Está explicado!

Está explicada a correcção tripartida da Declaração de Irs de Ricardo Salgado. Apercebi-me disto esta manhã ao ouvir a publicidade (foleira, diga-se de passagem) na TSF. Afinal, o Riquinho andou a preparar-se para a corrida!

Tudo começou com ele a correr do fisco…

A memória de Ricardo Salgado

Salgado garante que já pôs um post-it para não se esquecer de nenhum milhão na próxima declaração.

Um Carro à Patrom

like-a-fucking-bossLike-a-boss, grande, potente, pujante, tamanhescamente proporcional à capacidade do intelecto.
Razão tem o Ricardo.

Salgado é o Patrão

E o Padrão, quem é?

Perdoai-me os meus «esquecimentos»

Vai em paz, filho, estás perdoado!

No DCIAP têm conta no BES?

A PGR diz que não há indícios de que Ricardo Salgado tenha estado envolvido em “qualquer ilícito de natureza fiscal” in Público

Não há dinheiro?

Ricardo Salgado esqueceu-se de declarar 8,5 milhões de euros ao fisco. I

DIAP assaltado por comunas

É a segunda vez que o Espírito Santo é ouvido como testemunha.

RICARDO SALGADOSocorro Salazar, ressuscita.

Pudera, quem é que nega o ganha-pão?

 

Quanto é que a banca tem ganho mesmo por emprestar dinheiro ao estado? Ora bem, SCUT, PPP, cenas, troika, mercados e coiso… bom, é fazer as contas.

 

Imagem: colagem a partir do Expresso de amanhã.

Conspiração contra o BES

Há alguma campanha montada para denegrir o Grupo Espírito Santo? Ou há fogo por baixo deste fumo todo?

Ontem saiu uma notícia no Público que aponta o envolvimento do presidente do BES Angola em esquemas de branqueamento de capitais. Lá teve o senhor Álvaro Sobrinho de pagar uma pequena fiança de 500 mil euros. Curiosamente a notícia já não estava na primeira página do Público on-line pela hora do almoço, mas não entremos em teorias da conspiração, o Grupo BES gasta muito em publicidade.

Há muito mais do que isto…

 
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O pedido de ajuda é já a seguir

As dúvidas eram poucas. Agora estamos no limiar da certeza, dependente apenas da teimosia de certas pessoas. Vocês sabem de quem estou a falar.

Portugal vai mesmo ter de pedir ajuda financeira urgente. O líder parlamentar do PS admite isso mesmo em caso de emergência e este é um caso de emergência há muito tempo. O presidente do BES está alarmado e pede urgência nesse pedido. E ainda sou do tempo em que Ricardo Salgado dizia que não era precisa ajuda. Ah, espera aí, isso foi na semana passada. Tanto tempo…

Afinal, com ou sem ajuda de emergência da União Europeia e do FMI, seremos sempre nós a pagar a conta. E como é uma questão de tempo, quanto mais depressa melhor.

Ou comes a sopa ou chamo os mercados

s.f. Ralé, ínfima plebe. Crianças pequenas. s. m. Patife

A última pulhice da PT consiste em distribuir a correr os lucros da empresa pelos accionistas, antes que chegue Janeiro e tenham de pagar algum imposto que se veja.

Um dos donos de Portugal, Ricardo Salgado, avisou que caso o governo interferisse em tão patriótica pressa, os mercados iam ficar chateados, e ainda vinham aí dar tautau aos meninos.

O lucro do Banco Espírito Santo (BES) subiu 12,4% nos primeiros nove meses do ano, face a igual período de 2009, para 405,4 milhões de euros, devido sobretudo ao desempenho das operações internacionais. (Expresso)

Os bancos não pagam o mesmo IRC que a generalidade das empresas portugueses. Os bancos, como o BES, pedem emprestado ao BCE com juros a 1%  e depois compram a dívida pública portuguesa com juros na ordem dos 7%.

Sabem o que é um canalha?

"Quem vive? Portugal, Portugal, Portugal", "Quem manda? Os bancos, os bancos, os bancos"

Ricardo Salgado entrou optimista e saiu confiante. Se à entrada para a reunião com o líder do PSD o presidente do Banco Espírito Santo dizia que “há que ter confiança no futuro”, duas horas depois, à saída, afirmava acreditar, não já no futuro, mas nos “políticos do nosso país para se encontrar uma plataforma de entendimento”.

do Público

Actualização:

Os banqueiros Faria de Oliveira (CGD), Carlos Santos Ferreira (BCP), Ricardo Salgado (BES) e Fernando Ulrich (BPI) já saíram do Ministério das Finanças, onde estiveram reunidos com Teixeira dos Santos.

O banqueiro brincalhão, a dívida, os direitos

O défice afinal era outro, donde a obsessão com ele estar a encher as notícias. Os funcionários públicos vão perder poder de compra, os não públicos é já a seguir, um banqueiro preocupado porque as mordomias dos banqueiros vão timidamente pagar imposto, coitados dos banqueiros, é o discurso que vai ocupando a comunicação, que nestas coisas é muito social, à sua maneira.

Mas também há direitos, ou não há, para começar o direito ao trabalho, sem recibos verdes, com contratos, com regras, e esta petição. Peticionar é o pouco que sobra quando só se olha para um lado do défice, se esquece o que gastamos com os banqueiros

A banca teve “um comportamento espectacular nesta crise

também disse Ricardo Salgado sem se rir, Ricardo Salgado: vá viver com o salário mínimo um mês, apenas um, que todos temos direito ao riso, e eu quero rir à sua custa, olho por olho, gargalhada por gargalhada.