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correio da manhã

Comments

  1. Ana A. says:

    Há que fazer pela vidinha! E, convenhamos, eles não são os educadores do povo, por isso se têm audiências que culpa têm eles?! A mim causa-me náuseas, mas eu sou uma ínfima partícula…

    • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

      E quando este povo vota, escolhe como escolhe..
      Afinal, onde está a admiração?
      Isto não é liberdade. Vivemos na libertinagem do vale-tudo.
      Liberdade pressupõe educação e cultura e este povo é maioritariamente inculto, desinteressado e abúlico.
      Mas sinceramente, o que me dá vómitos é que o voto dos atrasados mentais que alimentam a “share” desse atentado público à inteligência chamado Correio da Manhã, tem o mesmo peso da minoria consciente.
      E deixo claro que minoria consciente não é um apanágio da esquerda. Também existe na direita…


    • A verdade é que estes são mesmo os “educadores do povo”. Os media, depois da família e da escola, são as principais “agências de socialização” (vide Pinto, Manuel (2000), A Televisão no Quotidiano das Crianças, Porto, Edições Afrontamento).
      Quem socializa os adultos de hoje (porque a socialização ocorre ao longo de todos os ciclos da vida), via media, educa as crianças (pagam por tabela), moldando os seus gostos, interesses e aspirações, bem como os seus quadros culturais e valorativos.
      As crianças de hoje são os adultos de amanhã, logo não há como evitar a perpetuação, cíclica e iterativa, da estupidificação das massas.

  2. Fernando Torres says:

    O que vale aos novos alunos – aqueles que são agora a nossa nova classe política, desde o Terreiro do Paço até São Bento, passando por outros locais-, é que a partir de dia 9 de Março vêm aí um novo Professor!

    Será que o novo Professor ainda terá os tiques que caracterizavam o ensino no nosso país, no Portugal pós Abril e até mesmo mais tarde?

    Será que um par de reguadas, dadas na hora certa, fazem mal a alguém?

    Haverá algo pedagógico nesse acto?

    Que dor nos invade a alma quando, a maior parte desses imberbes da nossa classe política, olham o comum do Português como provincianos mas, onde a cada quatro anos, vão dar-lhe palmadinhas nas costas, para lhes agradecer o seu voto para ajudar a manter o status quo na capital do reino!

  3. Maria says:

    É o paternalismo, pá!

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