Já passou um ano desde que Barack Obama foi eleito. Há quem veja mudança, há quem veja continuidade. Parece-me que dentro dos EUA há uma mudança em curso, desde logo em sede de assistência social e médica. Quanto a políticas externas, vejo mais dinheiro para a guerra – Afeganistão e Iraque incluídos – sem resultados, uma prisão em Guantánamo que se mantém, e por aí fora. Pelo menos tiros continuam a não faltar em terras do Tio Sam. Lá nisso a tradição ainda é o que era.
Também o futuro do Haiti, que vive redobrados momentos de aflição, poderá ser uma oportunidade para ver diferenças de fundo, se as houver, da eleição de Obama.
Faria de Oliveira traçou o perfil dos interessados no BPN. Pelos traços, será mais um banco a ficar em mãos estrangeiras, depois do dinheiro público lhe ter dado um bom arranjo. Mas as melhorias ainda não vão ficar por aqui, pois ainda haverá uns ajustes para tornar o BPN mais apetecível, pois desta venda depende o reembolso da Caixa, estando para já afastado o cenário de integração do BPN.
Nas Grandes Opções do Plano, entre outras medidas, comenta-se a possibilidade dos portugueses de votar em qualquer ponto do país. Eu preferia que as opções e políticas governativas, de agora e do futuro, dessem antes de mais, vontade em ir votar.
O que se diz por aí
20/01/2010 by J. Mário Teixeira
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Obama luta pela integração de 40 milhões de americanos num esquema de saúde que hoje os deixa de fora.Obama se pudesse vinha para casa e trazia as tropas com ele. isso faz toda a diferença! O BPN configura uma fraude de muitos milhões onde o Estado, nós, vamos deixar muito dinheiro.