O PEC já não sei quantos explicado a quem não sabe fazer contas

Como é óbvio só saberemos o tamanho exacto do golpe lá para 15 de Outubro. Tudo em nome de uma coisa tão simples como isto: pagar juros usurários, recapitalizar o capital financeiro internacional que se entalou em 2008.

Dizem que é a dívida. É sim senhor, mas no meu caso lamento muito mas não tenho nada a ver com tal assunto: nunca votei CDS, PSD ou PS e muito menos me abstive.

Comments

  1. nightwishpt says:

    Você ainda confia nestes comunistas?

  2. nightwishpt says:

    1000€/mês de salário médio? O homem em que país vive?

  3. edgar says:

    Sinto-me como quem acabou de ser assaltado à mão armada.
    Mas pergunto aos que andaram estes últimos mais de 30 anos a votar PS, PSD e CDS que futuro teríamos se no nosso horizonte estivéssemos limitados a continuar a votar nesses 3 partidos.
    Não será por acaso que lhes chamam o bloco central de interesses… Nem será por acaso que se intensifica a campanha anti-comunista e se estimula preconceito anti-comunista enquanto se insiste que não há alternativa a este governo e esta política.

    • Maquiavel says:

      Eu direi que mLembro ais do que a normal “campanha anti-comunista” sempre houve algo bem mais insidioso, que é a campanha anti-“comunista” (atentai na colocaçäo das aspas).
      O mafarrico esconde-se nos pormenores.
      É que esse pormenor é que é o mais importante. Qualquer pessoa que ouse apresentar alternativas ou criticar o que faz o Bloco Central dos Interesses é logo “comunista”.

      Eu sei beníssimo do que falo, que sou um deles, porque sou um social-democrata (que näo tem nada a ver com o PSD).
      Na Universidade todos me chamavam “o comuna”, quando eu apenas me limitava a enumerar as vantagens do “modelo nórdico”: Seg. Social a sério, Ensino gratuito, alto nível de sindicalizaçäo que conduz ao alto nível tecnológico e eficiência no trabalho. Comunices.

      Porquê? Porque, infelizmente, diga-se, em Portugal os poucos políticos que na prática lutam pela implementaçäo de um modelo nórdico de sociedade estäo… pois… na “extrema-esquerda radical”…
      Portugal é uma “sociedade de Direita”, o PS pode ganhar eleiçöes com 60% dos votos e continuará a governar à Direita de uma “sociedade de Esquerda” nórdica onde os Conservadores ganhem 60% dos votos…

      Lembro esse grande democrata Manuel Serra, que nunca se juntou ao PS porque dizia ser socialista demais para o fazer!

  4. José Pinto says:

    Quem não votou “neles” ou quem votou tendo acreditado nas promessas que depois saíram todas ao contrário, ou quem não votou por não gostar de nenhuma lista, estamos todos na mesma barca e temos urgentemente de fazer alguma coisa para recuperar o rumo do país. Inverter o rumo é primeiro cortem nas despesas do estado, DEPOIS revitalizem a economia real, depois não será necessário aumentar os impostos pois se diminuir o desemprego e aumentar o investimento e o consumo, cobram-se mais receitas.


  5. Caíu uma chuvada de drones e os crentes feitos parvos estavam no local errado confiantes na dignidade dos decisores e levámos a grande bofetada de quem quereria dá-la “a não sei quem” (??) e nós é que a levámos – Eu levei uma grande bofetada
    Ou dizendo de outro modo, fui subindo devagarinho uma escada que pensava levaria a ver quanto conseguia subir, e de repente cheguei a um “patamar”, sem protecção mem grade nem nada e de repente, quando menos esperavanem sequer estaria previsto, atiraram-me do patamar abaixo e partí-me toda e fiquei em cacos – agora terei se conseguir recolher os cacos de mim e consertar o mínimo possivel – há uma poesia de álvaro de campos que “caíu da escada abaixo” mas não consigo lembrar – colou os cacos e fez uma montanha


  6. Tão preocupado que ele está … é giro ver estes gajos na televisão privada, onde a maioria recebe parte se não todo o salário através de off-shores e que fogem ao pagamento de impostos como os ladrões de bancos (não pagam IRS nem imposto de selo), carteiristas (não pagam o IVA sobre a carteira).

    Será que estava a falar do Balsemão quando disse mal dos patrões … o tal que tem para aí 5% dos trabalhadores do grupo em regime de escravatura (trabalho sem salário), ou de semi-escravatura (pagos à peça) enquanto o salário médio das chefias ronda os 10000 euros …

  7. Marão says:

    MARMELADA
    Ninguém corta na ração de que se alimenta. As máquinas partidárias e arranjinhos adjacentes dependem de um Estado pesado e nutrido. Por iniciativa própria seria milagre se aliviassem a burra de tão monstruosa carga. Só uma lei eleitoral que retire aos instalados o exclusivo da representação política como na AR. E essa norma deve ser parida com base numa Constituição nova sem sofismas fósseis. Porque será que muitos dos mobilizadores de massas não pegam nisto para cortar o mal pela raiz? Será porque também andam na boda? Não dispensamos roupa nova do pronto a vestir, mas na vida como na política não passamos dos remendos.

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