Efectivamente, não pode ser

The people ahead of them are shooting up to the stratosphere, and then comes the scapegoating.

Noam Chomsky

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Amigo atento enviou-me esta primeira página, com palavra criada exclusivamente para a norma portuguesa pelo Acordo Ortográfico de 1990. É sabido, desde d’Andrade e Viana, que a ‘rutura’, além de inventada, é “injustificada”. Contudo, ei-la.

Além disso, tratando-se do presidente da direcção do Sporting, a grafia correcta é ‘ruptura’.

Exactamente.

Aliás, como é sabido, pelo menos desde que se leu aquilo que ainda há pouco escrevi («palavra criada exclusivamente para a norma portuguesa pelo Acordo Ortográfico de 1990»), no Brasil, [Read more…]

Chris Cornell (1964 – 2017)

Quando o Kurt Cobain morreu, eu tinha 10 anos e o Grunge era algo de muito familiar e presente no meu dia-a-dia. Vantagens de ter um irmão mais velho com bom gosto, que assumiu a função de cordão sanitário entre mim e o lixo comercial que a maioria das rádios já passavam, e que possuía o único sistema de som que existia lá em casa. Hoje, neste dia triste que me transporta para esses tempos e para as milhares de vezes que ouvi Soundgarden, deixo-vos com este tema, que podendo ser considerado “batido”, é inegavelmente um dos grandes hinos do Grunge, cantado e tocado pelo Chris Cornell, que ontem se despediu da humanidade. Que descanse em paz 😦

É muito fácil

Every word I said is what I mean

Chris Cornell & Hunter Shepherd

May I continue?

— Noam Chomsky

“Somos Porto”. É fácil dizer [ˌsomuʃˈpoɾtu].

— Rodolfo Reis, 14/5/2017

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De facto, também é fácil dizer “Portugal vinculou-se ao Acordo Ortográfico“.

Repare-se: [puɾtuˌɡaɫ vĩkuˌɫosɨˌau̯ ɐˌkoɾdu ɔɾtuˈɡɾafiku].

Muito fácil.

Efectivamente.

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Chris Cornell (1964-2017)

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