A tomada da Bastilha

                                Prise de la Bastille

Bem sabemos que o povo revoltado da França e de outros sítios do país não apenas tomou a fortaleza prisão das monarquias reinantes do, em esses tempos, Monarquia da França, bem como sabemos que derrubaram a monarquia Bourbom, Casa Reinante a seguir a de Valões no Século XVI, por causa do matrimónio de Margarita de Valões com o rei de Navarra, Henrique de Borbom.

Essa parte da história é cumprida demais para ser colocada dentro deste texto que comemora os acontecimentos do 14 de Julho de 1789, a revolução francesa, que cumpre 223 anos de altos e baixos, de Repúblicas e Monarquias reinantes, até passar, finalmente a ser uma República com a queda do Imperador Luís Napoleão Bonaparte em 1870, Imperador por Golpe de Estado quem. Após o seu exílio na Grã-Bretanha, falece em 1873. Louis Blanqui, socialista científico, é eleito Presidente da República no ano da queda do Imperador Napoleão III.

Nunca esqueço o comentário que tivemos, enquanto fazíamos exercícios de corrida ginástica, com Maurice Godelier e passarmos em frente de um castelo da antiga aristocracia francesa, derrubada pelo povo e pelos banqueiros Jacobinos, a nova Burguesia, o comentário que Maurice fizera: deve ter sido duro para os camponeses, medieiros e foreiros da terra do conde, proprietário da terra, ter aparecido em frente de tamanha mansão a pagar o seu usufruto, habituados como estavam a morar nas suas vilas e nas suas casas de barro, falar com o Senhor. Era natural para eles, Raoul, dizia-me Maurice, ter-se rebelado contra os que não trabalhavam e recebiam bens que iam ao mercado e ganhavam luises de ouro pela venda de bens não produzidos por eles, mas sim pelos trabalhadores da terra. As palavras são do Maurice, mas retiradas das suas leituras da história da França. Falávamos sempre em francês para me habituar às aulas proferidas por mim na Maison de Sciences de l’Homme e no Collège de France, no seu seminário sobre a transição da aristocracia ao governo burguês, apenas, comentávamos, uma mudança de pessoas dentro dos mesmos tipos de mando, ou o que proferia nos dias em que eu o convidava ao ISCTE para falar sobre a transição, seminário em que sempre referia ser triste não ter sido uma transição do capitalismo para o socialismo científico de Marx.
Era o que sentia o povo da França, especialmente no Sul, área onde a rebelião começou. Os camponeses estavam fartos de ser servos da aristocracia, de pagar tributos e a metade da sua produção aos proprietários da terra. A terra toda era da propriedade da casa real reinante que concedia mercedes de terra aos membros da corte do rei ou rainha que governava.
Revolução Francesa é o nome dado ao conjunto de acontecimentos que, entre 5 de maio de 1789 e 9 de novembro de 1799[1], alteraram o quadro político e social da França. Ela começa com a convocação dos Estados Gerais e a Queda da Bastilha e se encerra com o golpe de estado do 18 de brumário de Napoleão Bonaparte. Em causa estavam o Antigo Regime (Ancien Régime) e os privilégios do clero e da nobreza. Foi influenciada pelos ideais do Iluminismo [2] e da Independência Americana (1776). Está entre as maiores revoluções da história da humanidade.
A Revolução é considerada como o acontecimento que deu início à Idade Contemporânea. Aboliu a servidão e os direitos feudais e proclamou os princípios universais de “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” (Liberté, Egalité, Fraternité), frase de autoria de Jean-Jacques Rousseau. Para a França, abriu-se em 1789 o longo período de convulsões políticas do século XIX, fazendo-a passar por várias repúblicas, uma ditadura, uma monarquia constitucional e dois impérios.
Fonte deste troço do texto: A Revolução Francesa. História do Mundo – Educa Terra, Terra.com.br. Página visitada em 2 de maio de 2011.
E Raymond Aron: O sociólogo do século XX Raymond Aron (1905 — 1983) escreve em O ópio dos intelectuais o seguinte, a propósito da revolução francesa, comparando-a com a evolução da Inglaterra:
A passagem do Ancien Régime para a sociedade moderna é consumada na França com uma rutura e uma brutalidade únicas. Do outro lado do Canal da Mancha, na Inglaterra, o regime constitucional foi instaurado progressivamente, as instituições representativas advêm do parlamento, cujas origens remontam aos costumes medievais. No século XVIII e XIX, a legitimidade democrática se substitui à legitimidade monárquica sem a eliminar totalmente, a igualdade dos cidadãos apagou pouco a pouco a distinção dos “Estados” (Nobreza, clero e povo). As ideias que a revolução francesa lança em tempestade através da Europa: soberania do povo, exercício da autoridade conforme a regras, assembleias eleitas e soberanas, supressão de diferenças de estatutos pessoais, foram realizadas em Inglaterra, por vezes mais cedo do que em França, sem que o povo, em sobressalto de Prometeu, sacudisse as suas correntes. A “democratização” foi ali (em Inglaterra) a obra de partidos rivais.
(…) O Ancien Régime desmoronou-se (na França) a um só golpe, quase sem defesa. E a França precisou de um século para encontrar outro regime que fosse aceito pela grande maioria da nação.
Tenho guardado os números das citações do texto, por ser ligações a outros texto de informação.
A história toda pode ser lida no texto de Aron, citado antes, ou em http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Francesa , bem como nos livros escritos por Godelier comigo e outros, Sur la transition, editados pela Cambridge University Press com La Maison de Sciences de l’Homme, pagos pela UNESCO, Secção de Paris, Rue de Miollis, Paris.
Após o derrube e morte em guilhotina de los Bourbon, por se ter negado Luís XVI a jurar a Constituição que o primeiro parlamento burguês da França, La Convention, dominada pelos jacobinos o classe de banqueiros, nome dado a primeira Assembleia Nacional da França. Luís XVI teria salvo a sua vida se tiver aderido à Constituição, mas disse: eu sou um Rei Absolutista, como todos os Capeto, e como Rei Absoluto vou morrer . For por esse ou outro motivo, o seu desgoverno não tinha perdão e todos queriam que fosse a guilhotina, especialmente o povo sofredor que tinha revelado os seus desejos ao destruir a prisão da Bastilha e liberado aos presos políticos injustamente aprisionados.
A demolição da Bastilha, marca a data histórica da revolução: 14 de Julho de 1978.
Mas não apenas. O mais importante foi a definição dos direitos do homem e do cidadão, ata redigida pelo Abade Sieyès, retirada dos textos de Émile Rousseau e da ata da Independência das colónias inglesas, que passaram a ser os estados unidos, redigida por Jefferson em 1776.
A toma da Bastilha e a declaração dos direitos do homem e do cidadão, do 14 de julho de 1978, marcam um ponto de viragem na história da humanidade.
Art.1.º Os homens nascem e são livres e iguais em direitos. As destinações sociais só podem fundamentar-se na utilidade comum.
Art. 2.º A finalidade de toda associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são a liberdade, a propriedade, a segurança e a resistência à opressão.
Art. 3.º O princípio de toda a soberania reside, essencialmente, na nação. Nenhum corpo, nenhum indivíduo pode exercer autoridade que dela não emane expressamente.
Art. 4.º A liberdade consiste em poder fazer tudo que não prejudique o próximo: assim, o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem por limites senão aqueles que asseguram aos outros membros da sociedade o gozo dos mesmos direitos. Estes limites apenas podem ser determinados pela lei.
Art. 5.º A lei não proíbe senão as ações nocivas à sociedade. Tudo que não é vedado pela lei não pode ser obstado e ninguém pode ser constrangido a fazer o que ela não ordene.
Art. 6.º A lei é a expressão da vontade geral. Todos os cidadãos têm o direito de concorrer, pessoalmente ou através de mandatários, para a sua formação. Ela deve ser a mesma para todos, seja para proteger, seja para punir. Todos os cidadãos são iguais a seus olhos e igualmente admissíveis a todas as dignidades, lugares e empregos públicos, segundo a sua capacidade e sem outra distinção que não seja a das suas virtudes e dos seus talentos.
Art. 7.º Ninguém pode ser acusado, preso ou detido senão nos casos determinados pela lei e de acordo com as formas por esta prescritas. Os que solicitam, expedem, executam ou mandam executar ordens arbitrárias devem ser punidos; mas qualquer cidadão convocado ou detido em virtude da lei deve obedecer imediatamente, caso contrário torna-se culpado de resistência.
Art. 8.º A lei apenas deve estabelecer penas estrita e evidentemente necessárias e ninguém pode ser punido senão por força de uma lei estabelecida e promulgada antes do delito e legalmente aplicada.
Art. 9.º Todo acusado é considerado inocente até ser declarado culpado e, se julgar indispensável prendê-lo, todo o rigor desnecessário à guarda da sua pessoa deverá ser severamente reprimido pela lei.
Art. 10.º Ninguém pode ser molestado por suas opiniões , incluindo opiniões religiosas, desde que sua manifestação não perturbe a ordem pública estabelecida pela lei.
Art. 11.º A livre comunicação das ideias e das opiniões é um dos mais preciosos direitos do homem; todo cidadão pode, portanto, falar, escrever, imprimir livremente, respondendo, todavia, pelos abusos desta liberdade nos termos previstos na lei.
Art. 12.º A garantia dos direitos do homem e do cidadão necessita de uma força pública; esta força é, pois, instituída para fruição por todos, e não para utilidade particular daqueles a quem é confiada.
Art. 13.º Para a manutenção da força pública e para as despesas de administração é indispensável uma contribuição comum que deve ser dividida entre os cidadãos de acordo com suas possibilidades.
Art. 14.º Todos os cidadãos têm direito de verificar, por si ou pelos seus representantes, da necessidade da contribuição pública, de consenti-la livremente, de observar o seu emprego e de lhe fixar a repartição, a colecta, a cobrança e a duração.
Art. 15.º A sociedade tem o direito de pedir contas a todo agente público pela sua administração.
Art. 16.º A sociedade em que não esteja assegurada a garantia dos direitos nem estabelecida a separação dos poderes não tem Constituição.
Art. 17.º Como a propriedade é um direito inviolável e sagrado, ninguém dela pode ser privado, a não ser quando a necessidade pública legalmente comprovada o exigir e sob condição de justa e prévia indenização
È todo por agora. A humanidade tem mudado imenso desde o dia em que o feudalismo acabou ou, como diz o meu amigo da alma Maurice Godelier e nós os seus discípulos, transitou do feudalismo ao capitalismo e a vários tipos de socialismos.

Comments


  1. quando a Bastilha foi tomada para libertar os presos politicos, só lá encontraram pedintes, ladrões, assassinos e algarvios…
    vestiram-nos, depois de lavados e barbeados no cabelo e com eles passearam nas ruas como simbolo da liberdade alcançada!
    diz lá a verdade,
    oh esquerdista de meia tijela…

  2. Ricardo Santos Pinto says:

    Deixe-me entender: Está a tratar por tu e a chamar «esquerdista de meia tijela» (tigela é com g) a um professor catedrático de 80 anos gravemente enfermo? Se foi essa a educação que lhe deram, tenho pena de si.


    • oh jovem de 80 anos, fala daqui um jovem de 70, pai 4x, avô 4x e bisavô 4x há já sete anos!
      Militar obrigado com guerra em Angola, convidado como civil para o Moviento dos Capitães que terminou ekm 25 de Abril, licenciado, mestrado, professor universitátio na área informática, estou para casar novamente depois de uma viuvez muito infeliz…
      Vens agora com a tua idade corrigir a tigela, qual Prontuário Ortográfico, clamar pela idade e nada respondes ao assunto histórico que referi!
      Esta referencia não nega a história que referes, só a complementa num pormenor que muito pouco é referido e tem alguma graça e lamento já não a teres ou pelo memos não a saberes manifestar!
      Um abraço, hó esquerdista de tigela inteira… que vivas mais 20 anos, que continues a escrever e que eu te leia!


    • O estandarte Tomada da Bastilha, para não sair furado após um resultado tão fraco de vitimas presas obtidas, as mesmas foram transformadas na sua maior parte, por simulação dos presos existentes que referi, os quais provavelmente nem tijela possuiam para comer…
      O pai de um amigo meu de infancia, prof. Flausino Torres, deu-me história do 6º e 7º ano do liceu falando em assuntos que não constavam nos livros e assim me habituei a estudar história!
      Brinquei com a tua referencia ao Marxismo serôdio, em antevisão, na revolução francesa!
      Outro abraço e que as tuas melhoras sejam breves e não te irrites com o tutear.

      • MAGRIÇO says:

        Eis um caso típico em em que a idade e os títulos académicos não lhe conferiram mais sabedoria, sobretudo no que ao respeito pelos outros diz respeito. Será deformação “tropacional”?

    • Raul Iturra says:

      Agradeço a defesa do Ricardo Santos Pinto, quem luta pela Igualdade e Fraternidade e a Liberdade de expressão, baseada em factos provados. Meu Caro, não é preciso! Sou o seu convidado e agradeço. Mas, se publicar os meus textos, outro galo cantava de forma harmoniosa e amável, como o único que diz Viva a Liberdade, Igualdade e Fraternidade! É por isso que sou português. A seguir a Grã-Bretanha, procurei asilo ao meu apoio à Salvador Allende, em Portugal. Não sabia que haviam intelectuais de meia tigela! Como esse que ainda diz que eu inventei a História do Manifesto Comunista ter sido redigido pela mulher de Marx, quem sabia da escrita. Leiam o meu livro Marx, um devoto luterano, para entender de onde provêm as ideias do meu pai ideológico, K.Marx e a sua mulher, ou os discursos de Salvador Allende, obrigado ao suicídio por um traidor que queria ser mau com ele. Assunto que consigui, mas pagou caro por isso: morreu só, pobre como era desde a sua infância e abandonado. O seu filho, ainda na prisão! Foi. Jorge Sampaio quem o entendeu e José Mariano Gago também e me empurraram a pedir a nacionalidade portuguesa, que com orgulho, exibo perante todos.

  3. Amadeu says:

    Muito obrigado pelo seu texto. Viva a Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

  4. Ricardo Santos Pinto says:

    José Pessoa de Amorim, o autor do texto provavelmente ainda nem leu o seu comentário. Só intervim porque me pareceu incorrecta a forma como se lhe dirigiu – e nada tem a ver com o conteúdo do texto. Só isso.


    • Caro Ricardo ( D. Quixote )
      Pensei que Ricardo seria um heterónimo para os confrontos!
      O que escrevi para o autor, mais seria o principio de uma pequena polémica, pois que a história bem precisa delas para se manter viva!
      Só isso e o tutear é sempre jovem, seja qual for a idade…

      • Jacquerie says:

        Lá tiveste que enfiar a viola no saco. Tanto raiva mal dirigida. Espero que viva o suficiente para ver sem os actuais óculos de fel que lhe toldam a razão.

  5. maria celeste ramos says:

    Afinal desarroadamente ou polidamente estes escritos são “lições de história” dos homens que existem e “ainda escrevem” – da história antiga mas essencialmente da dos que escrevem cheios de fel em vez de mel e decência lexical

  6. maria celeste ramos says:

    Intriguinhas de “corte” – mas cortes no plural é danado pois que abrigam “animais” – mas ha homens da “corte” que habitam “cortes”

  7. maria celeste ramos says:

    Pelos vistos há vantagens nas monarquias que podem ser derrubadas como mostra a história – as repúblicas é que é mais difícil ?? Não tenho graça nenhuma a dizer parvoices mas a “monarquia” que nos reina é indestrutível – parece de pedra e cal por mais que se vá para a rua – mas não ligam nenhuma e arranjam mais “guarda-costas” até para tomar banho no mar (estilo rei em ceroulas despudoradamente deanto dos cidadão para mostrar que somos todos iguaizinhos “despidos” em férias – e o nosso voto é “ora agora reinas tu ou agora reino eu” – e somos gozados ainda por cima – gozados e espoliados republicamente falando e metodicamente- o 12 de março 2012 foi muito bonito e espanha imitou e outros – de que serve ? temos de repetir e ir mais vezes para a rua GRITAR – afinal os professores conseguiram algo do que queriam resultante das conversas de hoje com o senhor Crato ?? gostava de saber

  8. maria celeste ramos says:

    vou ver o voley olímpico e espero que os portugueses tragam ao menos uma medalha – ainda é possível – estive a ver o americab«no do basket que está em portugal a acertar com a bola no cesto sem falar e está a ensinar os meninos – boa

  9. maria celeste ramos says:

    errata
    americano do basket
    bola no cesto sem falhar
    tantos erros que dou – mas estes meus erros não fazem mal a ninguém – só a mim e não recupero poder de concentração
    Vi na TV a reportagem Portugal desesperado – falaram José Gil e António Barreto (que teme pela sua Fundação) + um senhor novo de quem não retive o neme + uma jovem senhora de quem igualmente não retive o nome – devia haver mais destes programas na TV – estou farta de politólogos encartados- mas se privatizam a TV se calhar não há “espaço” para – O que querem privatizar é uma desgraça para o país – pior do que a “crise” – depois só se pode assobiar às botas e agradar ao “dueto” fanco-germânico

  10. Raul Iturra says:

    Agradeço os comentários. Não tenho oitenta anos, faltam ainda mais de 11 para ai aparecer. Meus netos são 4, todos novos e bebés. Caramba! Ninguém comenta a Bastilha! Obbrigado por me publicarem.
    Raúl Iturra

  11. Raul Iturra says:

    Parece-me que no meu texto digo que a Toma da Bastille era um acto simbólico onde foi preciso transferir a data da Revolução Francesa, que tinha começado muito antes, com os camponeses vassalos dos membros da Corte. Bem sei que não havia ninguém ,nem pedintes nem “algarvios”. Foi a raiva dos pobres da França, estimulada por Nöel Grachus Babeuf e as óperas de Mozart e do Abade Sieyés e as suas homilias sobre os direitos do homem e do cidadão mais os impostos do Quesnay, os que incitaram esta revolução que começou bem antes de 1879, com a colaboração às colónias britânicas e os discursos de Thomas Jefferson e de Benjamim Franklin que era embaixador do novo estado unido livre da loucura da monarquia britânica, na pessoa de George III Hannover, as que precipitaram esta raiva que passou a ser a destruição de prisão para os políticos rebeldes que procuravam a liberdade, igualdade e Fraternidade, preconizadas por Babeuf e Maréchal no seu jornal L’Egalité, fechado pelos seus amigos jacobins ou jacobinos, que também os sentenciaram à morte pela sua procura sobre da igualdade, exprimido no Manifesto dos Plebeus de Babeuf e no da Igualdade de Marechal. Aliás, o sobrinho tetraneto de Michelangelo Buonarroti, Philippo, exacerbava com os seus livros a multidão. Comigo a cópia reeditada de 1850. Obrigado pela vossa sapiência da Revolução francesa, produto da dos estados separatistas britânicas. Se eles podem, porque nós não? (Robespierre, 1785) Agradeço a defesa do nosso coordenador, mas o meu cancro esta curado e estou longe de ter 80!

    • Raul Iturra says:

      A tomada da Bastilhe é um facto simbólico dum povo cheio de raiva por ser escravo feudal da aristocacia. O facto é simbólico e marca a data para comemorar o prosso histórico que levou à França para os princípios da liberdade, igualdade e fraternidade. A revolução tinha começado dezenas de anos antes com servos enraivecidos pelo patronato da aristocracia. Babeuf foi o mais importante instigador da revolta. Como hoje em dia em que a Assembleia deveria ser tomada pelo povo de Portugal para retirar dela aos que não respeitam a Carta Constitucional e retiram a soberania do povo que os colocara ai para nos governar com disciplina ao serviço dos eleitores. Estes dias fazem-me lembrar da Bastilha pela similariradade entre o nosso governo e s factos que levaram a Revolução Francesa. O povo português deve ter a sua revolução já, mais uma vez, como foi no 25 de Abril de 1974!

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