As juntas médicas

Serão as juntas médicas, a solução para o restauro financeiro da Segurança Social? Conheço variados casos de pessoas que infelizmente padecem de doenças graves como o cancro, e são enviadas para o trabalho, para que morram a produzir.

Este tipo de situações tem-se vindo a revelar com muitíssima frequência já que acompanho um parente próximo a frequentes juntas médicas e deparo-me com casos terminais às vezes de doentes que são obrigados a ir trabalhar, mesmo que não produzam nada e sejam as vezes até um entrave dada a sua condição de saúde, para os seus colegas de trabalho.

Tenho vindo a entrevistar muitíssimas pessoas, e a recolher exames médicos, e outra documentação para ir registando falhas médicas graves do nosso Sistema Nacional de Saúde. Este tipo de situações acontecem quase sempre em grande percentagem aos funcionários públicos, e ou empresas que têm contratados seguros médicos a grandes multinacionais.

Os profissionais das juntas médicas, têm até bastante humor na hora de lidar com os seus clientes, pois dizem-se coisas muito engraçadas nestas juntas medicas, isto para os profissionais de saúde está claro, pois quem se encontra doente, não acha muita piada a este bitaites, do tipo vá mas é vergar a mola e outros, como já me foi transmitido.

Que novas profissões ou funções ocultas terá o nosso estado para nos ir revelando, procupa-me que os nossos médicos estejam a acumular funções e profissões, e ou também aliciados a aumentar as exigências para reformas antecipadas por invalidez.

Acho bem que se controlem os espertos, mas os que são efectivamente doentes deveriam ter um final de vida pelo menos com alguma qualidade de vida não a contribuir para a segurança social como fizeram toda a sua vida sem que ninguém lhe preste contas de para onde vai o tal dinheirito que descontaram tantos anos. Portugueses, não deixem passar, as injustiças e negligências dos profissionais do Estado pois parece que somos feitos de sangue distinto, uns com tantas regalias e outros sem nenhumas, aprendam a reclamar, e a exigir explicações e responsabilidades ao Estado de Portugal, esta é a única forma, de continuarmos a ser um pais.

Edgar Fonseca

Comments

  1. Konigvs says:

    Sobre os mais variados temas ouvimos muitas vezes os outros falar e muitas vezes mais não fazemos do que assumir como boa muita da desinformação que por aí se veicula. E a saúde então é onde, por coincidência ou não, depois de termos mudado de governo mais se fala, e o primeiro a fazê-lo, estranhamente até, porque noutros assuntos fica caladinho como um rato, é o Presidente da República.
    Primeiro começou a campanha de desinformação dizendo que em média, um português pode esperar por uma consulta no hospital cerca de três anos. Mentira.
    No ano passado apareci na consulta externa de dermatologia em fevereiro no Hospital São João no Porto passado duas a três semanas após a médica de família me ter passado o P1. Após a primeira consulta no hospital, já passei por mais seis especialidades, e já tive marcada uma cirurgia que só não fiz porque decidi não a fazer, mas se quisesse tinha-a feito dois meses a primeira consulta de ortopedia. E queria sublinhar que não tenho qualquer cunha no hospital, sou um vulgar cidadão que usa o hospital público e o sistema nacional de saúde.
    Sobre as juntas médicas. Como no ano passado estive cinco meses de baixa, passados os primeiros trinta dias lá temos de ir à junta médica. Todos nós ouvimos falar, mas quem nunca foi a uma não sabe o que lá se passa. Ouvia falar em juntas médicas e pensava eu, ingenuamente, que seria ser avaliado por médicos experientes, para atestar realmente se a pessoa está incapaz para trabalhar. Não, de todo!! Ingenuamente, mais uma vez, não levei os exames, que eles até pedem na carta, porque a minha doença era evidente até a um cego. Barafustaram e disseram que “Não o podemos agrafar aqui, queremos é papeis”. Foram as palavras que me disseram mas lá continuei com baixa “mas para a próxima já sabe”. Esqueçam portanto que vão ser vistos por médicos credenciados que vão atestar a vossa doença!! E digo mais, para fazer aquele trabalho, bastava alguém com o nono ano, a agrafar exames e ver se a papelada está toda em ordem, para fazer aquele tipo de trabalho não é preciso ninguém com curso superior, muito menos com um curso de medicina, secretariado no máximo.
    Lá voltei passado dois meses, desta vez com o trabalho de casa feito. Levei todo o relatório médico do internamento, olharam para os papeis durante uns cinco segundos se tanto, e disseram “não é preciso mais nada”. E pronto continuei de baixa, até que mal me senti nas condições mínimas de saúde arrisquei a ir trabalhar.
    Só fica a faltar uma coisa nesta matéria. Se há um doente que comete fraude com um atestado médico a atestar que está incapacitado para o trabalho quando na realidade está com saúde, também há um médico que incorreu numa grave falha, mas a esses, os senhores doutores, a esses nunca lhes acontece nada, até os que já morreram continuam a passar receitas.

  2. emilia carrasco says:

    Concordo plenamente , e tenho quase a certeza que quem faz as verificações nem medico é pois nem sabe que o doente pode ter artrite reumatóide e ser seronegativo, e conheço uma que faz juntas de verificação das baixas e não aceita relatórios de médicos particulares como se nos centros de saúde da s. social existissem reumatologistas psiquiatras etc…mas enfim paga o justo pelo pecador.

  3. Teresa says:

    Concordo inteiramente com o que foi dito aqui. Eles vêem papeis e depois agem conforme esses papéis mas e se esses papéis forem falsos? Se a pessoa estiver a dizer uma cosia que não é, quando sao coisas por exemplo de foro psicológico? Sei de casos de pessoas que nada têm mas como levam sempre papéis a dizer que têm alguma coisa, sao renovadas baixas já há mais de 16 meses… Enfim, é o país que temos…

  4. emilia carrasco says:

    Sim as queixas psicologicas podem levar ao engano ,por mim esses doentes deveriam de passar pelo delegado de saúde ,pois existem doentes verdadeiros que estão a ser substimados e injustiçados,com risco de agravamento do seu estado de saúde ,por isso ouvimos falar de um número tão grande de ,,,,não vou usar o termo correcto pois a palavra é muito forte ,«pôr termo à vida»,, .Eu por exemplo, trabalhei até aos limites sempre a arrastar-me,com problemas graves na coluna,levo relatórios dos meus medicos ,relatórios esses, que são postos logo de lado ,o próprio modo como falam para mim,sempre a ameaçar que me cortam o subsídio,«porque eu não tenho nada » passo a citar,e ao fim de 12meses cortaram mesmo, alegando que não podiam manter a minha baixa .Eu pergunto -me ,será que o que fazem aos doentes nas juntas medicas são exames periciais? com gritaria e ignorando relatórios de medicos que andaram anos na faculdade para se formarem, isto o que é ?quem se preocupa com o doente verdadeiro, quem defende o trabalhador que cumpriu com os seus deveres ,e agora na doença não temos direitos ?eu não escolhi a doença ,ela é que me escolhei a mim, e agora como é? «toma um comprimido e vai morrer a casa ? este é o nosso Portugal à beira mar plantado .Saúdo a equipa do Aventar, saúdo os medicos que usam as suas vidas para tratarem dos doentes, e todos na área da saúde que se dedicam aos doentes, e a todos os doentes verdadeiros as melhoras e tudo a correr bem.Emilia Carrasco.

  5. Konigvs says:

    Como referi acima, por cada baixa fraudulenta há um médico que, ou foi enganado pelo doente, ou fez o frete deixando-se corromper. Tivemos casos mediáticos de doentes debilitados com cancro que foram obrigados a ir trabalhar e depois temos à frente dos olhos evidentes baixas fraudulentas, mas que, ninguém tem tomates para fazer nada. Vejamos o caso dos polícia e da informação que veio nos média:

    “A ausência de vários agentes, devido a baixa médica, obrigou ontem o Comando a afectar agentes de outros serviços para manter a operacionalidade da 2.ª Esquadra da PSP de Braga, localizada em Stª Tecla.” 2011-05-17
    “Vários policias da PSP de Faro deixaram de trabalhar este fim de semana. Apresentaram baixa medica, férias ou assistência à família. Os agentes na sua maioria utilizaram estes meios para protestar contra contra o novo regime de horários.” 2011-06-04
    “A esquadra da PSP das Mercês, em Lisboa, ficou esta quinta-feira sem efetivos, depois de 35 agentes terem metido baixa médica, obrigando ao recurso a outros polícias, uma situação que vai durar mais alguns dias, admitiu fonte da Direção-Nacional.” 2011-07-21

    Será que ninguém acha estranho que quando toda uma esquadra fica sem efetivos que, sei lá, se devesse investigar o caso? Pois é, as juntas médicas só se fazem ao fim de trinta dias depois de se faltar ao trabalho, e entretanto toda a gente pode estar incapacitada momentaneamente incapacitada para o trabalho só porque amuou, ou como forma de protesto.

  6. Teresa says:

    E agora eu pergunto. Não está na hora das pessoas que são injustiçadas questionarem as baixas psicológicas e exigirem que se façam avaliações objectivas e imparciais? E aqui o que tem acontecido é o contrário, não ignoram os relatórios dos médicos, mas baseiam-se neles para renovarem as baixas… Se são coisas que não se vêem, a pessoa vem com um Relatório e ninguém averigua se o que consta lá é verdadeiro??? Se as outras doenças podem e são avaliadas constantemente, essas porque não se vêem não são analisadas e investigadas??? Visitarem as pessoas de surpresa, analisar as rotinas delas, deveriam haver equipas para isso porque pessoas de boa saúde continuam a estar com baixas fraudulentas para estarem em casa a receber e ninguém faz nada contra isso…

  7. Ana Serrano says:

    Olá Edgar Fonseca! Eu sou aluna do mestrado de Políticas Públicas e encontro-me a fazer a minha tese de mestrado exactamente sobre as Juntas Médicas, ou seja Como é que o seu comportamento institucional de altera de acordo com a Reforma do Estado-Providência. Será que me podia dar alguma ajuda? Como consegue ter acesso a exames médicos e outras documentações?

    Obrigada.

    Com os melhores cumprimentos,
    Ana Serrano

  8. paulo sousa says:

    Ex.mo Senhor

    Venho através desta história aqui exposta mostrar que estou solidaria em defender o meu irmão que neste caso se apresenta mais abaixo como Paulo Sousa. Chamo-me Agata sou uma figura pública nestes país, tenho vindo a apreciar todos os passos que tem dado e todas as negligências que tem tido para com ele. Na esperança que venha a ser resolvido a qualquer momento este assunto que se arrasta á imenso tempo escrevo esta carta para poder entender como vive nestes pais um ser humano com quase 50 anos com uma filha de 11 anos a precisar constantemente de cuidados médicos, escolares e viver o seu dia-a-dia com o mínimo de qualidade possível. Que raio de governo é este que deixa uma família neste estado sem qualquer tipo de subsidio para que não lhe falte o pão… no mínimo. É inadmissível e estou disposta a ir para a comunicação social (TV e Jornais) defender esta causa que é conhecida por grande parte das pessoas que o rodeiam e aquelas que estão incluídas neste processo.

    Agradeço que reveja esta situação com dignidade e coopere com todas as referências que lhe podemos fornecer dadas pela ordem médica e por testemunhas que tem vindo a acompanhar este caso.

    É revoltante perceber que um cidadão que descontou e trabalhou tantos anos para o estado que esteja neste momento a padecer de um mal que gostaria de abolir da sua vida, neste momento tudo se torna insuportável, as dificuldades que o meu irmão apresenta nesta altura estão deveras a agravar mais ainda o seu estado de saúde. Por culpa de tanta burocracia e por se lhe apresentarem pessoas que não lhe dão credibilidade nenhuma.

    Este processo não tem fim. Tenho vindo a apreciar a forma como o recebem apenas porque não se apresentar de fato e gravata e não usufruir de um bruto Mercedes. Somos todos seres humanos e somos todos iguais a família do Paulo é muito unida. O Paulo tem vindo a receber ajuda dos irmãos mas o cerco aperta cada vez mais e o desemprego cresce na família e é insuportável podermos continuar a sustentar esta história que parece não ter solução, Como deve calcular a família esta a atravessar momentos indiscritíveis e não se pode continuar a viver seriamente e honestamente nestas condições…por favor não o obrigue a ter que ir roubar.

    Pergunto: sem condições mentais, físicas e psicológicas para ter que continuar no seu ritmo que era a sua vida habitual o que se faz para se poder viver? Mata-se ou vai roubar?

    Agradeço a sua atenção. Qualquer duvida o meu número privado. obrigado pela atenção se é que a tive.

    Agata 916690000

    Se este caso não for resolvido num curto espaço de tempo terei que colocar um advogado especialista nesta área para ver finalizado este processo. Muito obrigada

    Paulo Sousa, 49 anos- Quero a minha vida de volta

    Sou vigilante desde 2005,sempre cumpri profissionalmente todos os horários que me eram impostos, o habitual era normalmente das 18h00 às 08h00 o que não era nada fácil… mas foi assim que vivi durante muitos meses neste ritmo laboral sem que tivesse uma única folga para poder respirar e dar atenção á família. Podia-se contabilizar que num período de 24 horas eu trabalhava entre 14.00 a 16.00 por dia. Mais tarde percebi que não me eram pagos esses honorários e, eu estava a ser enganado, revoltado recorri ao jornal Expresso que agarrou nesta noticia e fez um artigo de duas páginas a contar a minha história, focaram bem as empresas de vigilância entre elas a minha, muita coisa ficou por dizer e de alguma forma a entrevista acabou por ser camuflada, julgo que nesta área ainda existe muita corrupção e por isso alguns casos não tiveram sucesso e acabaram mal… sei de colegas que por lá passaram e que por fatalidade acabaram com um fim muito triste…mas mesmo assim sei que estremeceram e senti que ali está muita coisa por desvendar. Por sua vez a Segurança Social fez chegar o meu nome há empresa empregadora e comecei a receber represálias desta situação já fiz três queixas ao Provedor de Justiça que nem teve a dignidade de me responder de alguma e simples forma…é de lamentar.

    Vivo em Lisboa, nessa altura fui destacado para o posto no monte da Caparica (FCT) passava lá cerca de 18.00 como já foquei atras, nesse tempo todo que passou a ser o meu hábito e me levou a um cansaço extremo provocando- me quebras de sono quando regressava a casa em hora de ponta e me via com uma certa dificuldade porque dava por mim a dormir no trânsito quando o carro parava nos semáforos.

    Tenho uma filha com 11 anos que me foi entregue pelo tribunal, sou responsável por ela, infelizmente a mãe é esquizofrénica e não tem qualquer tipo de condições para me ajudar estamos separados desde sempre e a Alexandra só pode mesmo contar com o pai. Em termos de saúde a sorte também não a bajulou nasceu com uma escoliose que a obriga a uma operação delicada ao qual se tem que predispor duas vezes ao ano… já vai com umas seis.

    Durante o período que lhe foi diagnosticada esta doença a minha filha começou a ter que ir regularmente a consultas bem como a fazer ginástica, natação e alguma fisioterapia….e o horário noturno atrapalhava me por um lado e beneficiava me por outro… especialmente quando tinha que acompanhar a Alexandra o cansaço era tao grande que eu por vezes sentia me perdido sem noção do local para onde ia e onde estava…foi ai que comecei a entrar num estado muito difícil que me levou a uma depressão cronica. Por falta de sorte a minha mãe na mesma altura começou com graves problemas de saúde e deixou de poder tomar conta da menina e eu vi me completamente sozinho e perdido nesta poço sem fim. Foi ai que os meus superiores falharam e não me ajudaram a achar um meio-termo para resolver os meus assuntos familiares, vendo- me assim impossibilitado sem horário disponível. Salvo algumas palavras que faziam ricochete a toda a hora que para mim me assentavam como uma ameaça.

    Decidi então, colocar a minha filha á frente de tudo… eu não estava bem e procurei ajuda médica e familiar…um dia parei e dei por mim a pensar que já era um homem e também pai e, a minha filha precisava de mim consciente e saudável. Agarrei me ao trabalho como um balsamo para o meu dia-a-dia mas infelizmente cai quando já não podia mais e até agora ninguém me ajudou a levantar.

    Procurei uma medica para me ajudar pois sentia- me perdido no tempo …na minha vida…não conseguia dormir a aminha cabeça rebentava como se os problemas passassem como uma fita de cinema com todas as imagens que me começaram a atormentar… fiquei de baixa medica precisava de descansar o cérebro o corpo refrescar as minhas ideias mas quanto me apercebi estava num estado lastimoso, fiquei psicologicamente doente com uma depressão que ainda hoje tenho…neste momento tomo anti depressivos são realmente caros e eu encontro- me desesperado sem qualquer tipo de rendimento para os obter …nestas alturas quando me falham fico tremulo com uma sensação estranha que ao mesmo tempo me contem e me assusta… e, acabo por beber vejo-me mesmo obrigado a ingerir álcool para me acalmar essa é a verdade. A Segurança Social não me escuta, não me recebe, não me ouve. Andam todos a marcar passo e eu na marcha desta vida encosto me a uma parede indefeso assustado desejando que uma arma me aponte e desta forma fugir a esta cruel realidade…pois não recebo á inúmeros meses.

    Devido a esta desagradável situação fui aconselhado a fazer queixa desta empesa de segurança ao qual estou aliado para fazer justiça dirigi-me: ao Provedor de Justiça (uma fachada ) ACT (até hoje ignoraram-me completamente está tudo em aguas de bacalhau) Inspeção de Finanças ( fiquei sem saber o resultado)apoio há vitima ( tb por conselho)DIAP encaminharam todas as minhas queixas para a ACT e só me deram o resultado porque eu não desisti e persisti no mesmo. Acabei por ir á policia judiciaria e estes disseram- me que não podiam fazer nada.

    Com falta de um subsidio para fazer face às minhas despesas desloquei me de novo á Segurança Social que não me atendeu devidamente e que por fim me negou o livro de reclamações por três vezes que lá fui… acabei por chamar a policia mas nem assim parece que existe um complô á minha volta.

    As consultas de psicologia que me foram encaminhadas a determinada altura começaram a fazer algum sentido, sentia me mais aliviado, fui lá meia dúzia de vezes e o médico pode afirmar o estado emocional e mental em que me encontrou….Infelizmente o subsídio faltou-me e vi fugir tudo debaixo dos meus pés. Neste momento estou desesperado com uma serie de dívidas, estou completamente perdido num mundo cruel onde chego a pensar que só quem tem olho é rei.

    Nunca faltei a uma inspeção médica, começaram-me a mandar lá todos os meses… sentia suores frios e picadas na cabeça só de pensar que ia ser tratado por aqueles terroristas que de médicos nada tem, talvez uns sapateiros bem qualificados que me disseram naquele dia:” O senhor tem que ir trabalhar… não lhe podemos pagar mais o subsidio,…. Você anda todo trocado, vá para reforma de invalidez. É este o relatório que me trás do seu medico? “Prosseguia o medico” Não serve, porque só tem duas linhas… têm dez dias para me trazer outro”. E acabou a conversa.

    Sai derrotado uma vez mais, senti me um palhaço…num circo rodeado de feras por domesticar. Fui ter com a minha médica de família que por sua vez decidiu não me passar um novo documento argumentando que não tinha culpa que os colegas não percebessem o que ela escreveu…senti me bola de ping pong enchi o peito de ar e sustive a minha fúria. Mais uma vez sai de lá com um programa para ir ao psiquiatra que me deixou de certa forma com alguma esperança, talvez me pudesse sentir um pouco melhor mas a minha continuava difícil e eu continuei de rastos a pensar no meu cruel e triste destino …assim, acedi a esta terapia mas logo veio o corte do subsídio deixei de ir às consultas.

    A última inspeção médicas que fui, encaminharam me para uma sala diferente. Para meu espanto fui recebido pela presidente da comissão e ainda outra médica que estava pronta para me ajudar neste processo mas foi interrompida de imediato pela colega que a mandou calar literalmente dizendo que “ era ela que mandava e que eu não ia receber mais o subsidio” e prossegui dizendo e sugerindo: “para me reformar que ia ganhar mais dessa forma” tentou então indicar me todos os passos que teria que dar nessa sequencia, disse ainda sem saber que eu precisava de um psiquiatra… eu, tentei explicar lhe o meu percurso mas ela não ouviu “ pois nestas coisas é sempre tudo a correr” e nem me deu possibilidade de lhe explicar que eu já andava a ser medicado com anti depressivos e que, infelizmente na minha profissão não podia prestar serviços neste estado. Assim, a médica num tom de arrogância a barafustar mesmo comigo, com aquele ar de quem quer despachar a coisa disse: que fosse assim mesmo trabalhar…ignorando o meu estado. Por fim a colega deixou de poder dar a sua opinião, por momentos senti que a medica percebeu a minha agonia… senti que me podia provavelmente ajudar mas fui lá num dia e numa hora errada.

    Neste momento coloquei a Segurança Social em tribunal e já pedi apoio. Exigindo ter no mínimo um advogado capaz de me defender neste assunto.

    Durante o tempo que andei pela Segurança Social tenho presenciado variadíssimas queixas, as pessoas falam contra as atitudes dos médicos revoltando se mediante as suas doenças …é uma vergonha os pacientes perdem as estribeiras e atiram com os vasos pelo ar, atiram-se às médicas desesperadas num arrancar de cabelos… partem computadores é um verdadeiro festival deviam ir lá para ver… é raro o dia que a polícia não se desloque ao local pelas injustiças praticadas. Sempre saí de lá com gente gritando contra os carrascos que nem honra medica têm.

    Decidi então marcar uma inspeção para a reforma como me foi aconselhado. A médica quando me abordou garantiu- me que jamais me poderiam cortar o subsidio e que por ela eu estava completamente impossibilitado de me apresentar ao trabalho pois não estava em condições físicas, mentais e psicológicas.

    Entretanto recebo uma mensagem do ministro Pedro Mota Soares que iria solicitar uma análise sobre o meu caso, (isto em Agosto) até agora está tudo em banho-maria o estudo parece-me complicado e mais uma vez me ignoraram-me chego a pensar que neste país nada mais é importante que o tacho certo de cada um… infelizmente que tem dinheiro acaba por ter sempre as portas abertas.

    Depois de perceber que me estou a perder a cada dia que passa penso muito em breve ir para o Passeio da Segurança Social na Av .Estados Unidos da América com cartazes o tempo que for preciso para que aqueles médicos “sapateiros” que de humanos nada têm para que peçam a demissão informando os órgãos de comunicação social do verdadeiro terror que ali se passa

    ISTO É SÓ UM POUCO QUE COMENTEI.NÃO DESISTO

    PELO CANSAÇO E PELO DESGASTE PSICOLÓGICO

    E PELA REVOLTA QUE ME FORTALE SE.

    O meu Natal foi miserável, não consegui dar nada á minha filha que muitas vezes chora para lhe comprar um bolo ou uma coisa simples de criança! O pão já me faltou na mesa mas juro que alguém vai ter que pagar por toda esta dor sem resolução.… Alguém vai ter que pagar todo este sofrimento… até que sejam punidos pelo tribunal.

    Pergunto? Será que existe um pouco de justiça neste país!!!

    QUERO A MINHA VIDA DE VOLTA

    Queremos outros médicos honestos, justos, com honra medica.

    O que alguns perderam por pactuar com a corrupção.

    NÃO DESISTO! PAULO SOUSA

    • paulo sousa says:

      Eu Paulo Sérgio Pereira de Sousa com a morada rua: Almada Negreiros Lote 451 1c olivais-sul 1800-012 B.I. 8241787 Lisboa,numaro da segurança social 10098071122.
      ASSUNTO: PARA ACRESCENTAR HÁ QUEIXA 501/13 DE 27/02/2013 AO DCIAP

      Venho por este meio denunciar a segurança social com um pequeno resume o quanto a segurança social me tem prodejicado devido há corrupção instalada dos órgãos do estado.

      1-A primeira queixa que fiz da minha entidade patronal há segurança social do Areeiro como eles fogem ao fisco, eles deram o meu nome há entidade patronal e comecei a receber represálias, pois fiz três queixas ao provedor de justiça e nunca recebi nenhuma resposta.

      2-Devido aos factos foi obrigado a por baixa médica Psicológica com uma depressão, pois numa das primeiras inspeções medicas que foi fui induzido ao erro com o seguinte: depois de explicar que estava a fazer o desmame da medicação visto a minha profissão ser vigilante e não poder tomar antidepressivos devido não ser compatível com a minha profissão, pois na altura não levei nenhum relatório medico devido a minha medica se encontrar de ferias assim consta da minhas queixas (e se for preciso há provas do registo do posto médico) a resposta da medica foi o senhor tem que trazer o relatório medico dentro de dez dias, mas se não quer não traga a sua medica não é obrigada a passar nenhum relatório! Pois si dali convencido que esta tudo bem e mais uma vez o subsidio de doença cortado.

      3-Outra inspeção medica onde foi confrontado por trazer um relatório médico com duas linhas como fosse eu que o tivesse escrito, virou-se uma médica para mim com as seguintes palavras: só duas linhas isto não serve queremos outro vá pedir há sua medica! Pois tive que ir falar com a médica de família e explicar o que aconteceu, a médica disse-me que não tem culpa que os colegas não percebem o que lá esta escrito e não lhe passo outro, apenas lhe dou a informação que foi encaminhado para o psiquiatra! Foi mais três meses com o subsídio de doença cortado.

      4- A última inspeção médicas que fui, encaminharam me para uma sala diferente. Para meu espanto fui recebido pela presidente da comissão e ainda outra médica que estava pronta para me ajudar neste processo mas foi interrompida de imediato pela colega que a mandou calar literalmente dizendo que “ era ela que mandava e que eu não ia receber mais o subsidio” e prossegui dizendo e sugerindo: “para me reformar que ia ganhar mais dessa forma” tentou então indicar me todos os passos que teria que dar nessa sequencia, disse ainda sem saber que eu precisava de um psiquiatra… eu, tentei explicar lhe o meu percurso mas ela não ouviu “ pois nestas coisas é sempre tudo a correr” e nem me deu possibilidade de lhe explicar que eu já andava a ser medicado com anti depressivos e que, infelizmente na minha profissão não podia prestar serviços neste estado. Assim, a médica num tom de arrogância a barafustar mesmo comigo, com aquele ar de quem quer despachar a coisa disse: que fosse assim mesmo trabalhar…ignorando o meu estado. Por fim a colega deixou de poder dar a sua opinião, por momentos senti que a medica percebeu a minha agonia… senti que me podia provavelmente ajudar mas fui lá num dia e numa hora errada pois sai onde a medica bateu com a porta da cara.

      5-Por fim segui o conselho da medica da inspeção a qual que se assumia como presidente da aquela comissão onde fui a uma inspeção medica para a reforma de invalidez e depois de ser observado a medica disse-me que estava admirada como os colegas me tinham cortado o subsidio de doença pois não o podiam fazer e por ela estava reformado.

      6-Durante este processo devido a não haver respostas da segurança social foi há segurança social do Areeiro onde me foi negado o livro de reclamações duas vezes e mesmo com intervenção da polícia não foram multados, da segurança social da Av. Estados Unidos da América também me foi negado e ai chamei a Policia e foram multados! Pois isto vai ser alvo de ação judicial devido me causar danos Psicológicos.

      7-Tambem informa que antes destas queixas tenho ouras desde 2008 com todas as provas escritas e emails que a justiça não funciona que há sempre alguém abafar as queixas por isso quando fazia uma a uma entidade do estado fazia outra igual a varias entidades do estado para os dados se cruzarem para não poderem fugir mas mesmo assim ficou tudo da mesma Até ao DCIAP não respondeu pois tive que andar atrás deles para saber onde tinham encaminhado a queixa e ainda hoje sem resposta, esta QUEIXA FOI ENVIADA PARA O DCIAP, não confio da justiça Portuguesa e tenho provas disso, este País está entregue a corruptos como as instituições do estado! Mas podem ter a certeza que vou por o estado Português em tribunal dos direitos do homem mais outros injustiçados unidos! Pois estou disponível para que alguém me ouça ou me ponha em tribunal se estiver a mentir!fico à espera da fossa resposta para quem não tem culpa esteja de mente aberta que brevemente vai haver noticias

      SEM MAIS ATENCIOSAMENTE PAULO SOUSA.

  9. paulo sousa says:

    INSEGURANÇA SOCIAL È NOME CERTO,OS MÉDICOS DA INSPECÇÃO ATERRORIZAM OS DOENTES COM AMEAÇAS TAL ME ACONTECEU A MIM,POIS QUEREM QUE ME REFORME MAS CORTARA-ME O SUBSIDIO,ISSO È ILEGAL POIS VOU FAZER TUDO PARA VER OS MEUS DIREITOS.ESTA ESCUMALHA MEDICA ESTA A GANHAR MUITO DINHEIRO PARA CORTAR INJUSTAMENTE OS SUBSIDIO SEM QUE A LEI SE COMPRA,NESTE PAIS NADA FUNCIONA A NÃO SER A CORRUPÇÃO.

  10. Rui Oliveira says:

    Amigo,eu tenho 38 anos fui operado a coluna no Hospital Curry Cabral aos 14 anos, era para ser uma operação e acabei por ser operado 4 vezes, em 7 meses e meio de internamento. Desde então fiquei proibido de fazer qualquer esforço fisico,pedi em todo lado emprego e ajuda para conseguir trabalho adequado as minhas limitações e nunca fui ajudado, trabalhei até agora que cheguei ao limite, ao ponto de ter a coluna a desfazer-se, os ferros que suportam a curvatura da coluna devido ao esforço no trabalho estão soltos e não podem ser removidos tal è o perigo. Não suporto tantas dores, perdi o sono, peço por favor para ser internado pois tenho tido fortes sintomas de AVC,tal è o desgaste do cerebro por não dormir, estou Polimedicado com morfina e outras drogas para suportar as dores.
    Agora no dia 27 Novembro convocaram-me para junta medica, levei os relatorios que tinha mais os raio x, julgava que ia ser visto por um conjunto de peritos Medicos, mas na verdade fui visto por um medico que nem identificado estava, pediu-me o BI, perguntou se sabia quanto pesava eu disse 70 Kg, ele respondeu esta bem assim já nem preciso pesar, eu estava vestido com uma camisola forte,por baixo levava uma cinta de proteção dorsal e lombar, por baixo da sinta mais uma camisola interior em algodão, e este dito medico oscultou-me apenas na zona dos ombros e um pouco mais acima do peito pois nem sequer quis que me despisse.
    Perguntou o que me doi, e perguntou tambem se os meus pais sofriam alguma doença, eu disse meu pai è surdo e minha mãe esta completamente invalida ambos reformados. Eu mal consigo andar, desloco-me com ajuda de uma muleta,estou completamente acabado.
    Conclusão fui sempre abandonado pelos medicos, trabalhei sempre em profissões que tinha de fazer grandes esforços agora vou pedir reforma pois todos os relatorios dos medicos dizem que estou completamente invalido para todo e qualquer serviço, e ainda tenho de ficar a espera diz o medico que me atendeu por uma carta que pode demorar muito tempo a chegar. Como podem a Caixa de aposentações dar um grau de incapacidade justo se nem sequer o meu corpo que esta todo cortado foi visto por peritos de uma junta.
    Para acabar neste momento e porque quando tinha esperança de ser reformado e ficar com uma reforma digna, estou a procura de encontrar uma maneira de me matar e acabar com o sofrimento, vivemos liderados por ladrões, quem è honesto e trabalha morre a trabalhar,ou mata-se eu quando ler este meu testemunho provavelmente já me terei matado por sofrer tanto,que Deus o ajude Amigo

  11. almerinda oliveira says:

    Almerinda Oliveira doente com cancro da mama tenho 50 anos de idade fui operada 20 de agosto de 2013 fez 6 ciclos de quimioterapia +radioterapia+ hormonoterapia durante 5 anos +o trastuzumad injatavel ate completar 1 ano que acaba a 27 nobembro 2014 fui a junta medica 23 de maio 2014 e fui me cortado o subsidio recori a segurança social aonde pedi nova junta medica nao tenho recursos para levar um medico sinto me incapaz marido no desemprego um filho a estudar no secundario nao sei como resolver a minha situaçao cada vez á mais injutiças no nosso país que está um caos e faz cada vez mais as pessoas desanimar .

  12. paula leonor says:

    como podemos pedir o relatorio medico da junta medica eles tem que dar esse relatorio ao doente porque e que a pessoa com cancro nao tem alta do seu medico e porque que essa gentalha da alta ao doente entao nos temos que ter essa informaçao so assim e que podemos lutar mas a minha duvida e como se pode ter acesso eu pedi e eles negaram mas nao vou desistir agem sabe como podemos ter acesso ao relato deliberado pela junta medica aque fomos submetidos
    obrigado

  13. Filipe Santos says:

    Boa tarde eu tive a coisa de 2meses atraz um AVC ao que originou na minha visão periférica do lado esquerdo .
    Eu gostava de saber o que poderei fazer em relação ao trabalho sou segurança .ou se poderei ter algum apoio ,li também na NET a reforma por invalidez será possível ?

  14. Susana pereira says:

    As senhoras que estao nas juntas medicas a dar apto ou nao para trabalhar não vêem nada conheço pessoas que estão um ou dois anos de baixa sem nada mas continuam eu fui operada as mãos e quando foi para voltar ao trabalho fui ao medico do trabalho que me deu inapto para trabalhar e fazer fisioterapia a medica de familia respitou o relatório do medico e continuei a baixa e começei a fazer a fisioterapia á coluna e aos ombros porque tenho tendinites graves e a cervical tambem esta mal chamaram me junta medica levei todos os exames relatorios da medica e fisioterapia e em toda a consulta foram desumanas a falar eu estou doente nao levanto o braço esquerdo que é o pior tenho dores de morrer quer de dia ou de noite e elas disseram que eu podia trabalhar assim pois trabalho com as maos e nao com os ombros e que a cervical nao tinha nada a ver com os ombros e que todos se queixam e que ela nao queria saber ja estava dito deu alta fui me apresentar ao trabalho mandaram me para casa pois nao consigo trabalhar o meu trabalho é repetitivo pego em caixas com pesos superiores a 5kg e agora como voltar a baixa quem paga as contas as juntas medicas nao valem nada elas ate as cartas dos relatorios mandaram para cara que nao queriam saber o sistema é uma vergonha ouve mais coisas mas ficava muito grande o texto mas isto é neste pais tenho uma prima com os mesmos problemas de saude pois nao tenho so este tenho mais e ela esta reformada mas claro nao é nesta vergonha de pais que aqui ate podres a morrer vais trabalhar

  15. JORGE PIRES says:

    Tive um acidente em Serviço , na escola onde trabalho, escorreguei e fui contra a parede do balneareo com muita força a nivel de todo meu menbro direito superior ao enxugar a água dos balneareos , onde os alunos tinham tomado duche depois das aulas ef fisica em ferveiro de 2016 , tenho uma deficiencia desde CRIANÇA no meu menbro inferior esquerdo , da lesão do acidente foi detado da minha um luxação no meu ombro direito , onde medico do hospital , onde deu alta para andar braço em repouso e derigir medico familia , passado uns dias comecei a ter problemas a nivel dos meus dedos da mão direita , quarto e quinto dedo , meu medico de familia mandou me fazer uma ecografia onde resultado dos dedos , têm liquido e tensonivite , e a partir daí , meu médico familia receitou medicacção e fisioterapia , onde não tive resultados positivos ,e senti agravamento nos meus dedos a nivel de movimentos regidez dificuldade de movimentos , onde tive derigir há URGÊNCIA do hospital por não conseguir mexer os respetivos dedos , fiz novos exames numa clinica publica privada por causa do agravamento tenho rotura a nivel do 4 dedo mão direita e liqido 5 quinto dedo fui uma junta medica no dia 30 – 8 – 2016 onde tive até este dia com atestado absoluto, passado médico familia, a junta não aceitou os agravamentos dos meus problemas fisicos em comsequente após o acidente ,onde entreguei juntamente os resultados clinicos declarações do hospital e declaração do meu medico familia onde menciona as sequelas do acidente nos dedos da mão direita , atualmente é dificel mexer e as dificuldades da minha vida diária se complicou e tenho e necessito descansar para recuperar movimentos a junta médica deliberou não ter incapicidade e ter ir trabalhar no dia 31-8-2016

  16. Maria Francisca Pires Janeiro Assuda says:

    Os médicos.das juntas médicas da Av. dos Estados Unidos da América.são na maioria gente sem coração nem sensibilidade. Fui ontem a uma junta médica e como estou com baixa por não conseguir trabalhar no meu serviço devido a uma grande artrose do pé esquerdo que se vai deteriorando dia para dia.o meu trabalho num internamento de hospital é andar e esforçar durante todo o turno de 7 horas .Estou á espera da cirurgia há 18 meses.o médico disse-me que com a cirurgia ia ficar sem tantas dores que me incapacitam de andar durante longo tempo. Mas sabendo pelo menos há 23 meses qual o meu problema de saúde.retirara.-me o subsídio de i capacidade .Eu não posso ir trabalhar e infelizmente o meu marido não recebe ordenado há 2 meses e tenho uma filha educadora de infância desempregada e com uma menina de 5 anos .Eu quero saber se posso pedir alimentação e psgamentos fixos por mês de 850 € aos doutores que me tiraram o pouco que me estava a dar para ir sobrevivendo .Só me falta ur expor o meu problema á SIC TVI RTP ou CM .

  17. fsande says:

    pois é eu estou á espera de um exame á 8 meses.fui á junta médica foi presunsoça vá trabalhar que nós nã temos nada a ver com isso .só me apetece é mándalos á badamerda

  18. Maria mesquita says:

    Isto é uma vergonha estive desde Dezembro de 2016 de baixa até 16 Outubro 2017 com dores na cervical mal me podia mexer nem a mesa podia comer nem conduzir, como sofro de enxaquecas desde os 12 anos claro que com este problema agravaram. Ando em ortopedia fiz Tac e ressonância magnética onde se verifica secuelas entre as vértebras C4, C5, C6 e C7 falta de lordose, pretensões (bicos de papagaio), artrites e está quase na hérnia a sorte é que não está a ferir a medula óssea mas para lá caminha. Entretanto ainda não tinha feito a ressonância, crises de enxaquecas atrás de crises (quase diárias) e mandaram me trabalhar. Lá fui que remédio, entretanto medicada estou com o palexia (opioide)50 mg manhã e 50 mg noite, valium 10 noite para a cervical, e topiromato 75 mg manhã e 75mg noite + zomig 5 mg (sos) enxaquecas. Trabalhei um mês e meio tive que vir para a baixa outra vez embora condicionada a pesos pela medicina do trabalho mas é enivitavel não pegar e só estar todo o dia de pé custa imenso e claro a medicação não atua como se estivesse tipo em repouso e sem o stress do trabalho. Entrei novamente de baixa dia 14 Dezembro 2017 fui chamada a junta médica a 9 Janeiro nem um mês me deixaram estar em casa e claro deram me alta olharam para os exames e não acharam nada de anormal… Enfim no momento nem me prenunciei porque praticamente não te perguntam nada só cá fora é que sei a resposta mas fiquei super aborrecida, tomara eu estar bem para trabalhar, estava com uma enxaqueca que só de olhar para mim já viam mas até fazem de conta.
    Agora estou a pensar recorrer nem sei bem como se faz isso mas assim custa me estar a trabalhar visto até que vou começar a fazer novamente a fisioterapia. Sinto que estou a deitar tudo à perder o tempo que estive a recuperar e ainda não estou bem. Tenho a consulta da dor da enxaqueca dia 24 Janeiro nem isso tiveram em consideração e os exames da cervical são para mostrar ao neurocirurgião para ver se é para cirurgia. Sinto uma revolta.
    Acho que me expliquei bem e desculpem o texto tão grande

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