Mil alemães trabalham por 3 mil gregos.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Mil alemães trabalham por 3 mil gregos.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Tuttle Creek Rd., Lone Pine, Califórnia, EUA, Junho de 2025
(a propósito de tudo sobre o excelente Bad Day at Black Rock, por causa do Spencer Tracy)
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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É natural – não sabem fazer mais nada – e com aquele frio danada o que hão fazer senão estar e casa a escrever e tocar piano – mas não falam francês
Chamar-LHE nazi näo é exagerado.
A besta que fez täo grave afirmaçäo näo representa a Alemnha, representa a Merdkel.
Há (mais de) 50% de alemäes que estäo contra ela!
“LHE”, à besta que supostamente foi mandada para promover as relações bilaterais. Fará se fosse para provocar…
Pois sim, mas o mais interessante é que o ministro alemão não disse mentira nenhuma. A estatística da produtividade confirma-o à saciedade.
Nuno, pára de fumar essa merda. Produtividade nada tem que ver com trabalhar mais, mas sim produzir mais. Com empresas de maior dimensão, por exemplo: http://declinioqueda.wordpress.com/2012/11/17/cassetes-da-direita-1-a-produtividade-aumenta-se-trabalharmos-mais/
Mas para produzir o mesmo com 1/3 das pessoas é preciso uma productividade 3 vezes maior.
Mas tambem tem-se que ter quidado. Eu vi tanta tanta tradução errada de textos em alemão para portugues, que então tornaram se a base para discussões absurdas que atė mete medo.
Nessa das más traduções por vezes até acredito.
Da baixa produtividade grega não sei, mas da portuguesa, feita de pequeninas empresas geridas por quem tem o ensino básico, sei bastante.
Já agora queria ver comparaçöes entre a produtividade média das empresas alemäes de menos de 10 empregados com as congéneres gregas ou portuguesas.
Além da questão das economias de escala, a produtividade também depende de quem säo os clientes: as empresas gregas (e portuguesas) vendem mais de 75% para o mercado interno, que tem poder de compra (muito) abaixo do alemäo, logo o valor acrescentado criado é por antonomásia menor (se é que querem vender).
ao Maquiavel
A venda nao tem nada a ver com a produtividade. O tamanho das empresas pode ter mas tipicamente a produtividate por trabalhador deminui-se com o tamanho de uma empresa, quer dizer empresas grandes sao geralmente menos produtivos to que pequenas.
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/4686734.html
nãao encontro agora um outro que tem dados comparados a nível europeu. Portugal e a Grécia estão no extremo das pequenas empresas.
Claro que há outras razões.