Jorge dos Santos é um cidadão livre e George Wright gozou com o FBI. Bem feito

Discutindo com a primeira tentativa de democracia moderna do planeta, os EUA, é bom vermos que em Portugal a justiça às vezes funciona. Justiça não é perseguir um cidadão por pura vingança. Justiça não existe no país onde a raça determina a condenação e acima de tudo onde a pena de morte se pratica. O FBI, a polícia política que até os seus presidentes intimidou, perseguindo a sua vida privada, dançou o vira. Desapontem-se, pois então.

Bem vindo a Portugal na condição de cidadão finalmente livre Jorge dos Santos. Tu e a tua família bem o merecem.

E já agora, de quando em vez ter abraçado uma causa justa que ganha, sabe bem.

Comments

  1. Marito says:

    Olha e quando te sentires, como hei-de dizer, com vontade de fazer “algo”, aproveita e desvia um avião da TAP cheio de tugas, e foge para os …USA, e leva contigo este JJCardoso. Já agora, explica lá como é que conseguiste esse nome tão português? E os documentos? Terei ouvido “Farinha Amparo”?


    • Ó márito, vai ler, estuda o caso, pode ser por aqui:
      http://aventar.eu/tag/george-wright/
      e depois cresce, e aparece. Pode ser que um dia chegues a Mário. OK?

    • Diop says:

      Tens mesmo é que crescer, deves ter crescido em centimetros, mas o teu espirito permanece intacto desde o momneto em que nasces-te! Estamos perante um homem que se auto reabilitou, sozinho… A justiça serve para reabilitar, para reeducar, não para matar!!! Se fores inteligente conheces a Declaração Universal dos Direitos do Homem e lá nesse livrito diz que todo o homem tem o direito à vida, diz também que todo o Homem tem direito a viver sem torturas ou tratamentos desumanos… Agora pensa que este homem fugiu e foi capaz de construir-se como homem digno e humilde, queres maior justiça que esta?! De que adiantaria ao EUA condenar um homem simples e bom a pena de morte?! Se há coisa de que me orgulho é da justiça portuguesa que é extremamente evoluida e ainda bem que homens como tu nao passam de meras pessoas que se sentam e escrevem disparates… Cresce!

  2. Marito says:

    Obrigadinho ó JJC, mas só por “aí” é mesmo suspeito. Quanto ao cresce, já sou mesmo muito crescido, entendes? Só que não cresci (como tu ?) com complexos no lado direito para justificar as dores todas do lado esquerdo, e ficamos por aqui.Cpts.

  3. MAGRIÇO says:

    Quando vivíamos “orgulhosamente sós” ainda se compreendia alguma simpatia que muita gente nutria pelos EU. A informação era pouca e ferozmente filtrada e a máquina de propaganda do Tio Sam estava empenhada em passar para o exterior a ideia de um regime forte, rico, generoso e justo. Para os que têm memória curta ou de todo não conhecem a história (não se devem fazer opções políticas sem conhecer a História!) recordo que em 1955 – em termos históricos uma data recente – Rosa Parks foi presa por se recusar a dar o seu lugar do autocarro a uma mulher branca, o que deu origem a um movimento contra a segregação racial. Um dos líderes deste movimento era Martin Luther King, que acabou por ser assassinado em 1968, seis anos antes do nosso 25 de Abril. E não se pense que a segregação racial acabou nos EU: o Ku Klux Klan ainda hoje existe e está activo, e embora as autoridades saibam a identidade dos seus seguidores estes gozam de uma mal disfarçada impunidade. É por isto – e por muito mais! – que tenho alguma dificuldade em compreender como, ainda hoje, com os meios de comunicação de que dispomos, quando a informação sobre factos passados a milhares de quilómetros de distância são vistos em directo, ainda há quem mostre tanta simpatia pelo “modo de vida americano”. Por mim, considero esta atitude da nossa justiça uma das poucas decisões que lhe trazem algum prestígio.

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