Co-adopção: Verdades que doem

co-adopção
Por muito que custe à Maria Teixeira Alves, a quem nunca entregaria as milhas filhas para adopção – antes a mil casais de homossexuais do que a gente deste calibre.

Comments


  1. O que escreveu a Maria Teixeira Alves e o ponto de vista expresso no seu post são como duas faces da mesma moeda.

  2. joao riqueto says:

    Teresa Forcades, mulher de acção, catalã, médica, freira beneditina. Há pessoas assim; se fossem a maioria, outro galo cantaria!

    • xico says:

      Ser mulher de acção, médica e freira beneditina são opções que merecem louvor ou repúdio.
      Ser catalã não abona a favor ou desfavor. Eu por exemplo torço pelo Real Madrid. Não gosto de complexos de inferioridade mascarados por bairrismo exacerbados.

  3. xico says:

    Também pode dar-se o caso de a criança adoptada ter sido abandonada por um homo. Ou os homosexuais são incapazes de gerar filhos?
    Os argumentos de Maria Teixeira Alves são abomináveis além de patetas. Este post é pateta. Mas se os argumentos usados são abomináveis ou patetas não significa que as causas que defendem são melhores ou piores ou se têm ou não razão.
    Fazer esta discussão com base em pretensos direitos dos “casais” homosexuais ou com base em perigos que as crianças possam correr com pais homosexuais, inquinam qualquer discussão séria e honesta.
    Chega-se ao ponto de afirmar que ser contra a adopção é ser homofóbico. Isto torna a opinião de cada um refém do insulto.


  4. Um objetivo da descriminação e preconceito é rebaixar ou hostilizar uma pessoa pertencente a um grupo de pessoas face a um outro grupo supostamente superior. É o que faz o cartaz que tão orgulhosamente publicou. A sua mensagem é claramente esta: a culpa de haver crianças abandonadas é dos homens heterosexuais. Podia dizer que a culpa é de ambos os progenitores, ou das circunstancias sociais, ou de imponderáveis como acidentes, catástrofes, etç. Ou até podia evitar fazer juizos perigosamente generalistas… Mas não, segundo o cartaz que você publicou a culpa é somente do homem heterossexual.
    Ao mesmo tempo você admite a ocorrência de situações extremas (melhor referidas num post anterior) em que as suas filhas tivessem que ser dadas para adoção… em que é que ficamos?

  5. Luís says:

    As reacções sectarias que estes posts sobre a adopção desencadeiam em alguns homosexuais, quando contrariados nas suas “verdades”, leva-os a perderem as boas maneiras e a transformarem-se em bichas, digo bichos!


  6. Parece-me que temos aqui uma série de comentadores que faltaram à manif. Ou talvez não.
    http://youtu.be/-hkoZFTyUPg

    • xico says:

      Cá está o insulto como argumento.
      Como considero qualquer ligação às teses do PNR insultuoso, convinha dizer quais os comentadores que faltaram a ela. Ou acha que o assunto não pode e não deve ser discutido? E se os argumentos a favor ou contra podem ser igualmente estúpidos, abomináveis e patetas?


  7. Este cartaz é um excelente exemplo de preconceito. Não consigo deslumbrar o seu orgulho em tal cartaz. Existem muitas e diversas razões para que uma criança gerada por Héteros ou homos cai nas malhas da adopção. O que não existe é só crianças geradas por héteros. Basta ter um pouco honestidade intelectual para perceber que esse cartaz é ridículo e ofensivo pela mentira e preconceito.

  8. celesteramos.36@gmail.com, says:

    No meio desta conversa toda de adultos afinal são sempre as crianças que sofrem – Ninguém sofre mais do que uma criança que sofre – E que triste é pois que em criança devia ter idade para ser só criança e muito sofre mais tarde quem não poude ser criança e ficará marcado para o resto da vida – E saber que há mães que abortam como quem mata galinhas, ou vendem os filhos – Que triste é uma sociedade onde tal suceder homo não significa ser desprovido de amor e carinho e não esquecer, afinal, que o principal alimento de uma criança é o carinho e o colo – até os cães precisam de carinho – Por isto discordo plenamente que se retire uma criança pelo menos a uma mãe, só porque é pobre e porque a sociedade se arroga a dizer que “é pelos superiores interesses da criança” – Não me esqueço do caso recente da criança – Esmeralda – adoptada por um casal mas conhecido pelo sargento – a quem a criança foi “entregue pala mãe que assim quis porque não tinha como a criar (ou não quiz) – pobre sociedade que não arranja forma e condições para proteger as mães (drogadas ou não e porque se drogará) e as crianças, e de Ghandi disse que uma sociedade se conhece pela forma como trata os seus “animais” – O que dizer então da sociedade que não permite as condições económicas e de trabalho mínimas para cada nascido não começar a sofrer antes de aprender a brincar pois que não vale a pena pregar a “estômagos vazios” – Ser homo quem decide ?? condição genética ou cultural ?? Não sei – até há plantas “homo” , segredos da genética da natureza – nos “animais” não sei mas alguém saberá – O preconceito trava a evolução de qualquer sociedade e quem é o “mandante” do preconceito ? E os meninos pobres e das favelas e meninos da rua, só porque são pobres (e até violentos e/ou drogados) não são por força homo Grécia “não gostava” de homo – já vem de longe o preconceito, como o racismo ou a escravização dos homens pelos homens – já há sociedades tão ricas – mas será evoluídas ?’ É um problema de dinheiro ou de cultura ou de religião ?’ Não sei – será tudo junto

  9. antonio oliveira says:

    Aconselho a leitura do artigo de Marinho e Pinto “O elo mais fraco”, publicado hoje (20/05), no JN, na secção “Opinião”.

  10. povão says:

    http://blasfemias.net/2013/05/18/small-steps/

    Mais uma Opereta Lusitana . Os Tribunais prendem pedófilos . A Assembleia da Republica (?) decreta a pedofilia !!!
    Já não há vitimas da pedofilia . Há apenas “cu-adoptados” legalmente !!! Bem Haja!!!
    Mais um fundamento para salvar o Silvino e outros …
    (não há juízes rabetas?-a lei não proibe)

  11. ABCXZD says:

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