O «polvo» Armando Vara na CGD: A carta dos funcionários do Banco

Pelos vistos, Armando Vara continua a ter muito poder dentro da Caixa Geral de Depósitos, mesmo que há uns anos tenha rumado a outras paragens.
Os funcionários estão incomodados com a situação e já puseram um documento a circular, que já é do conhecimento do Governo.
Vale a pena ler até que ponto Sócrates e o aparelho do PS fizeram da Caixa Geral de Depósitos um dos seus quintais.

Comments

  1. Jaime Marques says:

    “Sócrates e o aparelho do PS fizeram da Caixa Geral de Depósitos um dos seus quintais”.

    Felizmente Passos, Relvas & Portas estão cá para nos salvar transformando a CGD no seu feudo. A fila nas sedes partidárias tem aumentado nos últimos tempos sendo necessário diminuir o desemprego nas hostes e distribuir os dividendos do pote.


  2. Não sejamos inocentes o que se depara aqui é uma tentativa de aproveitamento do autor(es) do documento para ascender a algum destes lugares. Este tipo de lutas internas é recorrente naquela empresa, mesmo na base da hierarquia. Cartas semelhantes a estas por ali circularam destinadas a gerentes, chefes de serviço e até mesmo de secção quando existiam.

    Uma parte dos factos descritos decorrem dos mandatos de Faria de Oliveira, homem de mão de Passos Coelho, outros são funcionários de carreira da CGD nomeados bem antes do homem dos robalos ter ascendido ao cargo de administrador, outros ainda, como o autor do documento deixa cair, acima de qualquer suspeita. Vamos lá pôr o dedo na verdadeira ferida: trata-se de uma velha luta de alguns figurões do ex-BNU que nunca conseguiram ultrapassar a integração na CGD. Constituíram-se em “grupo” tentando reaver poder e privilégios que perderam com aquela integração. Diga-se em abono da verdade que alguns conseguiram. A omissão do autor do apócrifo documento relativamente às direcções comerciais, particulares e empresas, a omissão da citação de um outro Rosa que foi Director Central da Direcção de Pessoal até se aposentar e que deu corpo a essa luta são factos reveladores.

    Francisco Bandeira está hoje numa prateleira dourada onde já esteve António Vila Cova, protegido de Miguel Cadilhe, ou Gracinda Raposo. É o lugar para onde normalmente vão os ex-administradores que tinham laços contratuais com a empresa ou desgraçados da política como António Guterres quando saiu do governo.

    Em suma um despeitado queixa-se porque não sobra nada para ele e o mundo mostra-se indignado como se não soubesse que aquela casa divide há décadas os lugares de relevância entre PS e PSD. Até o CDS conseguiu lá meter uma lança, e que lança, Celeste Cardona. Poupem-me.

  3. marai celeste ramos says:

    anda muito patriota a dar razão aos nomes que se dão à indecência de chamar a outros países como o nosso e esquecem-se da sua raiz barbara e nazista

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