A Volta – Idanha-a-Nova – Guarda

Aquela subida para a Guarda nunca mais acaba mesmo de carro, de bicicleta até faz doer. Mas obrigaram os ciclistas a subirem-na duas vezes.

Todos conhecem a Guarda, lá no alto, a sua Sé maravilhosa e as suas casa de granito. Dizem que é farta, formosa (ou feia)e fria. E no inverno é mesmo muito fria.

Tudo começou em Idanha-a-Nova porque há a Idanha-a-Velha uma terra cheia de achados arqueológicos. A visitar, tem restos de monumentos que têm sido descobertos muito interessantes.

No meu tempo para se ir à Idanha era uma aventura, maus caminhos e muito calor tornavam a viagem um tormento. Agora temos belas estradas, faz-se num salto. No outro dia, em viagem para Termas de Monfortinho fui lá multado por mau estacionamento, eu que nunca saí de dentro do carro. O desenvolvimento tambem trás destes figurões.

A corrida foi movimentada, com um grupo de ciclistas fugidos e apanhados já a subir a serra, mesmo em cima da meta. Ganhou o Cândido que recuperou a amarela, já que o Manuel Cardoso, o anterior amarela, caiu a subir.

Ninguem cai a subir, cheira-me que o rapaz, sendo sprinter, não se deu bem com a estrada a empinar!