O Ajuste Directo ao Projecto «O Douro nos Caminhos da Literatura»: A resposta de Elísio Summavielle

Foi hoje introduzido no V. blogue, um texto assinado por Ricardo Santos Pinto -“A promiscuidade e as ligações perigosas de Francisco José Viegas“, cujo conteúdo, em que sou particularmente atingido, e ferido na minha honra, está pejado de mentiras caluniosas. Concretamente, nele é referido um projecto, do qual só conheço o resultado final (a produção de 7 DVD relativos à obra de 7 escritores durienses), e com o qual não tive absolutamente nada que ver, quer na ideia, quer na tutela, na responsabilidade executiva, quer a qualquer outro título. São por isso completamente falsos os TODOS dados ali constantes sobre essa matéria, e sinto-me por isso lesado pessoalmente pelo vosso gesto irresponsável. Quero, no entanto, ainda acreditar que V. Exas se fiaram em fontes urdidas de má fé, e por isso aguardo que o referido texto seja rapidamente retirado do V. blogue, com o pedido de desculpas que me é devido. Caso contrário, assistir-me-à o Estado Democrático de Direito, em que teimo acreditar. Como em tudo na vida, há limites, na honra e na integridade dos indivíduos, que não podem ser ultrapassados.
Sem outro assunto, atento,
Elísio Summavielle

Comments

  1. alice goes says:

    Onde esta o pedido de desculpas pela calunia contra a honra de um cidadão? Vosso blogue é para apagar da pesquisa de pessoas com dignidade e valores!

  2. Jose João Esteves says:

    O que importaria ao senhor Summavielle seria desmentir que na sua qualidade SEC do Governo Sócrates tivesse disponível para ser nomeado pelo actual SEC para cargo de confiança política, até porque o PSD e CDS, que fazem este Governo, foram ferozes inimigos as políticas dele. Ou será que existe alguma rede secreta ou discreta que une toda esta gente ? Ou será que nos próximos dias se vai falar desta gente como agora se fala da genet da loja Mozart ? Cuide-se o sehor Viegas e o seu chefe de gabinete…


  3. Este homem é um analfabeto. Quem pede para apagar um “post” que vá para os jornais exigir que apaguem um “artigo”. Na net nada se apaga. Teve ou terá este homem responsabilidades na Cultura portuguesa? que vergonha.
    E já agora “alice”, utilizar meios do estado para difundir mensagens pessoais é o quê?

  4. Paulo Barral says:

    A inveja e o preconceito toldam tanto as boas como as más mentes.
    O arquitecto Sumavielle iniciou uma responsável reforma no sector, chamemos-lhe assim, do nosso património cultural edificado.
    É competente e que se saiba nunca andou a lavar escadas a pano. A aceitação para um lugar na administração do Estado não tem de implicar a alteração das suas referências ideológicas e políticas, mas que são pessoais. O lugar para onde foi convidado deve obediência ao Estado e só. SE na sua acção quem o convidou achar que ele não está a cumprir as tarefas dentro dessa obediência, está à vontade para fazer cessar as suas funções.
    O EStado Democrático não é um regime de apartheid.

    Paulo Barral

  5. Eloi Santiago says:

    Escadas a pano não…mas de avental talvez!
    E ele não é arquitecto, se bem que trabalhe com o Grande Arquitecto, com compasso e esquadros!

  6. Paulo Barral says:

    Para mim, tanto me dá que seja de avental como de cruxifixo ao peito. Se há quem tenha esses preconceitos que viva com eles e seja muito feliz.
    Relatiivamente a ser ou não arquiteto, sempre estive convencido que era, tal como o seu pai.
    A graça forçada para o relacionar com a maçoneria é, como já referi, questão que não me interessa para nada. Estou muito à vontade para o afirmar e reafirmar.
    Os do BPN também não eram e os anteriores do BCP esses eram do Opus Dei. O que os ligava era outra Opus Dei e outra Maçoneria que existe ali para os lados da Rua Buenos Aires, à Estrela, em Lisboa.
    Bem pior é ser da “cosa nostra”….mas desse preconceito os afilhados não falam.

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