Nem Presidente, nem 1º Ministro, mas…

…foi hoje inaugurada em Barcelos uma estátua do Condestável. Nesta altaneira vaga de desgraças que têm assolado o país, convém ir rememorando aquilo que outrora foi um grande símbolo da soberania nacional.  Na foto, da direita para a esquerda e com todo o nosso respeito:

Dois generais que esperamos não serem oriundos de qualquer aviário perto de si, três senhores que nunca vimos mais ou menos gordos em parte alguma, uma gatarrona de botas altas “à d’Artagnan” e o sempre pontual descendente de Nuno Álvares Pereira. Bem vistas as coisas, lá esteve o Poder Local, a Igreja, as Forças Armadas, alguns representantes do Terceiro Estado (S. Bento) e a Coroa. O Portugal que desfia um novelo de nove séculos de História. Ao contrário de em certos cincos d’Outubro, o  povo esteve presente, tal como por regra acontece, faça sol ou faça chuva. As autoridades e bandeira da “república”, nem por isso. Isto, no dia em que na Marinha Grande aconteceu algo de inesperado.

* Fotos pescadas aqui.

Comments

  1. Amadeu says:

    No caixote do lixo da História, basta um cheirinho a refundação e logo aparecem as baratas reais, bandeirinhas no ar a farejar a desgraça alheia.

    • Nuno Castelo-Branco says:

      Festejar a desgraça? Como assim? Quanto ao “aparecem baratas reais”, note que isso é coisa que já vem desde 1143. Aliás, sem esse “aparecimento”, este país não existia. O regime em que sobrevivemos é que se ausenta demasiadamente de tudo aquilo que interessa.

  2. Raio x says:

    “Não façam mal aos pobres dos monárquicos. Ao menos, ainda dão para rir durante uns minutos, para desanuviar.” Jom7

  3. Miguel says:

    Este ao menos não é caçado, desculpem, não caça elefantes. Nem gasta 4000€ em tratamentos para a pele numa única noite.

    Ou então não têm dinheiro para isso.

    • Nuno Castelo-Branco says:

      E aposto que foi a Barcelos conduzindo ele próprio o seu Sharan Made in Palmela e sem “ajudas de custo”. Onde estiveram os membros da tal república, sr. Seguro incluído? Aliás, com tanto patrioteirismo atroado por Jerónimos e Louçãs, desse sector não se vislumbra vivalma.

      • Miguel says:

        Sim. E o Pio aparece em todas… Por exemplo no reconhecimento das empresas mais inovadoras e exportadoras de Portugal, qual Nuno Álvares Pereira moderno, em que o Cavaco compareceu. O D. Pio nem piou.

        Eu não sou defensor cego da república ou da monarquia. Há bons e maus exemplos como eu em tudo. Mas se hei de ter um rei, que seja um rei com nacionalidade Portuguesa…

      • Maquiavel says:

        Os Jerónimos e Louçãs estavam ocupados a tentar desenvolver soluçöes para tirar Portugal da peçonha onde nada, em vez de “inaugurar estátuas” e posar para fotos…

        • clara says:

          hoje passei lá… fui comprar uuma fisga um S. João e uma Toura. Ouvi um vira, meia dúzia de pessoas à volta… pensei que era mais uma festarola… que pena não ter parado!!!
          para rezar um pouco, claro!

        • Nuno Castelo-Branco says:

          Devem estar ocupadíssimos em encontrar as soluções que se conhecem e conheceram mundo fora: pau de marmelo no lombo de 10 milhões, lançar da mão ao que pertence a outros, rolha na rádio, jornais e tv, atraso de vida durante mais umas décadas e talvez – “inch allah!” -, uns misteriosos desaparecimentos por encomenda. Esse tipo de soluções já foram gizadas e muito parcialmente implementadas em 74-75. Maquiavel, dali nunca saiu nada de jeito. Nada.

          • 由沈積岩經變質作用 says:

            ó twelve inch’s é In sha’Allah ou oxalá
            allA há……el rei pescava e caçava no reino falido?

            ache que é melhor irmos por aí

            ou por allah só se der pitroil

            ou 30 gaijas de botas agarradas ós tomates do condestabre

  4. Eles deviam estar dispostos por altura, D. Pio, produto de apurada banheira genética, é o mais alto. Quando inaugurarem a estátua do refundador de Portugal, ao lado de Afonso Henriques, o fundador, o protocolo deve ser corrigido, e a moça das botas deve vir de sandálias romanas.

  5. Nuno Castelo-Branco says:

    A acima citada “apurada banheira genética”, neste caso, a altura do Duque de Bragança, é a influência dos Orleães, conhecidos pela estatura. Lembra-se da rainha Dª Amélia? 1,84m, quando à época, a altura média dos homens portugueses não ultrapassava 1,65m. Era um país de Marques Mendes.

    • Maquiavel says:

      Não sei o que tem isso para o caso?
      O meu plebeu (e com muito orgulho, durante a vida toda nunca se negou a trabalhar, e para mais no campo) trisavô tinha 1,85m, o que puxava a média para cima.

      • 由沈積岩經變質作用 says:

        bolas trisavô com 1.85 e plebeu
        issé qué memóriA
        a minha bisavó chegou aos 107 era eu puto
        o pae dela devia medir um poucochinho mais pois nem cabia no cemitério

        gerações rápidas avô aos 25e bisavô aos 40 temos trisavô com 60 e hirto como barra de ferro

        maquiavel é trineto de camelo e girafa—-logo vi

    • 由沈積岩經變質作用 says:

      o martim moniz era baixinho e deu para entalar na porta…

      o afonso anriques ou o de al buquerque fartaram-se de matar moirama e hindús e aquilo que calhava muito maiores queles

      os reis negros nã se medem aos inch’s…

  6. eu thanatos says:

    pool genética de grã finagem diz-se piscina

    BANHEIRA É só na baixa…

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