
Para Ricardo Sá Fernandes, os baixos salários dos autarcas ajudam a explicar a corrupção nos municípios. O argumento poderá servir os interesses de alguns dos seus clientes, em particular os autarcas corruptos e/ou acusados de corrupção, mas é, recorrendo ao cancioneiro humorístico nacional, gozar com quem trabalha.
O salário mais baixo que um autarca pode auferir em Portugal ronda os 2900€. Só alguém que vive numa bolha de privilégio, totalmente alheio à realidade do país, poderá achar que este é um salário baixo. E não estou aqui a contabilizar ajudas de custo, viaturas de serviço, que dispensam inúmeros autarcas de terem carro próprio (e restantes despesas que daí decorrem), e outros benefícios como almoços – literalmente – grátis e viagens-passeio.



![By Frosinatim (Own work) [CC BY-SA 3.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0)], via Wikimedia Commons](https://i0.wp.com/aventar.eu/wp-content/uploads/2017/12/smiling_pig.jpg?w=640&ssl=1)



Eis o novo provérbio nascido das entranhas do alto e baixo comentário político, quando se quer explicar que não é aceitável que se aliem ou que se coliguem partidos que já se criticaram no passado remoto ou recente.

Os partidos, os partidos, e os partidos. As lições aos partidos. A moralização dos partidos. É espantoso que o dr. Rui Moreira, 







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