Cavaco, um homem teso…

cavaco fome

…e com fome? Se vai em moda, ainda vemos a classe política a emigrar em força para algum paraíso onde político ganhe em condições. Sei lá, tipo a Madeira. O Coelho é que sabe.

Comments


  1. Só está em faltou este pequenino pormenor:

    http://aeiou.expresso.pt/cavaco-opta-por-pensoes-de-836410042=f626817

  2. marai celeste ramos says:

    Ninguém está preocupado com a renda da casa de Belém, e do palácio de Boliqueime, e já me esquecia da prestação do carro ou então acabaram as senhas de gasolina e o chauffer fez greve dos transportes??
    Terão de ser mais generosos !. Um presidente não anda de metropolitano que até nem passa por ali, nem eléctrico – ah – o eléctrico 15 vai da Praça da Figueira a Belém – podia poupar o que ajudava a fazer pé de meia, e também há o banco da fome (e um Balneário Público onde se toma banho gratitamente) e que fica aqui muito perto do meu bairro Assim pode apanhar o 22 mas previne-se que não se admire se os jovens ficarem sentados no banco dos “idosos” a nomorar e que nem se levantem mesmo que vejam vários velhos pelo que terá é de ir de pé – Mas já agora gostava de saber a idade do senhor já que teve o 2º emprego (1ª reforma) não sei de onde e disse, que trabalhou mais de 40 anos não sei onde, mais não sei quantos anos como professor, pelo que somando tudo já deve ter atingido a 3ª idade, e avançada, há muito tempo. E como teve ainda tempo de ter sido 1º ministro vários anos em dois mandatos já estará a cair da tripeça – Que pena não me recordar do que disse do 1º emprego – foi na Gulbenkian como investigador ?? – ai ai a Gulbenkian anda a pagar muito mal e a CGD também – enganaram-se. Como é que se tem tantos empregos e com reforma inteira (mesmo que pequenina) se eu tive tantos empregos também mas só me dão UMA reforma e “cortadinha como fatia de fiambre” , não tinha duas casinhas nem carro nem chauffeur – que injustiça ??

  3. jorge fliscorno says:

    Depois do BPN e do BPP, é a vez de pensarmos no BAP, o Banco Alimentar Presidente. Nação de bravos, ajudemos quem precisa.

  4. Tito Lívio Santos Mota says:

    como diria o Mia Couto, os países pobres fabricam ricos.
    Ora, como Portugal não é um país pobre, no contexto internacional (mesmo se ficamos com essa ideia salazarenta arreigada com cola grude), Portugal, dizia, só pode fabricar pobres.
    Podres de espírito, entenda-se.

    Tito Lívio Santos Mota

  5. José Galhoz says:

    Emigrarem? Se não temos outro remédio senão contribuir todos para alimentar estes “pobres políticos” e seus mentores, é evidente que eles serão os últimos a emigrar…

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