates não está em Paris a passear. Está num hospital da Corunha, à cabeceira do irmão moribundo. Desculpará, mas se as pessoas se tivessem unido a quando da apresentação do PEC IV, tínhamos evitado a entrada da troika e este leilão do patrimóno ao desbarato. Há momentos na vida dos países em que as pessoas se devem unir e deixarem-se de partidarites odientas e odiosas.
Está? Não faço ideia. Reporto-me ao que li há tempos e que não há-de ter ido parar à comunicação social por obra do espírito santo.
Quanto a essa do PEC 4, é nova. Não fazia ideia que pagaria o mega buraco do BPN. As minhas desculpas, então.
Dado o tema, é quase irrelevante saber que Hoje ou Ontem ou Amanhã Sócrates está na Corunha ou em Lisboa, a tratar da sua vida pessoal (a quem direito);
mas por causa das suas decisões “políticas”, democraticamente legitimadas, os portugueses vão andar a pagar as vacas a alguém.
Ontem, Hoje… Amanhã e nos dias seguintes.
É a vida.
Ó Fernanda, se nos tivéssemos unido, o coelhinho tinha ido com o Pai Natal e o palhaço no comboio ao circo?
A decisão de “nacionalizar” o BPN não foi do governo, foi da AR, penso que tomada por unanimidade, com o chumbo da proposta óbvia de meter no mesmo pacote a SLN.
Agora somemos a isso Mira Amaral, e já agora a nomeação de 2 ex-responsáveis do BPN para a CGD, e diria que apontar para Sócrates é neste caso um tiro muito ao lado.
Não, a decisão foi do governo, tendo sido posteriormente aprovada pela AR. A ordem dos acontecimentos é muito relevante.
http://economia.publico.pt/Noticia/governo-anuncia-nacionalizacao-do-bpn_1348467
Quanto ao pântano das nomeações e de quem por lá passou, isso era um não problema até que o banco deixou de ser privado.
Creio que é muito oportuno olhar para os nomes ligados a isto e ver que não foi o interesse dos depositantes que nos arrastou para este buraco colossal, como agora se diz.
http://para-memoria-futura.blogspot.com/2009/11/dez-processos-mediaticos.html
A “nacionalização” tinha de ser aprovada numa AR onde o governo não tinha maioria absoluta. Tanto PSD como CDS apoiaram, limitando-se a mais tarde grunhir umas queixas sobre a gestão que a CGD lhe estava a impor.
Havia outro caminho, nacionalizando a SLN, coisa a que se opuseram os mesmos partidos, em particular o PSD que tinha lá os seus interesses.
Estás a tapar o sol com a peneira, Jorge. Sócrates esteve mal, mas esteve sempre acompanhado. E a devolução do BPN ao cavaquismo é o maior escândalo dos últimos anos. Ao pé disto as faces ocultas e os freeports são estórias de meninos.
Nem estou a tapar o sol com a peneira, nem estou a defender ninguém. O que pretendo dizer é que o BPN não devia ter sido simplesmente nacionalizado. A AR aprovou? Certo, mas não tivesse a proposta existido e não teria sido a AR a avançar. É de lembrar que o PSD não era o único com interesses no bpn. O próprio PS também era parte interessada. Depois deixo o link.
Quanto a este banco voltar às mãos de quem por lá andou, é de facto uma escandaleira.
Cá está, o banco que afinal não era só do PSD.
http://fliscorno.blogspot.com/2009/06/entao-nao-era-o-banco-do-psd.html
Isso são amendoins. Ainda mais do que do PSD, era o banco do cavaquismo. Os seus personagens centrais frequentaram o mesmo conselho de ministros, ou de ajudantes.
A crise é um negócio escaldante que nos faz sentir muitos calores, sobretudo na área da carteira, provocados pelas negociatas bancárias nacionais, com lucros pornográficos para o privado e prejuízos obscenos para o público. Um verdadeiro escândalo, ou holocausto para os contribuintes nacionais. Para além dos piratas colocados na CGD, temos o BIC – escolha do governo – a comprar o BPN nestes moldes: http://www.ionline.pt/conteudo/140541-bic-ganha-bpn-e-estado-paga-custos-dos-despedimentos , embora houvesse uma suposta oferta de um tal NEI no valor de 100M€: http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1938865.
Vai-nos também sair do bolso os 3500M€ da CGD lá enterrados. E como “os amigos são para ocasiões”, convém também somar os milhões do amigo Duarte Lima: http://crimeejustica.blogspot.com/2011/07/domingos-duarte-lima-escondeu.html. Conclusão: Bom negócio para o BIC em que Américo Amorim detém 25%, através da Amorim Projectos e Isabel dos Santos, filha do presidente angolano José Eduardo dos Santos, outros 25%, restantes aqui: http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1940104&seccao=Dinheiro+Vivo Mais aqui: http://kuribeka.com.sapo.pt/isabel_santos.htm
Agradeçamos aos governos sócrates e aos governos anteriores todas as patifarias que iremos pagar e que jamais nos iremos libertar, nós, as gerações mais ou menos jovens e as que hão-de vir.
Mas como um mal nunca vem só, nem há uma sem duas, ou três… ou mais, aposto que vem aí mais uma m…. para o contribuinte limpar, dado que o BCP lixo e liso está em fase de saldos para o CH: http://economico.sapo.pt/noticias/bcp-faz-desconto-a-quem-liquidar-o-credito-a-habitacao_123734.html
Também não percebi porque o NEI foi excluído. Espero que seja divulgado. Caso contrário, ter-se-á que concluir que estamos perante mais uma negociata.
Se os portugueses tivessem alma, em vez de mexericos punham todos a andar todos estes políticos para aonde vieram mas, como têm nas veias a covardice colocam o rabo entre as pernas…
Nunca votei em Sócrates, mas acho extraordinário que se atire para ele as culpas de negociatas dos ministros, secretários de estado e amigos de Cavaco Silva e deste mesmo.
Há duas fases no problema: a teia de vigarice que levou o banco à falência e a nacionalização do banco. Sócrates transformou um problema particular num problema de todos.
“E os depositantes?” – talvez esteja para dizer – ao que eu responderia “E os seguros dos depósitos? E o dinheiro de impostos que já foi colocado no banco?”