
É favor não vomitar no computador
26/02/2016 by

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
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Há que fazer pela vidinha! E, convenhamos, eles não são os educadores do povo, por isso se têm audiências que culpa têm eles?! A mim causa-me náuseas, mas eu sou uma ínfima partícula…
E quando este povo vota, escolhe como escolhe..
Afinal, onde está a admiração?
Isto não é liberdade. Vivemos na libertinagem do vale-tudo.
Liberdade pressupõe educação e cultura e este povo é maioritariamente inculto, desinteressado e abúlico.
Mas sinceramente, o que me dá vómitos é que o voto dos atrasados mentais que alimentam a “share” desse atentado público à inteligência chamado Correio da Manhã, tem o mesmo peso da minoria consciente.
E deixo claro que minoria consciente não é um apanágio da esquerda. Também existe na direita…
A verdade é que estes são mesmo os “educadores do povo”. Os media, depois da família e da escola, são as principais “agências de socialização” (vide Pinto, Manuel (2000), A Televisão no Quotidiano das Crianças, Porto, Edições Afrontamento).
Quem socializa os adultos de hoje (porque a socialização ocorre ao longo de todos os ciclos da vida), via media, educa as crianças (pagam por tabela), moldando os seus gostos, interesses e aspirações, bem como os seus quadros culturais e valorativos.
As crianças de hoje são os adultos de amanhã, logo não há como evitar a perpetuação, cíclica e iterativa, da estupidificação das massas.
O que vale aos novos alunos – aqueles que são agora a nossa nova classe política, desde o Terreiro do Paço até São Bento, passando por outros locais-, é que a partir de dia 9 de Março vêm aí um novo Professor!
Será que o novo Professor ainda terá os tiques que caracterizavam o ensino no nosso país, no Portugal pós Abril e até mesmo mais tarde?
Será que um par de reguadas, dadas na hora certa, fazem mal a alguém?
Haverá algo pedagógico nesse acto?
Que dor nos invade a alma quando, a maior parte desses imberbes da nossa classe política, olham o comum do Português como provincianos mas, onde a cada quatro anos, vão dar-lhe palmadinhas nas costas, para lhes agradecer o seu voto para ajudar a manter o status quo na capital do reino!
É o paternalismo, pá!