Portugal recorre(rá) a emigrantes

Depois de ler a notícia «Madeirenses pagam a festa da aldeia, recuperam a igreja e ajudam a pagar tratamento de criança vítima de um acidente», fiquei a pensar: é preciso que venham os emigrantes resolver os problemas da sua terra. Os emigrantes saíram do país à procura de melhores condições de vida, fizeram um bom pé-de-meia e, sentindo-se gratos pelo sucesso e pela vida que lhes tem corrido bem, têm actos generosos como o tiveram os madeirenses de Boaventura que, chegados da África do Sul ou da Venezuela, pagam festas na aldeia e ainda providenciam melhoramentos e cuidam da saúde de uma menina.
Esperemos que seja apenas Boaventura e outras pequenas vilas e aldeias portuguesas a precisar destes pequenos (grandes) apoios.
As coisas estão de tal maneira, que não é difícil imaginar recorrer-se a eles para «desenrascar» Portugal.
Tratem-nos bem, é o mínimo que se pode fazer.
Bem hajam

Comments

  1. maria celeste ramos says:

    Quanto mais se recorre à generosidade do emigrante/e ou habitante mas se desresponsabiliza os que devem fazer o que lhes compete e estão sempre à espera que resolvam o que não querem e roubam para eles para que possam dizer que não têm dinheiro – não o roubem – conheço bem a generosidade do emigrante português mas está a ser bem “usado” – importante mas não sei como se fa, é impedir o saque governemental e dos deputados daqui e do parlamento – descaradamente atrevidos e em número excessivo para o país que somos e ninguém lhes toca nem IRS nem subsídios, nem cartões de crédito doirados nem no porco de pata preta dos seus majares – são filhos da puta incluindo os autarcas que são em excesso para o que fazem – menos fariam melhor – é um país onde é um maná ser “governamentalista” – países de mais habitantes têm menos parasitas – o cavaquismo é o maná da árvore das patacas – sem vergonha – e agora nem aparecem a dar as bocas habituais – e só ontem apareceu nos écrans TV o sr eis secratário de Estado do Amviente que mandou abater, em véspera de mudança de governo, 4 mil sobreiros nas várzea fresca com a ajuda do então ministro do turismo que até já usa bigode hileriano – é um país cheio de gente sem vergonha a quem nada sucede – mas sucedem-lhe outros tão iguais – é um país de gente sem vergonha b«nem saberres nem étiva – um um oaís de Telelixo e dos mais lixodos governantes e acessores de acessores para não dizer mais – este país é de facto do PIGS mas desses governamentais – PIGS que nem esterco serve para adubar as terras agrícolas que deixaram secar e morrer e ser abandonada – na minha idade é triste ter passado do tempo salazarista para o neo-nazismo

  2. Oscar says:

    Não será que esse subconjunto da população aprendeu a não depender do estado e a ser empreendedor com os recursos que tem à sua disposição? Afinal se um vilarejo fica de braços cruzados à espera que venha o estado fazer tudo o que precisa de ser feitio então não se pode queixar que nada é realmente feito. É a tal coisa – se querem algo bem feito então façam-no vocês. Isso não tem rigorosamente nada a haver com apoios, boa vontade ou dádivas do estado.

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