Amar o Porto, tão só.

Por isso, ao olhar orgulhoso para mais uma vitória histórica do meu Porto e rumar para o meio da multidão, do meu Povo, nos Aliados senti pena. A pena de não ter visto em Dublin, ao lado dos autarcas de Braga, do Presidente da sua câmara, o seu colega do Porto. Um sentimento justificado e sublinhado ao olhar para os Aliados e espreitar para a NOSSA casa e vê-la fechada, como que envergonhada. Uma vergonha não de si mas daqueles que ainda a ocupam não compreenderem o seu significado.

Qualquer um pode ser Presidente da Câmara Municipal do Porto mas não é um qualquer que ficará no coração dos Portuenses. Uma coisa sei de Pinto da Costa: estará para sempre no coração dos Portistas e no da maioria dos Portuenses.

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Comments

  1. Ricardo says:

    Li o texto todo e felicito-o pela forma como enaltece o Porto nas suas várias vertentes mas sobretudo por ser um texto positivo e que não denigre outras instituições ou cidades. Um texto que dá prazer ler. Para se ser grande não é preciso apoucar os outros, mas sobretudo, enquanto se apouca os outros nunca se será verdadeiramente grande.

    Este texto é um belo exemplo da grandeza da cidade do Porto dado que se escreve o Porto apenas pelo Porto. A cidade como o ser humano – pode ser superior por si e não superior aos outros.

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