Remodelação do Governo (3)

Jorge Moreira da Silva fica com a Energia. Depois do susto do Álvaro, ninguém melhor do que um próximo de Passos Coelho para garantir que se mantêm os privilégios da EDP. É assim que governam os corruptos.

Remodelação do Governo (2)

Sai o Álvaro. Manda quem pode, obedece quem deve.

Os amanhãs que cantam

Por fim, vamos ter um novo chefe do Governo. O líder do partido dos contribuintes, o defensor da lavoura nacional, chegou onde sempre quis: a liderança do executivo.

O facto de ser apresentado como vice-primeiro-ministro não lhe irá diminuir a autoridade. Na realidade é Paulo Portas quem manda no Governo. E com a vantagem de não ter de responder por ele em primeira instância. Haverá melhor que isto?

paulo-portas

Vai ainda coordenar com Maria Luís Albuquerque, em quem não tem confiança, as relações com a troika. Já se sabe, pois, quem vai mandar.

[Read more…]

Quem vai ser a estrela do briefing de amanhã?

O Álvaro, que ainda deve estar a rir-se por continuar no Governo depois de Relvas e Gaspar terem caído?

E em Paris estão muitos jovens à procura de soluções para o desemprego

Santos Pereira em Paris à procura de soluções para o desemprego jovem

O conselho que vem das Falkland (sem taxa e sem termos que esperar pelo Natal)

00-why-they-they-talk-the-talk-and-dont-walk-the-walk-15-09-12David Cameron afirmou, no âmbito da Global Investment Conference – iniciativa que se enquadra dentro dos trabalhos da “UK’s Presidency – G8” –  que o Investimento Directo Externo  (IDE) é a alavanca para o crescimento económico e sublinhou que o Reino Unido já começou a percorrer o seu caminho, sendo exemplo claro as recentes medidas anunciadas pelo Ministro das Finanças, George Osborne, para estimular o crescimento por via do incentivo às empresas, reduzindo o imposto cobrado de 28% para 24%, sendo previsto ainda a redução desta taxa em 20%, em 2015, tornando-se deste modo a mais baixa do G20. Esta medida posiciona o Reino Unido como o território mais competitivo do Mundo para atrair IDE (Investimento Directo Externo).

Em Portugal é suposto o cenário ser mais ou menos o mesmo.

Segundo o nosso Ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, temos consciência de que é fulcral  a redução do IRC para nos tornarmos competitivos em termos ficais e conseguirmos ter capacidade de atracção para o tão esperado IDE. [Read more…]

Gestores de empresas públicas deixam de ter carro e motorista

Os motoristas e o pessoal responsável pela manutenção estão incluídos na ‘redução da despesa pública‘? Se estiverem, isto é atirar arena para os óculos. Se não estiverem, aguardamos explicações.

LM passos008 240612

MIGUEL MANSO http://bit.ly/10b9wRJ

Pós-alucinado

Álvaro Santos Pereira referiu hoje que Portugal estava no pós crise,

É oficial

Álvaro Santos Pereira é parvo e toma os outros por parvos.

Ó Álvaro, põe os óculos, que estás a lamber a alcatifa

“Ambiente não pode prejudicar política industrial europeia” (Álvaro Santos Pereira)

À atenção do ministro Álvaro


O design da Pastelaria Semi-Industrial Portuguesa

via Tiago do 5 Dias

Os destaques do Álvaro

A mensagem é clara: emigrem!

[Read more…]

O coiso de Álvaro Santos Pereira

Foi preciso importar um português do Canadá para confirmar que o grande problema de Portugal é o coiso.

Os mais puristas poderão censurar ao Ministro da Economia e do Emprego a utilização de um termo tão pedestre, mas a verdade é que não lhe resta outra solução. Na realidade, num país em que a economia está em coma e o emprego em extinção, só resta a Álvaro Santos Pereira ser ministro do coiso. Aliás, talvez antevendo a inutilidade do ministério a que ia presidir, foi ele próprio a pedir que não o tratassem por ministro: seria algo tão absurdo como chamar governo ao actual governo.

Finalmente, um país com tantos problemas já não tem designações que cheguem. É, portanto, natural, que se use “coiso”, a palavra que, em Portugal, é uma espécie de etc.

Depois de, há uns anos, termos seguidos o cherne, resta-nos agora atentar no coiso.

Álvaro Santos Pereira

Completamente afastado de qualquer círculo dos sucessivos poderes que têm dirigido o país, foi com surpresa ter recebido um convite para na companhia de uma dúzia de bloggers, jantar com o Ministro da Economia.

Uma longa conversa de três horas e a constante colocação de problemas candentes e incómodos, apenas serviram para confirmar aquilo que já sabia. Não estamos a lidar com um “soldado da fortuna” recrutado para preencher o lugar por um determinado tempo e compor fotografias de eventos de circunstância, sejam estes cimeiras à beira Tejo ou visitas a amigáveis empresas. Em suma, este Ministro não precisa do lugar para nada e tendo-me atrevido a deixar a questão da transumância habitual para postos mais rendosos, meio a sério, meio a brincar pronunciei a frase: [Read more…]

Álvaro Santos Pereira critica o governo

Santos Pereira: “Sinto que o que estamos a fazer incomoda”

Em defesa e simplificação de Álvaro Santos Pereira

Também me dá muito jeito que caia, é costume ler-se como sinal de o governo ir atrás, embora preferisse decifrar o mistério das sondagens desaparecidas.

Mas a forma como este ministro deste repelente governo, onde manda um homem que não sabe soletrar para si próprio filho da puta, tem sido tratado, causa-me a repulsa que a palavra dignidade impõe. De todos os ministros  foi o que menos estragos fez, digam lá que foi por nada fazer, mas os outros fizeram, e andamos pagar por isso.

Um governo que tem uma Cristas que defendia ontem o que hoje se esquece, ou um Mota a dar aos caridosos o que não dá aos pobres, um Crato que não faz absolutamente nada do que andou anos a escrever, um Aguiar Branco que na defesa até perdeu a pronúncia do norte, um governo que se pode resumir em ter um Relvas, ao pé do qual a memória de Augusto Santos Silva se transforma na de alguém sério, um governo de profissionais da politiquice juvenil decorada com o acne do oportunismo não pode ser bombardeado pelo lado de quem nunca dela viveu.

Que tenham ido buscar o Álvaro para bobo da corte, até entendo, como estratégia de comunicação foi um achado.

Mas muito simplesmente não alinho nisso. E sim tem que ver com uma vaga solidariedade académica. A diferença entre o Álvaro e a maioria dos seus colegas de governo começa em ter-se licenciado numa universidade a sério, e séria, que também é a minha. Séria e a sério, neste governo, poucos mais se podem gabar disso, em universidades e em vida. Ia apostar que este sai de ministro e volta para onde estava. Os outros já sabemos a lusoponte que os espera à esquina da carreira.

Cánãdá

cánãdá

Cá não dá, lá dará?

Subir para cima, descer para baixo, demitir o demitido

Quem é que leva uma arca congeladora para o Alasca?

Quem é que leva areia para a praia?

Mea culpa caro leitor. Percebo agora que não se pode demitir o que já foi demitido há muito.

Santos Pereira deixou o governo

O Aventar abre aqui uma experiência singular e nunca antes concretizada na televisão pelo Rui Santos. Sim, isto é completamente inédito.

Um contador de tempo para saber os segundos em falta para o Ministro Álvaro Santos Pereira deixar o governo!

O tempo é à escolha do freguês e completamente grátis!

Digam lá se isto não é um cluster ao nível do pastel de nata?

O Álvaro diz que Portugal está melhor

Álvaro Santos Pereira, Álvaro para os inimigos, o inventor do pastel de nata franchisado e o criador do gestor de carreira para desempregados, o Álvaro-emigrante-com-orgulho, apareceu agora a dizer que Portugal está “em condições muito melhores” do que quando o Governo tomou posse.

Ciente da minha profunda ignorância sobre as cerimónias religiosas que o Álvaro praticará no altar dos mercados e ignorando que fumos inebriantes inalará durante os sacrifícios humanos em que participa, ficarei sempre espantado com esta ideia, decerto miraculosa, com certeza salvífica, evidentemente estúpida, de que é possível um país melhorar à medida que a vida dos cidadãos piora, porque, de acordo com alguma ciência oculta, parece não haver nenhuma relação entre um país e os seus habitantes. Deve ser possível, porque o Álvaro até é professor de Economia e, portanto, deve perceber imenso acerca de dinheiro e de pastéis de nata e era o que faltava que o Álvaro, coitado, se pusesse a falar de pessoas.

Desempregado, uma carreira de futuro

Desempregados vão ter gestor de carreira

Mais uma vez, Álvaro Santos Pereira maravilha o mundo com outra brilhante descoberta. Tendo em conta que o número de desempregados está a aumentar em Portugal, torna-se claro que ser desempregado é uma das carreiras com mais futuro. Daí à ideia de criar a figura de gestor de carreira para desempregados foi um pequeno passo para o Álvaro e um grande salto para os portugueses.

Assim, antes de mais, será importante criar cartões de visita com a indicação da condição de desempregado, o que causará sensação nas festas e beberetes frequentados pelos que optaram por esta promissora carreira.

Os gestores de desempregados aconselharão os seus clientes acerca do melhor modo de desempenhar a sua inactividade. Assim, será importante que o desempregado acorde o mais tarde possível, de modo a que possa prescindir do almoço. O gestor de desempregados poderá, ainda, ensinar aos seus pupilos técnicas de relaxamento que lhes permitam transformar o oxigénio em nutrientes, desde que fiquem muito quietos o dia todo.

Entretanto, há uma grande movimentação na oferta de alternativas ao desemprego e está prevista a criação de cursos profissionais de ladrão, em que os discentes poderão frequentar disciplinas como TGV (Técnicas de Garrote e Vandalismo), CCB (Crimes de Colarinho Branco) e MAMA (Métodos de Ataque à Mão Armada).

As «natas»

Por SANTANA CASTILHO*

A relação entre a consciência individual e a lei é abordada por Peter Singer no livro “Ética Prática” (Gradiva, 2002). A dado passo (p. 317), o autor formula esta pergunta: “Temos alguma obrigação moral de obedecer à lei quando a lei protege e sanciona coisas que achamos totalmente erradas?” Peter Singer responde a si próprio pela escrita de Henry Thoreau (Civil Disobedience: Theory and Practice, Nova Iorque, 1969, p. 28), assim: “Terá o cidadão de entregar a sua consciência ao legislador, nem que seja por um só momento ou no grau mínimo? Para que terá então todo o homem uma consciência? Penso que devemos ser em primeiro lugar homens e só depois súbditos. Não é desejável cultivar o respeito pela lei nem pelo direito. A única razão que tenho o direito de assumir é a de fazer sempre aquilo que penso ser justo”. [Read more…]

UGT: Usurpação das Garantias dos Trabalhadores

No Público de hoje pode ler-se:

Em troca [da meia hora de trabalho], [o Governo] acabaria por negociar um maior número de dias de trabalho, seja por via da redução de férias – cujo período é encurtado em três dias (de 25 para 22), seja pela redução do número de feriados. Além disso, cada empresa passa a poder gerir um banco de horas de 150 horas anuais por trabalhador – uma medida que permitirá a cada trabalhador trabalhar menos num dia e compensar com horas a mais noutro – sem que esse acréscimo seja pago como horas extraordinárias

Em troca da meia hora de trabalho diário, a UGT conseguiu assinar um acordo em que os trabalhadores podem, em média, vir a trabalhar mais de meia hora por dia, para além de ter, orgulhosamente, garantido que o 5 de Outubro continuaria a ser feriado. João Proença, esse grande humorista, explicou que o acordo “é favorável aos trabalhadores só e apenas porque a meia hora seria mais penalizadora”, o que poderia ser comparado a um torturador que dissesse à vítima que, afinal, em vez de ser empalado, iria ser esquartejado. O que seria mesmo interessante saber é o que obteve a UGT em troca deste acordo ou se esteve em contacto permanente com o Largo do Rato, topónimo que ganha cada vez mais sentido pelo que faz lembrar aqueles que são os primeiros a abandonar o navio.

A análise do chamado acordo só serve para confirmar que cabe aos trabalhadores pagar a crise que outros criaram e para que todos saibam que, afinal, os direitos e a democracia são valores relativos, dependentes da generosidade dos que detêm o capital e dos governos que os servem.

Entretanto, o Álvaro, na mesma notícia, usando o tom ridiculamente épico com que os medíocres disfarçam a miséria, congratula-se com a assinatura daquilo a que chama um acordo, porque Portugal mostra virtudes “ao mundo, aos mercados”, afiançando que está aqui a solução para a crise, ao arrepio do que diz Joseph Stiglitz, Nobel da Economia.

Volto a lembrar: em 2015, lá surgirão umas benesses eleitorais e umas promessas que também não serão cumpridas. Não se esqueçam de votar neles, outra vez.

A doçaria portuguesa: depois dos natas, os papos d’anjo

pasteis de natapaps d'anjo

Primeiro foi o Ministro da Economia e do Emprego a iniciar a saga de notícias sobre a nossa doçaria, evocando os pastéis de nata. Agora são servidos Papos d’Anjo, designação e marca de uma empresa de vestuário de Catherine Monteiro de Barros, cuja insolvência foi deliberada pelo Tribunal de Comércio de Lisboa, segundo notícia do “Público”, da qual reproduzimos o seguinte trecho:

O rol de dívidas que a empresa de Catherine Monteiro de Barros, filha do empresário Patrick Monteiro de Barros, acumulou chega a perto de quatro milhões de euros. O maior credor é o BES, com um incumprimento de quase 1,6 milhões. Aos cerca de 30 trabalhadores ficaram por pagar quase 400 mil. E o Estado também foi lesado: as dívidas ao fisco e Segurança Social totalizam 355 mil euros.

Resta acrescentar que, nos quatro milhões de euros em dívida, se inclui o remanescente de dívida à CGD, no valor de 540 mil euros, relativo a uma operação de ‘leasing’ na compra de instalações, assim como 780 mil euros à AICEP – a empresa recebeu 1,9 milhões ao abrigo do QREN. O Estado português, directamente ou através de instituições, ficará lesado em mais de 2 milhões de euros, caso a empresária e eventuais avalistas não os paguem.

[Read more…]

A globalização do pastel de nata – o Álvaro merece o Nobel!

[vodpod id=Video.15948438&w=425&h=350&fv=file%3Dhttp%3A%2F%2Frd3.videos.sapo.pt%2FlOhC7dqbhOPERnm93ina%2Fmov%2F1%26amp%3Btype%3Dvideo%26amp%3Bimage%3Dhttp%3A%2F%2Fsicnoticias.sapo.pt%2Feconomia%2Farticle1243147.ece%2FALTERNATES%2Fw570%2F1038172_4.png%26amp%3Bskin%3Dhttp%3A%2F%2Fsicnoticias.sapo.pt%2Fskins%2Fsicnot%2Fgfx%2Fjwplayer%2Fsic_noticias.xml%26amp%3Bautostart%3Dfalse%26amp%3Brepeat%3Dlist%26amp%3Bbufferlength%3D3%26amp%3Bcontrolbar%3Dover]

Passos Coelho, quando sondou individualidades para o governo e escolheu  conselheiros, recorreu de certeza a uma das melhores sociedades portuguesas de “headhunters”. Ao ler nas entrelinhas os derradeiros relatos e artigos da Mozart49, não me espantaria que a preferida tenha sido a Heidrick & Struggles (Dr. Nuno Vasconcellos, a publicidade aqui no ‘Aventar’, por enquanto, é gratuita; depois compensa-nos com uns tempos de antena no novo canal privado da TV).

Apenas uma sociedade do género da Heidrick & Struggles, mais ou menos filial da Mozart49, teria capacidade, ‘know-how’ e sagacidade de descobrir o Prof. Álvaro Santos Pereira  na longínqua Vancouver, para Ministro da Economia e do Emprego.

O ministro Álvaro nasceu com o privilégio de uma mente brilhante. De invulgar visão. Jamais houve outro estratega português dotado de tão sábia inteligência, há dois séculos. Bastará referir que os ‘pastéis de Belém’ existem desde os princípios do Século XIX e, de então para cá, nem uma personalidade  sequer tirou da cartola a ideia de que, para equilibrar a Balança Comercial, uma das soluções é globalizar, vender pastéis de nata por esse mundo fora. Somos uns doces, governo incluído

O ministro Álvaro merece o Nobel!

Ministro tem aulas de introdução à política

O Álvaro, o ministro que mais aspeto tem de fazer parte dos 99% mas que ainda assim consegue ser o que pior resultado tem nas sondagens relativas às preferências do povo mostrou neste sábado que anda a ter algumas aulas de introdução à política.

A propósito de uma vista de protesto, disfarçada de janeiras, por causa do ramal da lousã e aproveitando o facto de já ter anunciado previamente medidas que iam ao encontro do que os protestantes pediam, lá surgiu o ministro, em modo casual friday, como deve gostar mais de andar, junto com a familia a deixar palavras simpáticas para todos os media que lá estavam.

Correu-lhe bem, esperemos que o resto do trabalho no seu mega-ministério também corra.

Quer Emigrar?

Pergunte-lhe Como.

Esta “piolheira” de nome Portugal

Eça dizia que Portugal era “um sítio”, ligeiramente diferente da Lapónia que nem sítio era. O rei D. Carlos achava Portugal “uma piolheira”, “um país de bananas governado por sacanas”. Alexandre O’Neill referia-se-lhe como “três sílabas de plástico, que era mais barato”, “um país engravatado todo o ano / e a assoar-se na gravata por engano.” Um sítio, uma piolheira, três sílabas de plástico – a síntese perfeita do esplendor da pátria. “No sumapau seboso da terceira / contigo viajei, ó país por lavar / aturei-te o arroto, o pivete, a coceira / a conversa pancrácia e o jeito alvar” (O’Neill). Arroto, pivete, coceira, conversa pancrácia, jeito alvar. Assim continua a ser Portugal. Um país de juízes confessadamente incompetente. Exemplos? O processo dos CTT que envolve o ex-presidente Carlos Horta e Costa – um juiz de Lisboa declarou-se incompetente para o julgar e remeteu-o para Coimbra onde uma juíza se declarou igualmente incompetente! O processo TagusPark, nascido de uma certidão extraída do Face Oculta – um juiz da 8ª Vara Criminal de Lisboa declarou-se incompetente e vai mandar o processo para Aveiro onde, é suposto, se revele publicamente a auto-incompetência de qualquer outro “meritíssimo”, passe a ironia que o adjectivo explicita. Ainda em Lisboa, dois juízes de diferentes varas declararam-se incompetentes para apreciar o processo contra três administradores da empresa gestora dos bairros sociais, a Gebalis! O julgamento do processo-crime do BCP foi adiado sine die, provavelmente à espera de um juiz que, finalmente, se possa considerar competente. [Read more…]

Portugal agride Deus

Governo quer acabar com Corpo de Deus

  [Read more…]

A afronta da OCDE ao orçamento do Gaspar e à 1/2 hora do Álvaro

Vítor Gaspar foi vítima de um ataque externo. A OCDE contraria – e de que maneira! – os pressupostos do OGE 2012 apresentado ao país, pelo Ministro das Finanças.

Ignoro se, com recurso ao estilo estereotipado e sonolento, Gaspar reagiu dentro da bitola habitual. Nem sei também se, para além de eventuais telefonemas a Juncker e a alguém do BCE, assim como da tranquilização do inquieto Coelho, fez grande coisa para além de olhar de viés para os números com que, hoje, a OCDE presentou Portugal; números esses, diga-se, que se enquadram no cenário descrito no vídeo acima publicado.

Segundo notícia difundida em vários órgãos de informação, aqui e aqui por exemplo, a OCDE prevê para a ‘Economia Portuguesa’, em 2012, os seguintes valores macroeconómicos:

OCDE

[Read more…]