No Expresso, a hipocrisia continua

Dois apontamentos muito rápidos sobre a hipocrisia ortográfica no Expresso, enquanto espero pelo comboio para Bruxelas — acompanhado por um café, algures em Estrasburgo, mas ainda em profundo “New York State of Mind”.

Depois do abrupto *objetivo de anteontem

RC1

hoje, as coisas voltaram (quase, quase) ao normal:

RC2

Quanto a Daniel Oliveira, aparentemente, tem dias.

DO1

Sim, também reparei no *outubro e no Outubro. Extraordinário, não é? Atenção, pode ser um bom sinal. Aguardemos serenamente, mas sentados.

Certo, certo é que existe um enorme fosso entre a realidade e aquilo que os consumidores do Expresso lêem na versão impressa. Lamentável.

Comments

  1. sinaizdefumo says:

    Não que s’ele há problemas que nos tirum do sério e nos roubum o sono o da urtugrafia é o que mais m’aflige. E atão qando trocum as letras grandes plas pequenas ou s’esquecem das mudinhas deprimo sem romédio.


  2. Tanto quanto julgo saber, os artigos são da responsabilidade dos autores, mas a escrita – leia-se, a passagem ao papel – não o é. Assim, é possível que o autor escreva “actual” e o (não sei como se chama, vou dar-lhe o nome de “escriba”) escriba decida escrever “atual”. Ou vice-versa.
    Aliás, isso acontece em barbaridades linguístico-jornalísticas, do tipo “dia solarengo”, ou “acusado de ter morto”. O repórter “manda” uma coisa pelo telefone, e o redactor (é isso, lembrei-me agora: é “redactor”) redige coisa diferente.

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  1. […] Mendes aguarda com expectativa a reacção indignada de Ricardo Costa. Pessoalmente, aguardo, sem grandes expectativas, diga-se, que alguém pegue naquela *fachospére, enfie um agá exactamente entre o esse e o pê e […]

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