Acordo Ortográfico: a opinião de António Guerreiro

António Guerreiro, crítico literário do Expresso, escreveu um texto lapidar no suplemento Atual: aí faz a História do AO e deixa algumas críticas. Entre muitas citações possíveis, escolho uma: “Em várias e competentes instâncias, o AO foi criticado, desautorizado enquanto documento técnico-científico, considerado inepto e nefasto. Em sua defesa, porém, o mais que pudemos ler foram artigos em jornais, refugiados nas questões genéricas das supostas vantagens de um acordo, sem responderem aos argumentos dos críticos. É fácil perceber que a impermeabilidade à crítica e a imunidade do AO estavam garantidas pelo facto de se tratar de um instrumento político para servir a estratégia ideológica da lusofonia.” Para ler o texto completo, basta entrar por aqui na biblioteca do João Roque Dias.

Comments

  1. marai celeste ramos says:

    Gostava de saber o que é a estratégia idelógica da lusofonia que me parece ser demasidoa vogo já que nenhum luófono aderiu e até já há novo movimento ANTI-ACORDO excepto obviamente o brasilêse alguns jornalistas obedientes

  2. Gyver says:

    Não percebi nada do que tá escrito no artigo! O que raio será um AO, um texto lapidar, inepto…


  3. Querido Antonio, por eso de ser GUERREIRO, imagino que tenemos una sensibilidad en comun. Soy aprendiz de poeta, y me encantaria que un dia quisiseras leer algunas de las cosas que escribo. Un abrazo
    Minerva ROQUE GUERREIRO

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