
Na capa do Expresso da semana passada, nada de novo: há colégios privados que continuam a corromper o sistema e a vender médias elevadas para quem as pode e quer pagar.
Seja génio ou mandrião, qualquer filho ou filha de pais ricos pode corromper o sistema educativo e comprar as notas que pretende para o curso que quiser. É um modelo de negócio de décadas, e eu ainda sou do tempo em que alunos do meu liceu, na Trofa, iam para colégios no Porto “subir a média”.
Igualmente grave é a afirmação na primeira página do Expresso:
Numa notícia com o título
Um dia, num futuro muito distante, haverá um ministro da Educação que, entre outras coisas,
Maria de Lurdes Rodrigues (MLR) deu início à estafeta da prova de Dez anos para destruir a Escola. Isabel Alçada ainda ajudou um bocadinho. Nuno Crato (NC) recebeu o testemunho e conseguiu piorar o péssimo. É caso para dizer que, desde 2005, na Educação, os ministros fazem como os santos: ajudam nas descidas.
O debate está aí e, pela primeira vez em muitos anos, fala-se de Educação e não dos custos da Educação. Fala-se dos alunos e do que eles devem ou não fazer e não dos Professores. E, esse mérito é do contexto social que hoje se vive, onde todos podem respirar melhor.
Michael Seufert, como qualquer político, é, na maior parte do tempo, um papagaio ou um leitor de cassetes, ou seja, alguém que se limita a reproduzir aquilo que o partido defende ou manda defender. Recentemente,
Comecemos por algumas declarações de interesses: estou contente por ver Passos e Portas despedidos, estou muito contente por ver Cavaco com cara de quem teve uma paragem de digestão, estou 






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