Chegou a Maria Filomena Mónica, evacuar as mulheres e crianças primeiro

Em defesa de Rui Ramos (doutorado em Ciência Política pela Universidade de Oxford) acorre hoje, no Público, Maria Filomena Mónica (doutorada em Sociologia pela Universidade de Oxford) acusando Manuel Loff (doutorado em História e Civilização pelo Instituto Universitário Europeu) de ser “um fanático”.

Depois de assumir isto

Nunca ouvira falar de Manuel Loffe (sic) teria vivido bem sem com ele me ter cruzado nas páginas deste jornal.
Suponho que a direcção não o chama à pedra devido ao medo de ser acusada de censura.

o delírio chega ao ponto de escrever:

Li a História de Portugal, coordenada por Rui Ramos, de ponta a ponta. O seu autor é de direita e eu sou de esquerda

Maria Filomena Mónica é de esquerda? pois sim, e invocando os Grandes Mários, eu sou a Josefa de Óbidos.

Texto da Separata Gratuita de Mário Henrique-Leiria

Comments

  1. Amadeu says:

    Também quero brincar !!
    Posso ser o Vitorino Nemésio ?

  2. Pisca says:

    Ainda bem que não compro vinhos recomendados pelo Pingo Doce

  3. maria celeste ramos says:

    Esta senhora está bem para o sebhor com quem parece fazer parceria amorosa e quandp está com o que se tornou mais do que parvalhão Hermano José então é de desligar logo a TV – ou o mais do que inútil e ganham claro o que pagamos à TV – inúteis e perniciosos – quem tem voz neste +aís devia der mudo

  4. FGCosta says:

    Tática usual marxista: perante factos incontestáveis (mentiras de Loff escarrapachadas em papel), desviar para ironias, apreciações ideológicas, e outros factos que nada têm a ver com a substância da coisa: mentiras descarada de Loff. É sempre assim quando se fala de qualquer facto que ofenda a religião marxista. Acho que nem é fanatismo, é doença.

    • JMLC says:

      Para o FGCosta:
      Podia fazer o favor de apontar as tais “mentiras de Loff escarrapachadas em papel”. É que o seu “post” é um produto típico da extrema-direita ignorante e acéfala que pensa que gritando muito pode ir contra a evidência dos factos. Se, por acso, leu os artigos em causa, facilmente constata que o Manuel Loff apontou factos, apresentou argumentos e, obviamente, retirou conclusões (que, aliás, eram evidentes). E, mesmo após a resposta malcriada do R.Ramos (o que é muito significativo) voltou a responder com factos e argumentos, e de uma forma educada. De todos os que têm vindo a vociferar (e a insultar) contra os artigos do M. Loff – o próprio Ramos (que usa extractos de outros trabalhos seus para tentar responder, mas não se centra nas observações que M. Loff faz do que ele excreveu no livro !) – e agora a inenarrável Mónica (que, em tempos, o Eugénio Lisboa demonstrou a mediocridade da sua “obra” científica, arrasando-a por completo) NINGUÉM apresenta argumentos contra o que o Loff escreveu. NADA ! É uma pobreza franciscana. Não querem debater, querem sentenciar. E, como se pode ver no post de FGCosta este segue o mesmo caminho.

      • JMLC says:

        Corrigindo as “gralhas” do meu post:
        não é acso, mas sim acaso
        não é excreveu, mas sim escreveu
        Obviamente

      • Jaime says:

        Ah pois, o pobre Loff, como entretanto já veio a público afirmar que as acusações disparatadas afinal eram meras opiniões em conversas e nada de asserções descabidas sobre o texto e aldrabices imaginativas conexas, agora não mentiu. E não mentiu pois ele afirmou que opinou, e como a opinião é subjectiva então por muito errada e contrastante com a realidade que seja está sempre certa.

        Detalhes subtis. E depois os outros é que são sacanas.


  5. Domingo, 27 de Janeiro de 2008

    Condução Defensiva – Maria Filomena Mónica

    Há assim uns livros que insisto em ignorar. Faço-o por apreciar ter saúde e por saber que não adianta revoltar-me por existir quem os edite e compre. No entanto, quando pessoas competentes denunciam a publicação de um livro, a obra torna-se irresistível. Num só sentido, claro: é de certeza tão má que há por ali comédia garantida. Isto aconteceu com Cesário – Um génio ignorado, de MªFilomena Mónica. Eu bem que dei de caras com o livro e dele fugi a sete pés, mas o que sobre ele escreveu Eugénio Lisboa fez com que cedesse à tentação de um verdadeiro pecado mortal: perder tempo a ler uma péssima biografia. É que Eugénio Lisboa, ao contrário de Filomena Mónica, não gasta papel à toa e muito menos se sente na obrigação de denunciar uma vergonha literária se os motivos não forem graves. E o que se passa nas páginas de Cesário – Um génio ignorado é tão grave que justifica que se fale da «indesejada e trôpega incompetência» de Mónica. A expressão é precisamente de Eugénio Lisboa, uma pessoa rara que não hesita em pôr o dedo na ferida, mesmo nos casos em que as aparências mediáticas as ocultam. Como é óbvio, Filomena Mónica acha que não tem feridas, até porque, na opinião que tem dela mesma, é linda e inteligente. Pois, eu, sempre que reparo nela, descubro uma gigantesca escara intelectual colonizada pelos piores germes, os da arrogância e da ignorância. Tranquiliza-me apenas o facto de ela própria o assumir neste livro (não percebendo que o faz, claro). Mónica admite ter escolhido biografar um poeta sem, no entanto, gostar de poesia. Ao que parece só conhecia a «Balada da Neve» e uns versos d’Os Lusíadas. Para ultrapassar isto e conseguir penetrar nos mistérios da poesia, comprou uma enciclopédia de nome sonante e, já com ela debaixo do braço, percebeu que dominar tão delicada matéria seria coisa para levar uns anos. Ora, ela não estava para isso, até porque assim o livro nunca mais sairia, um excelente plano B, sem dúvida, e também a prova de que o que lhe falta em inteligência e sensibilidade literárias sobra-lhe em esperteza saloia. E lá foi ela, loira e divina, enchendo páginas com paráfrases dos poemas do pobre Cesário, uma espécie de copy-paste de terceira categoria tão delirante e hilariante quanto deprimente. Tudo isto porque, qual Madre Teresa das Letras, sentiu o apelo divino – ela foi a escolhida para dar a conhecer aos seus contemporâneos Cesário, o poeta a quem Pessoa chamou Mestre, o poeta que determinou o rumo da poesia portuguesa do século XX. Ah, pois é, Mena Mónica descobriu a pólvora poética! E, com os livros que vender, vai conseguir estilhaçar o verdadeiro sentido da obra de Cesário. Ora digam lá se a ignorância não é mesmo uma benção nesta nossa terra das “oportunidades aos oportunistas”?!

    No blogue:” Condutoras de Domingo.”

    Certeiro.Pim, Pam,Pum….

  6. maria celeste ramos says:

    Ai estas intelectuais loiras e mamalhudas e gagas com programas na TV muito bons e culturais e pedagógicos tão bem acompanhada pelo Hermano (de cá não o castellano) – se calhar há razões para privatizar a TV e fazer desaparcer as “mónicas” ou pelo contrário será o “espaço privado de todas as mónicas” e ainda bem que se agarrou a barretos e assim estraga apenas uma casa – os nossos intelectuais que já são poucos e velhotes o que vale é que se guardam, mas depois deixam espaço para ser ocupado por estes falsetes da cultura – gostava de saber se daqui a 10 anos, e tanto basta, não haverá uma réplica do “se bem me lembro” para que todos não se esqueçam desta geração de mónicas – talvez apareçam em género telenovelas actualizadas e deslizantes em varões de streep e cuzudas porque mamas já têm – mas que nojos

  7. João das Regras says:

    O desfile de anormais é demasiado para qualquer cabeça verdadeiramente pensante: Fernandes, Mena, Espada, Ramos e Barreto, quais Cinco Mongos do Apocalipse.

    Ramos – O pseudo-historiador que se esquece da perseguição pombalina aos jesuítas – a par da perseguição e expulsão dos judeus, um erro histórico que ainda hoje nos custa bem caro -, mas que prefere atirar o seu ódio para cima da Primeira República. Não que a Primeira República não mereça uma visão diferente dos acontecimentos, mas já tresanda a procura desenfreada de atenção por via de criação de polémica fútil, Quiçá o menos mau dos cinco;

    Fernandes – Nem escrever sabe (“vide” relatório da Comissão de que recentemente foi parte integrante), é mais uma arrastadeira imbecil oriunda da mais cobarde e histérica extrema-esquerda. Consta que gosta que lhe chamem “Dr.”, mas também consta que não terminou qualquer curso superior; pouco releva que tenha ou não terminado neste país de doutores da mula ruça, mas aposto que faz a folha a qualquer puto candidato a jornalista lá no seu pasquim que enfeite um pouco mais o seu C.V.. Curiosamente, foi apoiante acérrimo de George W. Bush e sequazes, nos idos de 20003, aquando da Cagada do Iraque (desculpem-me a linguagem);

    Barreto – Mais um antigo extremista esquerdóide, que se metamorfoseou em Ministro traidor dos ideais que dez anos antes apregoara; hoje em dia, depois de uma carreira académica medíocre num instituto de igual qualidade (sempre levado ao colo por políticos à esquerda e à direita), é um funcionário de luxo do Pingo Doce. Um gajo que diz que operar pessoas depois dos setenta pode ser uma opção discutível merece é que o mandem em péssimo estado para o hospital, para experimentar um pouco das suas fabulosas “teses” sobre saúde pública. Absolutamente repugnante, um nojo da maior espécie. Até um/a operador/a de caixa da dita cadeia de supermercados é mais honesto/a do que esse verme do Barreto;

    Deixo para o fim os dois atrasados mentais de Oxford, de onde só trouxeram os vícios, saber é que nem vê-lo:

    Espada – Olha, que novidade, mais um antigo molusco comuna, agora arautozinho da direitinha medíocre, mas dizendo-se “liberal”. Um sujeitinho vaidoso, pedante – que horror, toda aquela masturbação no Expresso a Dahrendorf e a Isaiah Berlin, mais aqueles encontros de gebos no Hotel Palácio -, ignorante e com obra menor no universo da Ciência Política nacional. A faculdadezeca que “gere” é produto directo da sua vaidade e vacuidade. O tempo em que andou a passear os livros em Oxford toldou-lhe o domínio da língua Portuguesa: aqui há uns anos, chamava “Henrique, o Navegador” ao Infante D. Henrique. Tal como o horroroso ex-vermelho radical Crato, também só se lembrou de acabar a licenciatura aos trinta anos. Nestes anos todos, limitou-se a mudar de roupa e de retrato, portanto. De maltrapilho vermelhusco a manequim falante do Piccadilly ou do Rosa & Teixeira (fatos demasiado bons para o sujeito em questão) em poucos anos;

    A Mena – Ai, a Filó/Mena. Mesmas características do que o espécime anterior: pedante, vaidosa, arrogante e adepta de atirar calhaus aos outros, tendo telhados de vidro. Diz-se de esquerda e eleitora do PS desde 1974, mas por várias vezes defendeu posições do mais reaccionário que há – note-se que odeio o termo “reaccionário”. Poucas vezes disse algo de jeito, como quando opinou que os nossos deputados são ignorantes, mal preparados e sem valores. Mas ela lá deve ter um certo fascínio por gente assim, que andou enrolada com gente dessa laia e até é casada com um gajo da espécie, o supracitado António Barrete, perdão, Barreto; ainda bem, que só se estraga uma família.
    Aqui há um ano e tal, lembrou-se de cascar cobardemente em certo curso superior e em docentes da área; levou com tanta resposta certeira e baseada em factos, de tanta gente, que nem se dignou a responder. Demasiado para tamanha presunção, Mena?
    No fundo, é uma betinha das Avenidas Novas, já muito passada e sem graça nenhuma. Muitos tontos velhonços nos idos de sessenta e setenta deram trela a esta gaja, por quererem um par de pernas jeitoso e uma carinha laroca como assistente, nada mais. Oxford? Tal como o pateta do Espada, só trouxe de lá vícios e um título académico e mais nada.
    Sem esquecer que é uma paladina dos títulos: desde socióloga a crítica literária, passando por ensaísta, esta tipa destila ocupações por tudo o que é lado.
    Pagamos-lhe uma reforma choruda, mas depois diz que a Travessa é um restaurante caríssimo.

    Desculpem o testamento, já agora. Sou um mero cidadão que paga os desvarios a alguns destes imbecis, a diferença é que não tenho pretensões a ser estrelinha e mantenho os meus valores. Ah, e trabalho com factos. Deve ser por isso que, se calhar, não passarei da cepa torta. Mas não me tiram a dignidade, o orgulho e a total certeza de ser melhor do que estes cinco tristes. Pelo menos reconheço quando faço asneira.

    P.S. – Fechem essa porcaria do ICS, que só pariu trengos e inúteis. Para mais que uma das bibliotecárias é das pessoas mais desagradáveis, mal educadas e estúpidas que já tive o desprazer de encontrar numa biblioteca académica em Portugal. Deve ter aprendido com o Vasco Correia Guedes, ups, Pulido Valente.
    Os bons académicos da casa devem mudar para outras instituições, que aquilo fede.

    • Jaime says:

      Gostaria de saber se o historiador Rui Ramos tivesse cometido o disparate de atribuir a escrita do capítulo sobre o estado novo ao editor do jornal «Avante!», e assim seguisse exactamente a narrativa do PCP sem esboçar o mais leve espírito crítico ou qualquer rigor histórico, se ele teria sido alvo desta vaga de ataques pessoais, insultos, acuações e perseguições.


    • Se não se importa, vou copiar isto.Vai lá vai, como dizia o outro: -cada tiro cada melro-!!!Certinho e direitinho….

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