Tudo somado, incluindo também os chamados CAE, CMEC e PRE, os apoios à produção pagos em Portugal somam quase 1800 milhões de euros e formam uma grande parte dos custos de política energética e de interesse económico geral (CIEG). Este ano, os CIEG e os custos de política energética totalizam quase 2302 milhões de euros – uma dívida que todos os meses vai sendo paga por todos nós.
(Público)
Como se vê, nem só de BPNs e tal vivem os buracos do país. É de sublinhar a grandiloquência com que as energias renováveis foram apresentadas. Foi um negócio de futuro, sem dúvida, mas novamente para alguns.






2302 milhões… já viram bem quanto nos vai calhar na factura da electricidade?
Interessante – eu que nunca fiquei a dever um tostão a ninguém nem nunca pedi emprestado a ninguém nem a bancos (não me mandaram ser idiota mas gosto de ser assim) afinal nunca devi tanto a tantos – nunca paguei tanto para ter cada vez menos desde 2000, e até o seguro de saúde que seria “até à minha eternidade” reparei esta semana que já ando a pagar depois de o terem alterado e caducado (??), sem me dizerem nada de nada, depois da idade limite – que não existia – muito interessante . E fazendo contas, sem seguro, teria um bom mealheiro ao fim do ano, mais de 2 mil euros, o que nunca gasto em saúde por ano e sendo que, nem sequer agora conta para o IRS excepto 10%, quando era considerado até ??? a 100% – mas quando deixarei eu de ser parvalhona e confiante em instituições que deviam ser honestas e não são – já basta a ladroeira que sempre existiu nas seguradoras ?? Pois quem tem a Medis e Multicare que se cuide – pois que mudaram tabém sem nada dizer e, pelo contrário, até tal seguro não incluía na altura certas situaçãos e passou a incluir tudo incluindo diária em tempo de internamente, e agora e agora a e agora nem sei o que roubaram – tenho mesmo de ser boi em loja de cristais