Farsantes de serviço


O PS e o PSD/Cavaco continuam o seu número de revista à portuguesa, simulando desentendimentos e um “trabalho aturado” que se prolongará noite fora. A jiga-joga tem como único fim, a tranquilidade do candidato ideal de ambos os sectores, pois aos rotativos convém o status quo. Como fica Passos Coelho neste palco, é coisa que ainda estamos para ver.
Amanhã é o dia do não-tabu e assim há que prolongar um pouco mais a ilusão, de modo a ser encenado um oportuno directo televisivo com a “boa nova”.

A “boa nova” é exclusiva de Cavaco. Com um fraquíssimo desempenho em Belém – quase ao nível de Sampaio -, recandidata-se sem ter coisa alguma para propor ao país, mas apenas porque lhe interessa. Para quê, já esta noite se depreendeu nas palavras do sr. Ricardo E.S. Salgado. Estão aflitos e precisam de dinheiro. É tudo.

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