30% dos Madeirenses são pobres

Diz o Boletim do Banco de Portugal! Chefiado por um comunista diz, como não podia deixar de ser, o “sr.das ilhas”. Ora, a verdade, é que todos sabemos que em Portugal há dois milhões de pobres o que dá 20% da população. É um número aterrador, em cada 5 portugueses um é pobre. Na ilha da “obra feita” dos trintra anos de maiorias absolutas aí está a medida social das políticas de Jardim. Bolsas de profunda pobreza como não se encontram em mais nenhum país da UE, depois de vinte anos de milhões de fundos comunitários, o “bom aluno” está, como sempre esteve, no fundo da vergonha. Onde a relação entre o rendimento dos mais pobres para os dos mais ricos é de 1 para 8! Um Estado que já absorve 50% do rendimento nacional não consegue largar este lastro de injustiça. O mesmo Estado que controla empresas monopolistas em conluio com o grande capital, que fecha os olhos aos gigantescos negócios sem risco e sem concorrência e que insiste no lançamento dos megas investimentos públicos. Esta política tem aí o resultado bem à vista de todos, governo após governo , de cócoras perante o CENTRÃO dos negócios insiste em remédios que não resultam!Enquanto as Galp,  EDP, CGD apresentam lucros de milhões à custa dos preços mais altos pagos pelos contribuintes o país empobrece inexoràvelmente! É tempo de dizer basta!

Comments

  1. maria monteiro says:

    O ano passado estivemos na Madeira (um amigo nosso ia ser oredenado padre) e digo que vi, ao vivo e a cores, a pobreza que pensava já não existir. Andámos sempre em transportes públicos e iamos morando em sítios por aí pela ilha. Estando tão perto de tudo tinham tão pouco

  2. maria monteiro says:

    mas nem todos os que são ordenados padres tem que ficar assim como com o sr jardimFelizmente ainda há os que dizem que a culpa não é dos comunistas. É tempo de dizer basta!

  3. Luis Moreira says:

    Maria Monteiro, e já aqui mostramos o polvo de lugares públicos que dão empregos chorudos a filhos e enteados.Do que não há dúvida é que quando uma dezena de individuos enriquece em meia dúzia de anos, não é possível que a maioria possa fugir ha pobreza.É só uma questão de distribuição e de justiça!


  4. Na Madeira, como noutros locais, há desigualdades. Mas na ilha nota-se mais.

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