É hoje

vivarte cabaret
Antes que os depositantes em fila portuguesa à porta do banco abram as notícias no mundo todo amanhã, em nome do pai, da mãe e do filho, vamos a isto, é hoje.

Breve reflexão sobre o BES

Enquanto não sabemos a solução encontrada pelo governo para resolver o problema criado no BES, permitam algumas reflexões. Passando à frente sobre eventuais actos ilícitos de gestão, que a seu tempo ou não, a Justiça se encarregará de tratar, pois essa é outra questão que não pretendo tratar neste post, vou concentrar-me apenas nas opções políticas.

A meu ver seria desejável que as instituições financeiras pudessem colapsar, mas é irrelevante o que penso nesta matéria, a U.E. considera existir perigo sistémico nestes casos, o que implica a tomada de decisões políticas por parte dos governos nacionais, que têm alguma margem de manobra. Ora se todos percebemos que o BES não irá cair, importa perceber como pode o assunto ser resolvido. [Read more…]

O Banana

banana cavaco

Ao japonês Keisuke Yamada, ou pixiv, deu-lhe para fazer esculturas com bananas. Isso, com uma colher dá-lhes forma.

Um especialista em bananas, portanto.

Esta ficou muito parecida.

imagem roubada ao Rui Margalho no Facebook

A sustentabilidade do BES na Wikipédia

Gosto muito quando o departamento de comunicação de uma empresa escreve na wikipédia. Esquecem-se é de actualizar.
bes wikipedia

Claro que a minha obrigação não era a de publicar isto aqui, mas de editar a entrada, muito fraquinha toda ela, por sinal.

Mas a malta também tem de se divertir um bocado, e dava trabalho, e férias são férias, etc.

As notícias que não passam nas tevês nem aparecem nos jornais

« Nous n’étions pas une télévision d’Etat ». from Passages on Vimeo.

Em Salónica, um grupo de 20 jornalistas e técnicos da televisão pública grega mandada fechar pelo governo em Junho de 2013, trabalha há 13 meses sem autorização nem salário emitindo 24 horas/dias em favor do Serviço Público de Televisão. Emitem através da Internet e de canais analógicos cujo sinal não foi cortado nalgumas ilhas e zonas rurais da Grécia, cobrindo perto de 1/3 do território. «Queremos ser a voz dos todos os que têm ficado à margem da cobertura mediática. Até porque estes estúdios, estas câmaras, são deles: foram pagas com o dinheiro dos contribuintes», afirmou Kostas Karikis que, à imagem dos restantes jornalistas e técnicos em protesto resiliente, se mudou de Atenas para Salónica pagando do seu bolso as despesas dessa escolha. A alternativa era ficar em Atenas no desemprego, e ficar a assistir à depressão colectiva (e ao desaparecimento, por suicídio, de muitos) dos mais de 2000 trabalhadores que o projecto de privatização deixou de fora: apenas 600 foram readmitidos (a maioria precariamente) para a nova televisão, controlada pelo Governo (os funcionários têm sido pagos directamente pelo Ministério da Economia grego). «Se o Siriza chegar ao poder, reabriremos a ERT», disse Karikis. [Fonte: Revolting Europe]
 

Música da semana – III

Último single do álbum “Morning phase”, o 12º em estúdio na carreira do californiano Beck Hansen, músico que já passou diversas vezes em Portugal e que tive a grata oportunidade de assistir ao vivo…

Dizem que é um governo liberal

-A confirmar-se esta notícia, ficamos a saber que não existe diferença entre Teixeira dos Santos e Maria Luís Albuquerque, ou se preferirem entre Pedro Passos Coelho e José Sócrates. É mais do mesmo! Nacionalizar um Banco, mesmo que de forma parcial, significa enviar uma factura aos contribuintes. Uma vez mais, escusam de contar com o meu voto…

Nascido em Portugal

np

Do “posto” de turismo à Loja Interactiva:

1228

 

Conheci o Nuno Botelho no final dos anos noventa no mundo académico do Porto. Ao longo destes anos acompanhei à distância a sua carreira. Brilhante, por sinal. Tanto na Associação Comercial do Porto como na organização de eventos. Num e noutro caso com elevado sucesso, algo que não me surpreendeu.

 

Ontem, num jantar de amigos comentou-se a sua recente entrevista ao Jornal de Notícias em que criticou o investimento nas Lojas Interactivas de Turismo do Porto e Norte (TPNP). Fui ler com atenção.

 

As lojas interactivas lançadas pelo Turismo do Porto e Norte de Portugal recorrendo a fundos comunitários disponíveis para esse efeito foi um projecto que acompanhei e que conheço minimamente. Através delas qualquer turista que chegue ao Porto de avião fica a conhecer, seja a que hora e dia for, não só a agenda cultural, de lazer, os restaurantes e hotéis do Porto como de qualquer outra cidade na região Norte. À distância de um clique pode o turista ficar a saber que, por exemplo, em Santa Maria da Feira está a decorrer a Feira Medieval e como pode lá chegar, o que vai encontrar e o que pode fazer. Ou saber o que se passa em Vila Real ou Bragança este fim de semana. Além disso, como sempre defendeu o “pai” do projecto, Melchior Moreira (presidente do TPNP), as lojas interactivas de turismo deixaram de ser um mero “posto” de turismo para passarem a ser uma verdadeira montra da região e do concelho onde se inserem, onde se faz do turismo “negócio” e se potencia os produtores e criadores locais e regionais.

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Violence is in the eye of the beholder

Obama

Pelo caminho enviem mais umas munições para os moços que ainda lá existem umas escolas e uns hospitais cheios de mísseis e terroristas. Yes you can!!!

 

E você? Confia no seu governo?

Confiança

(Quem no seu perfeito juízo não confiaria em tão simpáticos governantes? Melhor só com o Relvas na fotografia!)

A ONU, organização supranacional que, como todos sabemos, é controlada por comunistas, professores, juízes do Tribunal Constitucional e sindicalistas em geral, apresentou na passada Sexta-feira um estudo que nos dá conta de que, num universo de 144 países analisados, Portugal ocupa o 10º posto entre aqueles que menos confiam no seu governo. Claro que estes números só podem ser resultado da governação de José Sócrates. É que com esta gente honesta, trabalhadora e cumpridora das metas a que até ao momento se propôs no leme do país, tudo mudou. Até nos tachos!

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SIC – Esta televisão é sua (1997)

Contributo fundamental de Mariana Otero para a história da televisão privada em Portugal.