Imitação à vida. Ensaio de etnopsicologia da infância
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El Ângelus, 1857-1859, por Millet
Para os meus netos Tomas e Maira Rose, os van Emdem da Holanda, e Ben, May Malen, Javier, Max Raúl ou os Isley da Grã-Bretanha, fihlhas de repaigas nascidas Iturra- González.
Bem sei do filme que existe com este título* de 1956, com Lana Turner e John Gavin. Como todo leitor deve supor, não é do filme que queria falar, muito embora a temática seja semelhante ou tenha sido feita. Os adultos do filme imitam outros para aprenderem a viver e comportar-se como for conveniente aos roles que representam. [Read more…]
Outras opiniões de Manuela Ferreira Leite sobre a saúde dos portugueses

«É deplorável que se consinta que indivíduos que sofrem de moléstias incuráveis continuem a contaminar as pessoas sadias. Isso corresponde a um sentimento de humanidade do qual decorre o seguinte – para não fazer mal a um arruinam-se centenas.»
«Tornar impossível que indivíduos doentes procriem outros mais doentes é uma exigência que deve ser posta em prática de uma maneira metódica, pois se trata da mais humana das medidas.»
«Deve-se proceder, sem compaixões, no sentido do isolamento dos doentes incuráveis».
«Quem sabe exatamente se está doente ou não? Não se verificam inúmeros casos em que uma pessoa aparentemente curada, recai e causa desgraças horríveis, na perfeita ignorância da realidade?»
«Tudo o que se fez foi, ao mesmo tempo, insuficiente e irrisório. A corrupção do povo não foi evitada.»
«O papel do mais forte é dominar. Não se deve misturar com o mais fraco, sacrificando assim a grandeza própria.»
« Educando o indivíduo, o Estado deve ensinar que não é uma vergonha, mas uma lamentável infelicidade, ser fraco ou doente, mas é um crime e também uma vergonha.»
Estas e outras opiniões de Manuela Ferreira Leite na sua última obra
Eu, maçon, me confesso
Não me sentiria bem comigo próprio e perante os meus colegas e leitores se continuasse a esconder a minha ligação à Maçonaria.
Repare-se que não tenho nada contra os irmãos que não o fazem e que, por causa das represálias, preferem ocultar a sua condição. Ninguém é obrigado a divulgar o que quer que seja da sua vida privada.
Por que razão aderi à Maçonaria? Porque comungo dos ideais que norteiam esta sociedade fraternal que cultiva os valores da liberdade, igualdade e fraternidade.
Pena que muitos não o compreendam e que muitos outros pensem que tudo se resume a tráfico de influências. Já estou habituado desde que a minha mulher se vira para mim todas as semanas, quando saio de casa depois do jantar para a nossa Loja de Passos Manuel, no Porto, e me diz: «Já vais para aquilo dos aventais»? Desde que um blogger bem conhecido da nossa praça me disse na cara que o Aventar tem o sucesso que tem, mesmo sem vedetas, pelo facto de eu estar ligado à Maçonaria, acredito em tudo. Esse blogger chegou mesmo a fazer a ligação aventar – avental e a relembrar a presença neste blogue da Ana Anes! [Read more…]
Hoje dá na net: Nosferatu
Em dia de bruxas, de azar e de outras superstições, fica bem um clássico do terror. Nosferatu (Nosferatu: Eine Symphonie des Grauens) foi realizado, em 1922, por F. W. Murnau. O realizador baseou-se no Drácula de Bram Stocker, livro com uma grande fortuna no cinema. Max Schrek, o actor principal, compõe uma personagem verdadeiramente aterrorizadora, a ponto de se ter criado uma lenda de que seria um verdadeiro vampiro que teria como pagamento poder sugar o sangue da estrela feminina Greta Schröder.
A globalização do pastel de nata – o Álvaro merece o Nobel!
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Passos Coelho, quando sondou individualidades para o governo e escolheu conselheiros, recorreu de certeza a uma das melhores sociedades portuguesas de “headhunters”. Ao ler nas entrelinhas os derradeiros relatos e artigos da Mozart49, não me espantaria que a preferida tenha sido a Heidrick & Struggles (Dr. Nuno Vasconcellos, a publicidade aqui no ‘Aventar’, por enquanto, é gratuita; depois compensa-nos com uns tempos de antena no novo canal privado da TV).
Apenas uma sociedade do género da Heidrick & Struggles, mais ou menos filial da Mozart49, teria capacidade, ‘know-how’ e sagacidade de descobrir o Prof. Álvaro Santos Pereira na longínqua Vancouver, para Ministro da Economia e do Emprego.
O ministro Álvaro nasceu com o privilégio de uma mente brilhante. De invulgar visão. Jamais houve outro estratega português dotado de tão sábia inteligência, há dois séculos. Bastará referir que os ‘pastéis de Belém’ existem desde os princípios do Século XIX e, de então para cá, nem uma personalidade sequer tirou da cartola a ideia de que, para equilibrar a Balança Comercial, uma das soluções é globalizar, vender pastéis de nata por esse mundo fora. Somos uns doces, governo incluído
O ministro Álvaro merece o Nobel!












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