Fado de Lisboa, património da humanidade

Gosto de alguns fados, como gosto de alguns tangos, de algumas valsas, de alguns minuetos, de algumas sinfonias e de várias músicas de géneros diversos. Não gostarei menos ou mais de fado de Lisboa como um todo só porque a UNESCO deu uma medalha a uma comissão e que, como ontem frisou Rui Vieira Nery, presidente da comissão científica da candidatura, apenas representou o fado de Lisboa porque «o fado de Coimbra tem uma dignidade própria». Mas, dignidades à parte, assim o leio, há o fado – o de Lisboa, naturalmente – e o fado de Coimbra. Para concluir em grande quanto a bairrismos, aqui ficam as variações do coimbrão Artur Paredes, tocadas pelo filho Carlos Paredes.

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