Não compreendo a forma como o Ministro da Cultura decidiu enxovalhar António Lamas, presidente do CCB e uma grande figura da cultura nacional. É inaceitável. Não só pela evidente falta de educação e comportamento trauliteiro. Mas também, e principalmente, porque os valiosíssimos serviços prestados pelo Professor Lamas ao país merecem todo o respeito. O ministro tem todo o direito de pensar de forma diversa e gerir o seu ministério como entender, o que não pode é insultar quem serviu o país e atuar como chefe de fação. Este país merece um Ministério da Cultura, e ainda bem que este Governo percebeu isso. Mas merecia um ministro com alguma dimensão e uma classe política que desse o exemplo. Lamento muito.
Nota: parece que já existe um sucessor Elísio Summavielle, que tem perfil e currículo para o lugar, mas que não deveria nunca aceitar um cargo nestas condições.






Bom dia
Não tenho por hábito comentar post de um aventador. Mas dado que sou um profissional da área da Cultura e do Património, não posso deixar de o fazer. Podemos não concordar com a forma com que o Ministro da Cultura se referiu a António Lamas, mas daí a assumir-se, com base no que a Prof. Raquel Henriques da Silva escreveu, que o Prof. António Lamas “prestou grandes serviços ao País”, vai um grande passo. O trabalho e as funções públicas que o Prof. Eng.º. António Lamas desempenhou na área da Cultura (presidente do então IPPC e da Empresa Parques de Sintra Monte da Lua), carecem de avaliação, séria e objectiva, que não foi feita.
Cumprimentos
Orlando Sousa
Bom dia,
No disse isso com base no que escreveu a Raquel Henriques da Silva. Usei o artigo dela somente para referenciar, nada mais.
Cumpts,
Norberto Pires
Malcriado é o mínimo que se pode dizer das declarações do ministro. Parece que um dos critérios foi a idade de António Lamas. Mas andámos todos distraídos o fim de semana com um poster…
João Soares é manifestamente um erro de casting deste governo.
O “Prof.” Lamas foi enxotado do IST por ser um carreirista, mais interessado em fazer carreira política do que em ser Professor.
Era conhecido pelo “transparente”, porque nunca ninguém lhe punha a vista em cima.
Duvido muito que tenha prestado “grandes serviços ao País”.