Alemanha é o grande depósito de adidos

Regressámos aos tempos da ‘valise en carton’. Portugueses e outros desafortunados incham a Alemanha. Oxalá um dia rebente nas ventas de Merkel e Schäuble…e que o Gaspar esteja presente.

Comments


  1. A 1ª ligação é esta http:/// portanto cheira-me a engano.


  2. Caro Pedro Marques,
    Creio que a ligação foi corrigida. De volta e meia, sucede-me este episodio, sem me aperceber.
    Obrigado.


  3. Parece-me mais um campo de concentração de novos
    escravos e o regresso do nazismo , esperemos que não ,
    mas tenho cada vez mais dúvidas .


    • Mas olhe que tem toda a razão, a chacina é feita de outra forma. Esta ditadura europeia tem outros moldes, e está muito bem camuflada, e não é fácil levar as pessoas a acreditar que esta é que é a verdade.

  4. celesteramos.36@gmail.com, says:

    Já se emigra menos para a suissa – mas tem sido ainda local de atracção para emigração portuguesa – esta ano vi documentário sobre emigração para Genève de italianos e espanhóis e portugueses e quanto a portugueses a reportagem foi feita em camionete de emigrantes portugueses alguns que íam sem contrato nem dinheiro e ao chegar a jornalista ajudou um emigrante a contactar por telefone o “empregador” que não existia sequer pois que há mafiosos nestas angariações e tal que só há pouco tempo na TV se pede a quem quer emigrar que contacte o ministério antes de partir – muitos portugueses tornaram-se homeless e em clima de temperaturas negativas e por isto até já existe, em Genève, uma Casa de Abrigo para os que não encontram o que procuram e que tem serviço de colocação segura e com contracto, fundada por portugueses – a saturação dos países que tradicionalmente recebiam emigrantes do sul, mesmo “a salto” e o negócio dos “novos intermediários” provocam os maiores dramas mas nada sei, ainda, do que se passa com a Alemanha. Sei apenas que muitos portugueses procuram outras rotas como o Dubai e Austrália de que a TV fez reportagens também, já este ano – Vi ainda uma portuguesa que concedeu reportagem, advogada, que depois de muito procurar e não encontrar em Paris o trabalho que esperava mas não quiz regressar porque encontrou apenas lugar numa cafetaria e estava feliz por ter “ordenado”

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