As barragens criam emprego!… Construída por volta de 1978, a grande barragem do “Poçinho” está a recrutar um electricista.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
As barragens criam emprego!… Construída por volta de 1978, a grande barragem do “Poçinho” está a recrutar um electricista.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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E os empregos indirectos não contam?, ainda ontem na praia de Mira foi montado um estaleiro de obras…
Onde estão os empregos “indirectos” das grandes barragens do Douro?
O Vale do Tua, tal como existe, dá emprego directo a 2 mil pessoas; nem o vinho nem o azeite de qualidade se extraem do Plano Nacional de Barragens, a troco de 16 mil milhões de euros dos impostos dos portugueses…
Contam concerteza .. como o negócio
http://www.edp.pt/pt/investidores/informacaoprivilegiada/2010/Pages/EDPRenovaveis.aspx
EDP Renováveis selecciona Vestas para contratar o fornecimento de aerogeradores relativos a um máximo de 2,1 GW de capacidade eólica
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Porque não selecionou uma empresa portuguesa??
Porque razão as barragens são em trás os montes e os “prémio” são pagos em Lisboa?
Porque razzão as barragens são em trás os montes e trás os montes é a zina mais pobre de toda a União europeia???
Porque é que as barragens são em trás os montes e o estaleiro fica em MIRA???
PORRA!!!!
O estaleiro de Mira era piada aos empregos indirectos criados por barragens, o que lá andam a fazer é tentar evitar que o cordão dunar seja destruido, o que directamente nada terá a ver com barragens.
No entanto, o que sei é que na escola primária me explicaram que a areia da praias provém dos inertes transportados pelos rios.
Poçinho?
Digam-lhes que tenham vergonha naquele foçinho!
Poçinho não pertence a Braganca =)
Mas queriam que AINDA estivessem a recrutar electricistas para uma barragem construida em 1978? Provavelmente será a substituição de algum reformado… Deixemo-nos de conspirações
http://www.dn.pt/bolsa/emprego/interior.aspx?content_id=1599396
Desemprego não desce apesar das novas estradas e barragens
por Helena Fidalgo, da Lusa21 Junho 2010
As grandes obras públicas estão a revelar-se incapazes de diminuir o desemprego em Bragança, com os inscritos nos centros de emprego a aumentarem, apesar das necessidades de mão de obra serem suficientes para absorver todos os desempregados da região.
O distrito está transformado num estaleiro, com empreitadas em simultâneo de estradas e barragens que representam um investimento sem precedentes no Nordeste Transmontano superior a 1.500 milhões de euros, só na fase de construção.
A criação de novos postos de trabalho tem sido apontada como a grande mais valia destas obras, que têm já no terreno um número próximo de metade dos cerca de nove mil trabalhadores previstos no pico dos trabalhos, dentro de um ano.
Porém, a esmagadora maioria da mão de obra já recrutada é de fora da região e, desde o início das empreitadas, o número oficial de desempregados inscritos nos centros de emprego passou de menos de seis mil, no início de 2009, para 7.333 em Abril de 2010.
O desemprego não desce principalmente pelo perfil dos desempregados. A maioria, 4266, são mulheres e mesmo entre os 3067 homens não parece haver muitos candidatos.
“Há situações de desemprego ligado ao sector agrícola e as pessoas não têm perfil e aqueles que eventualmente podem ter perfil muitas vezes não se adaptam”, disse à Lusa o director do projecto da barragem da Baixo Sabor na EDP, Lopes dos Santos.
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Afinal os estudos servem para quê ? .. ou são feitos para quê .. ou para quem???
Só depois de prometerem o … CÉU.. e de destruirem tudo .. é que chegaram à conclusão de que .. afinal .. os transmontanos não servem???
Onde estão os autarcas responsáveis que tudo prometeram?
como os julgará a HISTÓRIA… ou quem sabe,, os seus familiares nais próximos!!
galardoado arquitecto português Eduardo Souto Moura vai conceber a central hidroeléctrica da barragem de Foz Tua, no Nordeste Transmontano, com o desafio de harmonizar a edificação com a paisagem do Douro Património da Humanidade.
De acordo com informação fornecida pela EDP à Agência Lusa, esta será a primeira vez nas barragens portuguesas que uma central de produção de energia terá a assinatura de um profissional de renome, contratado propositadamente para o efeito.
Com a entrega do projeto a Souto Moura, a EDP “procura garantir a melhor integração possível na paisagem do Alto Douro Vinhateiro, conseguindo em simultâneo uma obra de arte arquitectónica de referência internacional capaz de funcionar como mais um pólo de atração para a região”.
O arquitecto vencedor do prémio Pritzker 2011 será o responsável pela concepção do edifício a instalar junto à foz do rio Tua, no âmbito da nova barragem que a EDP está a construir a cerca de um quilómetro da confluência do rio Tua com o rio Douro, entre os concelhos de Carrazeda de Ansiães (Bragança) e Alijó (Vila Real).
Eduardo Souto Moura vai projectar central hidroeléctrica
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2102633&page=-1