Procuramos Aventador M/F

O Aventar é um blogue plural, onde coexistem todas as tendências políticas. Cada um é responsável única e exclusivamente pelo que escreve, e pode escrever tudo, menos difamar ou ser ordinário. Em franca expansão, procuramos;

Homem/mulher capaz de fazer uma defesa facciosa e determinada do actual governo e de José Sócrates

Que tenha tarimba em discussões profundas mas que não guarde rancor

Que consiga coexistir com opiniões diferentes

Que escreva um poste por dia mesmo que não tenha assunto

De preferência com uma fugaz passagem pelas jotas

Não aceitamos :

Que copie os textos da Jugular

Que face aos contínuos problemas em que se afunda Sócrates, não perca nunca a força e a capacidade de intervir

Que siga “ipsis verbis” o deputado Assis (estamos necessitados mas não estamos desesperados.)

As propostas podem ser deixadas no endereço do Aventar e serão publicadas. Em 31 de Dezembro, os nossos leitores escolherão o mais firme, mais faccioso e mais brilhante pró-Sócrates.

Comments


  1. Já temos um pró-Sócrates, Luis, mas não escreve..


  2. Pois, esse é o noso problema, os que existem não escrevem ou estão na Jugular e os outros envergonham-se!

  3. isac says:

    eu tenho imaginação. eu posso ser pelo sócrates. Coitado, tanta porrada leva.


  4. ehehehe, ainda te arranjam quem te “malhe”, pá!

  5. Anónimo says:

    Convidem a Diana Mantra

  6. Anónimo says:

    Recrutem o João no colectivo Abrantes


  7. Tu devias apresentar o teu testemunho de monárquico sobrevivendo entre republicanos. És a prova provada de que ladramos mas nem mordemos.


  8. Venham sugestões…


  9. E que tal convidarem alguém do grupo Manuel Alegre?


  10. Isac, tu és mesmo capaz de manter a compostura? Acho-te muito “verde”, muito amigo da natureza, mas enfim, podemos tentar.


  11. É uma ideia. temos é que melhorar o som do Aventar para tirar todo o partida da voz “grave” do poeta…


  12. Ó João, nos tempos que correm, é como diz o Miguel Esteves Cardoso: somos o maior partido clandestino em Portugal, atravessando todos os outros transversalmente. Uma boa polémica – como noutros tempos – é sempre proveitosa, mas continuo a acreditar ser necessária uma certa moderação, para evitar injustiças. Não podemos simplesmente pregar seja quem for a uma porta. se não confiarmos no estado de Direito, mesmo com as limitações que se vêem, então não vale a pena e é melhor começarmos a afiar navalhas.Esta estória da Monarquia já vem de longe e até te explico como:1. O meu bisavô, inicialmente ferrenho republicano, não por ser contra o rei, mas por profunda aversão ao rotativismo entre Progressistas e Regeneradores. Décadas, muitas décadas mais tarde, já reformado – foi o agrimensor que delineou toda a parte alta da então Lourenço Marques -, antigo membro da Maçonaria em L.M. (cujo palácio frequentei quando era aluno da Escola Industrial que ocupou o espaço), costumava dizer: “grossa asneira fizemos em 1910…, (…) falava-se…. vivia-se … berrávamos, mas agora, estamos nisto!”2. O meu pai. Começou a ser convidado apara “convívios” na sede da PIDE em Lourenço Marques (um casarão lindíssimo, cheio de azulejos e hoje em ruínas -, logo aos 17 anos. Andava em “más” companhias e lia autores escandalosamente bolcheviques, como Tolstoi ou Dostoievsky! É claro que lhe sonegaram parte da livralhada, ficando os Mosquitos, as fabulosas revistas Cara Alegre (que ainda existem lá em casa) e outras coisas de somenos importância. É claro que os acima citados “convívios”, eram geralmente acompanhados por fartas doses de caroladas e umas tantas bolachas na rosada e loura cara do meu pai. O “senhor comandante”, um bem posto militar que dirigia a conversa amigável, queria saber o impossível de se saber, pois embora o meu pai dava-se com outros fulanos “perigosos”, entre os quais pontificava o tenente Bettencourt, comunista declarado e que acabou por fugir para Paris. Pelo que depois nos disse já aqui em Portugal, curou-se logo quando em França conviveu com um certo “realismo socialista”. Coisas da vida.Breve, a raiva do meu pai à pseudo-república – aliás, às duas que até então tinham existido – devia-se à sua sede de informação nos documentos – cartas, jornais e bibliografia – que lhe ofereciam uma visão muito diferente da “Estória” oficial, prolixamente publicada a partir da ridente madrugada de 5 de Outubro. Para mais, como pano de fundo da sala de “convívio”, existia um imenso pano bicolor que cobria a parede inteira. Esse pano, que a lata de uns tantos e a ignorância de quase todos, apoda de bandeira nacional, ligou para sempre aqueles indesejáveis serões, à questão do próprio regime. mais, Lourenço Marques era uma cidade muito cosmopolita, carregada de ex-refugiados de diversas origens, desde os antigos derrotados dos tempos do Kaiser, até aos seus sucessores do Eixo, gregos, arménios, sobreviventes da libertação lenino-estalinista dos anos vinte, ingleses, libaneses, indianos, etc. Enfim, o perfeito caldo de cultura liberal que oferecia um rol de potenciais sarilhos a uma PIDE que assim, forçosamente tinha de contemporizar.No dia 27 de Abril de 1974 – aniversário da minha mãe -, ele levou-me a dar uma volta de carro pela cidade. Fomos à colossal Câmara Municipal, ao cimo da Avenida Luís I, fomos aos Correios na Av. da República. Fomos aos departamentos de Estado na Praça 7 de Março, à Fortaleza, aos quartéis da zona da Rua de Nevala e ao Paço da Ponta Vermelha, a residência do Governador-Geral. Estava tudo “normal”…Chegados a casa, o meu pai virou-se para a aniversariante e exclamou:- Vamos ser corridos daqui para fora, mas daqui a dez anos Portugal estará na mesma machimba (merda) de sempre!”- ?- “Então… 16 anos de salsifré do Afonso Costa, com bombas, mortandades, porrada nas ruas… depois, mais de 40 anos DISTO e aquela gente em Lisboa nem sequer mudou a Bandeira, pá…! Imagina se após a queda do Reichstag a Alemanha ainda tivesse hasteado o pano do Hitler!”Jamais esqueci e já agora, o tal pano bicolor jamais entrou em minha casa. nem nos tempos dos meus, nem agora. Bom proveito para os entusiastas da Scolarização nacional.


  13. Desculpa-me os imensos erros de construção. Tenho o péssimo hábito de não corrigir os textos antes de publicar. Por exemplo, onde lês … embora o meu pai dava-se”, faz o favor de ler “se desse” e a frase nem acabou por ser concluída, pois falta …”fugir para Paris, sem o conhecimento do meu pai pelas suas actividades reviralhistas”. É assim, sou um tonto. desculpa.


  14. Nuno, tu sim é que apresentas boas credenciais para responder ao anúcio . Escreves bem, és determinado…mas acreditas na causa?

  15. má língua says:

    então? mandem um convite ao Valupi. mais coisa menos coisa  , preenche todos os requisitos. coitado , ainda vai para a caixa de comentários de um blog conhecido horas a fio , días até , defender o amo.


  16. Eh pá, acho que é mais fácil revestir outra vez a Grande Pirâmide com lajes de calcário polido. Assim, bonita e reluzente, com uma ponta dourada de electron. ..


  17. E ele é capaz de deixar de ser Valupi e passar a ser Má Língua? Tem que ser alguem que equilibre “isto”. Nós ajudamos à tarefa…


  18. A falta de respostas directas ao anúncio só mostra que o desemprego não é assim tanto, ou então o subsídio de reinserção social é muito atractivo.


  19. Então não é atractivo, Luis, 150 euros por mês! Uma fortuna… Olha, e o Carlos Santos do «Valor das Ideias». Eu ando a tentar engatá-lo.


  20. Sim, é  bom. Diz-lhe que outra das nossas grandes virtudes é a solidariedade, não há que ter medo.No dia em que alguem o atacar somos como os ciganos,  vamos todos para a luta. (ao lado dele ,claro…)


  21. Porra! Vocês querem mais um perigoso esquerdista travestido de liberal???Só falta ser, tb, benfiquista…


  22. Sportinguista dava jeito.


  23. Se não aparecer ninguem uma hipótese é transferir para o Aventar um texto da Jugular por dia. Enfim, digo eu…

  24. dalby says:

    Querido amigo e irmão aquariano..Posso ser eu a concorrer ou não sou de confiança???!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! teu amigo dalby socratiano (soa bem o meu nick dalby e socratiano ao lado..dá-lhe um ar sério que eu nao tenho, NÃO ACHAS? ABRAÇO DALBY

  25. Pisca says:

    Anda aí um rapaz muito talentoso e sempre disposto a defender o seu “Querido Lider”, não sei é se terá tempo, agora que é Secretário de Estado da Defesa não sei do quê, deve ser com 3 centrais e 2 trincos
    Falar, fala que ninguém o cala, agora escrever não faço ideia, mas pela pinta é capaz de alinhavar algo das Futuras Obras Escolhidas do Chefe
    Mandem um mail ao Min.Defesa, a/c Marcos Perestrelo, se pagarem alguma coisinha é capaz de aproveitar, isso sabe ele bem

  26. Pedro Rocha says:

    Ainda vou ver a oposição, todos de mão dada, no 10 de Junho a descer a avenida!
    Bem, se calhar até lá, o sr. já fez outra asneirinha fracturante.

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