7 de Dezembro, na Biblioteca Nacional

Por intermédio do Combustões, recebemos o convite para a inauguração da grandiosa exposição que comemora os 500 anos de relações entre Portugal e a Tailândia (Sião). A preciosa documentação exposta, entre cartas, Tratados e Convenções, literatura e fotografia, atesta a forte presença cultural – que também já foi política, religiosa e militar – portuguesa naquele reino asiático. Um catálogo ilustrado, marca o início das comemorações que decorrerão durante os próximos meses.

Uma boa notícia: aquela gente afim de BPN, BPP, Freeport, Covas daqui e dali, Liscont, aeroportos “já-mé”, auto-estradas de e para nenhures, acções fora da Bolsa, sucatas e pescarias de robalos, etc, etc, estará na Biblioteca Nacional noutro horário. Isto evitará encontros desagradáveis aos leitores do Aventar.

Comments

  1. Nuno Castelo-Branco says:

    Pois-pois digo eu: na Tailândia, essas coisas ficam-se quase sempre pelo indulto vindo do palácio e a lei tem sido mais pro-forma que outra coisa qualquer. Aliás, Rama IX é CONTRA – já o disse sobejas vezes – a lei da lesa-majestade. Por outro lado, certos poderes bem situados em Pequim e Washington, sabem perfeitamente que a única forma de lá colocarem um ditador como Thaksin, será através do enfraquecimento da monarquia, aliás reverenciada pela população. Na Rússia, esse tipo de “lesa-majestade” resolve-se, tal como outrora nos tempos da defunta URSS, de uma forma bem simples: um tiro na nuca, uma picada de um guarda-chuva oportunamente envenenado, ou um “desaparecimento a la Humberto Delgado”. O Putin é mesmo expedito nesses truques.

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