Bem tentaram assobiar para o lado quando Helena roseta falou: Relvas enquanto secretário de estado andou a tratar da vidinha do amigo Coelho e sua empresa Tecnoforma.
E o ainda primeiro-ministro já meteu as mãos pelos pés, os pés pelas mãos é já a seguir.
Nada de novo no reino da podridão dos que nos governam. Para mim a única surpresa é ter agora entendido porque foi o jornalista José António Cerejo convidado pela administração do Público a rescindir o seu contrato. Já não bastava o que tinha feito ao ora exilado em Paris. A dois seguidos é muita fruta para um Belmiro, nem lhe cabe nos hipermercados.






Falando em cunhas:
A arte de poupar: o Estado “poupa” e a Lusoponte engorda: http://verbatimdefacto.blogspot.pt/2012/10/a-arte-de-poupar-o-estado-poupa-e.html
A arte de poupar: amigos são paras as ocasiões – conter custos é gastar mais: http://verbatimdefacto.blogspot.pt/2012/10/a-arte-de-poupar-amigos-sao-paras-as.html
Já agora:
Expresso, 5 de Junho de 2011, acerca de Passos Coelho:
Ângelo Correia acende o cachimbo e aconchega-se no maple da Torre das Amoreiras, onde tem o escritório, para responder, perentório: “É o contrário, mesmo o contrário do engenheiro José Sócrates” . “É extremamente honesto, de um rigor moral que não existe”, “completamente incorruptível” e “inimaginável que possa ser colocado numa situação eticamente reprovável”.
Couto dos Santos põe mais na carta. “Na Jota, tudo o que fossem jobs for the boys, fazia-o ‘passar-se’. Acho que foi a única vez que o vi zangado”.
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Se há coisa que existe em Portroikal é “políticos sérios e honestos”, e o que não há é “corrupção e favorecimento”… Já de resto confirmado pela Procuradora-Adjunta!
Não sei porque insistem que o Relvas beneficiou o Passos Coelho, ou a empresa onde assinava papéis, que não sabia bem o que eram!
A empresa concorreu e ganhou alguns contratos, alguns Fundos (perdidos) e pronto… Nada de mais natural numa Economia de Mercado Estatal…