A globalização do pastel de nata – o Álvaro merece o Nobel!

[vodpod id=Video.15948438&w=425&h=350&fv=file%3Dhttp%3A%2F%2Frd3.videos.sapo.pt%2FlOhC7dqbhOPERnm93ina%2Fmov%2F1%26amp%3Btype%3Dvideo%26amp%3Bimage%3Dhttp%3A%2F%2Fsicnoticias.sapo.pt%2Feconomia%2Farticle1243147.ece%2FALTERNATES%2Fw570%2F1038172_4.png%26amp%3Bskin%3Dhttp%3A%2F%2Fsicnoticias.sapo.pt%2Fskins%2Fsicnot%2Fgfx%2Fjwplayer%2Fsic_noticias.xml%26amp%3Bautostart%3Dfalse%26amp%3Brepeat%3Dlist%26amp%3Bbufferlength%3D3%26amp%3Bcontrolbar%3Dover]

Passos Coelho, quando sondou individualidades para o governo e escolheu  conselheiros, recorreu de certeza a uma das melhores sociedades portuguesas de “headhunters”. Ao ler nas entrelinhas os derradeiros relatos e artigos da Mozart49, não me espantaria que a preferida tenha sido a Heidrick & Struggles (Dr. Nuno Vasconcellos, a publicidade aqui no ‘Aventar’, por enquanto, é gratuita; depois compensa-nos com uns tempos de antena no novo canal privado da TV).

Apenas uma sociedade do género da Heidrick & Struggles, mais ou menos filial da Mozart49, teria capacidade, ‘know-how’ e sagacidade de descobrir o Prof. Álvaro Santos Pereira  na longínqua Vancouver, para Ministro da Economia e do Emprego.

O ministro Álvaro nasceu com o privilégio de uma mente brilhante. De invulgar visão. Jamais houve outro estratega português dotado de tão sábia inteligência, há dois séculos. Bastará referir que os ‘pastéis de Belém’ existem desde os princípios do Século XIX e, de então para cá, nem uma personalidade  sequer tirou da cartola a ideia de que, para equilibrar a Balança Comercial, uma das soluções é globalizar, vender pastéis de nata por esse mundo fora. Somos uns doces, governo incluído

O ministro Álvaro merece o Nobel!

Comments


  1. O Álvaro é viajado, o Álvaro sabe.


  2. Nacionalização do Pastel de Belém, já!
    A seguir Franchising, após acordo bilateral com a China…
    Eles falsificam a patente a baixo custo e nós por cada pastel vendido recebemos dividendos…
    O Pastel vai criar pastel €€€€€€€€€€


  3. Ele ainda não percebeu que temos milhares de portugueses emigrados por todo o mundo (antes ainda do conselho de Passos Coelho) que vendem pastéis de nata há já não sei quantos anos? Quando esteve no Canadá nunca saiu de casa? Grande cromo…

  4. Carlos Fonseca says:

    Caro Paulovox,
    Também conheço vários países e, em alguns deles, particularmente junto de comunidades portuguesas, há cafés e pastelarias a vender pastéis de nata. Em Londres, por exemplo, há várias.

  5. Nightwish says:

    Primeiro era internacionalizar o artesanato, agora é o pastel de nata. Sem qualquer dúvida, o pior ministro da economia de sempre. Gostava de saber onde tirou o curso, para fugir de qualquer pessoa que tenha feito o mesmo.


  6. aiiiiiiiiiiiiii..andamos com falta de ideias???

  7. Observador says:

    Isto, é só a nata do governo que temos.
    Ontem, ouvi outra “pérola” do primeiro-aldrabão, disse: “sentir-se muito confortável” …pois, pois! mas deveria deixar esta situação e emigrar cumprindo o conselho daquele rapaz do seu governo.


  8. Embora já esteja habituado à linguagem algo desajeitada de ASP, a ideia subjacente está correta e só uma visão tacanha (já em 2012 precisamente sobre um assunto semelhantetípica de açorianao, no que discordo vendo alguns comentários aí da metrópole) é que não se apercebe do problema subjacente.
    Indo ao Canada verifica-se em qualquer grande espaço comercial nas zonas de restauração e pronto a vestir cadeias de comércio de quase todas as culturas existentes na zona… a Portugesa está praticamente ausente e isso é extremamente evidente em Vancouver e na minha cidade natal apesar dos muitos milhares de concidadãos nossos lá.
    Existem lojas portuguesas normalmente frequentadas quase exclusivamente por lusitanos, tipo gueto, existe nos hipermercados e nas lojas de vinho (cujo comércio é estatal) produtos da lusa pátria, mas sobretudo virados para os lusocanadianos.
    Por norma não há abertura da nossa gastronomia, moda, cultura, etc. aos outros povos que potencialmente poderiam vir a consumir coisas nossas e aumentar algumas das nossas exportações. Aliás os Chineses são mestres nisso e em dar lições deste tipo aos portugueses, pois são fomentados pelo poder político e compram Portugal.
    Pelo que conheço da Europa, a tacanhez portuguesa e o elitismo da esquerda bem pensante não dão melhores frutos que no novo mundo.
    ASP desajeitadamente tem razão.


  9. Esse homemzinho não está bom da cabeça.
    Se é assim tão viajado, será que nunca encontrou uma “substancia amarela” chamada C-U-S-T-A-R-D?

    Há gente muito estúpida!

  10. mortalha says:

    eu percebo o senhor. toda a gente sabe que a alemanha tem uma economia forte por causa das bolas de berlim!


  11. Viva o Pastel de Nata que nos vai tirar da crise !!! Agora estão a olhar para o que é nosso, para o que de bom o país tem, e de facto tem, desde os vinhos aos queijos, da fruta aos legumes, às carnes endógenas, aos enchidos, etc, etc, mas esquecem-se que a fatura que agora pagamos é demasiado alta pelos erros que cometemos pelas politicas do tempo das “vacas gordas” finais dos anos 80, em que se pagava para não produzir, em que se pagava para não pescar, em que se pagava para abater as frotas pesqueiras, em que se pagava para não produzir leite, e agora ? os espanhóis, os franceses e os alemães meteram cá tudo… e nós continuamos nesta triste e pobre submissão. Viva a globalização !!!

  12. Jorge Anyous says:

    Mas que cromo!
    É com esta nata de políticos e de ministro que estamos onde estamos.
    Ninguém lhe consegue dizer que está nu.
    Pobre economia que tem á sua frente um homem deste calibre.acho que está tudo louco.

Deixar uma resposta

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.