Tradições

Comments

  1. luis says:

    Está cada vez mais perto o dia em que as touradas nada serão além de tristes lembranças!

  2. Raio X says:

    A comparação da crueldade para com os touros com a lapidação de mulheres que ocorre em alguns paises islamicos (supondo que seja essa a associação de ideias pretendida) resulta numa mistura de cenários que resulta (culturalmente) algo confusa, sobretudo porque agravado com o facto do conjunto de pessoas que aparecem no vídeo não representar bem os portugueses (em termos fisicos)… em geral parecem pessoas do norte da europa…

  3. Maquiavel says:

    A lapidaçäo näo é feita por ser tradiçäo nem por divertimento, mas sim por ser lei. A lapidaçäo é täo “tradiçäo” como a forca, a guilhotina, ou a cadeira elétrica.

    Com tanta coisa que poderiam ir buscar…
    Comparaçäo imbecil.


  4. Onde está um poste façam favor de ver um pelourinho. E sim, esta já foi uma tradição nacional.

    • Maquiavel says:

      Diga lá onde é que a lapidaçäo foi tradiçäo, que é para a gente se informar.
      Acho que nem sequer foi opçäo legal para a pena de morte (o povo era enforcado e a nobreza era decapitada), quanto mais “tradiçäo”.


      • Sabe para que servia um pelourinho? essa de o povo ser enforcado, na Idade Média, às vezes la acontecia, depois de morto debaixo das piores torturas.

        • Maquiavel says:

          Sei muitíssimo bem para o que serviam os pelourinhos.
          As torturas era feitos por um “torturador profissional” e para acabar com a vítima existia o algoz.
          Nem com a Inquisiçäo o fogo era ateado pelos populares.
          O que é que tem que ver para o caso ilustrado no ridículo vídeo?


          • Um “torturador profissional” em cada concelho? o que significa estar no pelourinho?
            Claro que a Inquisição, essa sim, profissionalizou a tortura, quem lhe era muito anterior. A exposição no pelourinho terminava muitas vezes em lapidação. Com um bocado de sorte e um juiz mais piedoso saía-se de lá coberto de escarros, excrementos e chicotadas.

          • Maquiavel says:

            JJC, pode inventar o quanto quiseres e repeti-lo até à exaustäo, que näo o torna verdade. A exposiçäo no pelourinho era para humilhaçäo, e näo para matar. Os populares atiravam escarros, excrementos, fruta podre, mas näo pedras. Se há dúvidas pergunte-se ao Loff.

            Comparando alhos com bugalhos e manipulando a realidade… afinal näo é exclusivo dos pro-touradas!

            Entretanto, nem uma palavra foi aqui escrita sobre a vergonha que se passou em Segura (Idanha-a-Nova), em que primeiro os populares mandaram abaixo as cercas de protecçäo da propriedade onde os toiros estavam, depois queixaram-se que os toiros “à solta” os atacavam, tanto que os animais foram todos mortos à espingarda pela GNR.
            250 touros. Dá mais de 40 touradas.
            AH, pois, mas isso näo interessa nada.

  5. maria celeste d'oliveira ramos says:

    lAPIDAÇÃO POR LEI OU TRADIÇÃO NÃO RETIRA A CRUELDADE E ATRAZO MANTAL E CIVILIZACIONAL – VOCÊ ESTÁ AEMPRE A CHAMAR ESTÚPIDOS A QUEM AQUI ESCREVE – E DE FACTO HÁ ALGUNS – VOCÊ DEVIA IR PARA MINISTRO DA MORAL

  6. Raio X says:

    Realmente há alguns adereços que nos remetem um pouco para a idade média… e todas aquelas cabeleiras louras… definitivamente uma certa atmosfera “Conan”…


  7. Um touro não vale uma guerra. Quando os defensores dos direitos dos animais provocaram a guerra em barrancos eu previ que iriam perder a guerra por causa disso. Ainda por cima é uma guerra que tem sido feita com muita falta de inteligencia. Continuando assim, ainda a perdem em todo o pais, o que é pena.

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