Ministério da Educação recua na questão dos exames do 12.º ano.
Deve ter percebido que ia perder em tribunal.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Ministério da Educação recua na questão dos exames do 12.º ano.
Deve ter percebido que ia perder em tribunal.
[…] Nabais Deixa um Comentário Para confirmar este meu texto, Nuno Crato não perdeu oportunidade de brincar com a vida das pessoas. O poder de síntese do Paulo Prudêncio diz quase tudo. Facebook Filed Under: curtas Tagged With: […]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Recua? Em quê? A aposta no marranço continua.
gostava de saber que tipo de avaliação este grupo de professores do aventar preconiza – só avaliação continua ?? não é importante algum tipo de “confronto” com o fora de si ?? No colégio tinha “sabatinas” e exames no 3º + 5º + 7º anos mas claro que não preconizo voltar atrás a nada nem a ontem, mas como se ganha autoconfiança no que se sabe ?? sei e leio que os testes que os meninos fazem são uma anormalidade – mas então como se substitui o “contraditòrio” – como é que um aluno sabe que sabe se não confronta ?? Expliquem-me por favor pois quero mesmo saber – os meninos que vejo na minha rua e com quem falo EMPINAM (ou encornam) na vésoera de testes e isso é mais do que condenável e nefasto para eles e para a siciedade e classe prof onde se inserirem – mas please-obrigada-mcor
Como mãe e educadora, choca-me que a realidade seja como acaba de descrever Maria Celeste Ramos, mas ainda me choca mais que a maioria dos pais não perceba isso. Não perceba que num país onde as oportunidades de trabalho são diminutas, só os verdadeiramente bons vão conseguir, um dia, singrar. E que para se ser “verdadeiramente bom” é necessário muito mais do que empinar 10 manuais/ano….
Convém reparar que aqui não se discute nem a existência de exames, mas o simples factos de se alterarem regras a meio do jogo.