Trofa

Realmente, eu que sou vizinho e utilizo as estradas da Trofa, fico doido. Parabéns aos autores:

VIDEO TROFA FINAL from JSDTROFA on Vimeo.

Nem as estradas nos valem

Carta da Estradas de Portugal insere-se num quadro de normal funcionamento entre empresas e tutela - Min. Obras Públicas“Nem as estradas salvaram Portugal da queda no índice de competitividade.

País desceu quatro lugares, para a 49.ª posição, no Índice Global de Competitividade e está “perigosamente

na cauda do pelotão” face à Irlanda, Chile e República Checa, consideradas economias similares.

Entre 144 países analisados pelo Fórum Económico Mundial, Portugal é o quarto com as melhores estradas.” (hoje no Público).

Portugal perde competitividade mas é o País das Estradas (e do Futebol)!

Um estar português – Histórias de viagens on the road (EN 109 e EN 1)

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© Sandra Bernardo | Direitos reservados

A sangria das estradas: a propósito de Entre-os-rios.

Via José Manuel Fernandes/facebook (c) Público

Acabo de ouvir, na rádio, um destes políticos do interior, oficial camarário com mentalidade paroquial, a falar do desenvolvimento da terra, hoje lembrada pela tragédia de há 10 anos em Entre-os-rios. Segundo ele faltam ainda as acessibilidades, sempre as acessibilidades, só as acessibilidades. Que se demora mais de uma hora a chegar ao Porto, a apenas 50 quilómetros de distância. Quem for entrevistar os políticos vizinhos, a Cinfães ou Resende, Marco de Canaveses ou Baião, ouvirá o mesmo,:que faltam acessos, estradas, acessibilidade. A conversa é tão monótona como a bagagem cultural desta gente.
O cúmulo desta estupidez plasmou-se no ordenamento territorial local pós-Entre-os-rios: onde existia uma ponte que caiu devido à incúria dos organismos públicos, construíram-se 2! como uma espécie de lenitivo pela desgraça…
Falemos a sério: desde os anos 80 que o país se cobre de asfalto. Já temos 3 auto-estradas paralelas, de norte a sul do país. Falta axadrezar o interior com vias rápidas, é certo. E depois? quando todo o país estiver coberto de vias? Estaremos melhor? É que, para já, a coisa piora de dia para dia, não obstante o investimento em estruturas viárias.
Estes mandantes com sotaque, pequenos régulos do caciquismo municipal, acham que o desenvolvimento maior do rincão que governam é ter rotundas com chafarizes, estradinhas e caminhos municipais ora asfaltados, ora empedrados e muitos sinais de trânsito. Entretanto, por aqueles caminho e por aquelas estradas, as pessoas continuar a migrar. O país sangra o país através das suas estradas. E ninguém vê isto?

O que se diz por aí

A política externos dos EUA é cheia de coincidências. O facto de estarem em vias de duplicar o armamento em Israel é mais um desses casos. Claro que nada tem a ver com o Irão. A minha dúvida é se, por acaso no tempo de George W. Bush se faria de modo diferente?
Espero que as forças de segurança portuguesas, nos preparativos da recepção ao Papa, se lembrem de estarem atentas ao pessoal que adora atirar-se ao Santo Padre. Este deve ser o Pontífice mais assediado de todos os tempos. Mas, entretanto, a Protecção Civil que cuide de tratar das estradas do Distrito de Lisboa.
Até lá, o povo que se preocupe com o mau tempo que veio para ficar. Isto até parece que estamos no Inverno…
Bem pior está quem vive em Ciudade de Juárez que foi considerada a cidade mais perigosa do mundo. Conseguir bater Bagdade é obra!
Já em Portugal, parece que Catarina Furtado vai andar aos tiros, numa nova série televisiva que se chamará “Cidade despida”, que, por mero acaso, é a tradução do título da série policial norte-americana “Naked City”. A originalidade da nossa produção televisiva é um espanto. Mas os tiros não ficam por aqui, pois pelos vistos um aluno foi baleado num externato em Braga.
Por fim, parece que os alegados etarras queriam instalar um fábrica de bombas em Portugal. Aqui está um tipo de investimento estrangeiro que não tem interesse nenhum para Portugal.

Sem ver passar os comboios

A história recente dos comboios em Portugal conta-se em duas linhas: o PSD tinha deixado tudo prontinho para privatizar, o PS prometeu investir mas nem sequer desmantelou o desmantelamento da empresa.

Hoje ficamos a saber que 232 km de linhas, das ferroviárias, vão ficar em obras (algumas ainda nem projectadas) e sem comboios, quando "a modernização da rede sempre se fez sem interrupção da circulação".

A Refer não investe, os lóbis das camionagens agradecem.

Num país onde se discute a alta velocidade, vulgo TGV, e se pára a baixa velocidade é a lógica do negócio que prevalece.

Esquecendo que além de menos poluente o comboio é um meio de transporte que só não tem futuro se o quiserem remeter para o passado.

Não sei porquê mas desconfio que se Motas & Lenas encontrassem aqui, e não nas estradas, uns concursos à mão de ganhar as coisas seriam diferentes. Quando todas as aldeias tiverem uma auto-estrada talvez as coisas mudem.