Multibanco fora de serviço

Obviamente que os Bancos irão passar o custo aos comerciantes que não esquecerão os consumidores finais. Esta medida tola faz parte do O.E. do (des)governo Costa, que inclui outras trapalhadas como o IVA da restauração, com uma sandes a pagar 6%, mas uma tosta já paga 23%… Um disparate que provocará o aumento das transacções em dinheiro vivo, facilitando a fuga ao fisco.

Refém das corporações que o sujeitam a um pesado caderno de encargos que afecta a despesa, António Costa para cumprir o sonho de ser primeiro-ministro sujeita os portugueses ao aumento dos impostos indirectos. Ainda bem que se virou a página da austeridade da direita, agora Portugal fica apenas com a austeridade de esquerda…

Comments

  1. Rui Silva says:

    Típica gestão Socialista…

    cps

    Rui Silva

    • Nascimento says:

      5,3 mil milhões de euros em 2015…típica gestão ”socialista”!Nao foi meu rançoso de merda?

  2. Nightwish says:

    O António preferia um aumento de impostos para continuar os benefícios à banca e às empresas: temos pena, só daqui a 4 anos.


    • Sabe perfeitamente que nem uma coisa, nem outra, mas uma eventual diminuição de transacções electrónicas aumentará a fuga aos impostos e diminui receita…

      • Nightwish says:

        Pois sei, preferia que existisse um monopólio de pão muito mais caro e sem intervenção do estado na qualidade deste.


        • Errado, preferia que existissem milhares de padarias, sem regulação estatal, cabendo ao consumidor escolher as boas e mandar as más para a falência… (com sal, sem sal, isso é problema nosso, por acaso até prefiro com pouco sal, mas isso é irrelevante, sou apenas um)

          • Nascimento says:

            Ai faz mal lao Kostrol?Tadito,na comas muito sal ka inda te pode dar um fanico e depois agente na se diverte tanto…e já agora Antoine;a como vai ficar o IVA do sal? Sabes? Já saiu no CM?

          • Nightwish says:

            Eu também queria um unicórnio, mas os mercados livres nunca funcionam assim, há sempre monopólio/oligopólio.
            Já quanto a escolher o pão, sem intervenção do estado como é que faria ideia do que comia? Ia mandar fazer análises do seu bolso ou confiava num gajo qualquer que as fizesse por si, sabe-se lá com dinheiro vindo de onde?


          • Quem me garante que cumprem a legislação? Penso que a mera possibilidade de visita da ASAE funciona como efeito dissuasor não lhe parece? E que tal afixar uma ficha técnica?

          • Rui Silva says:

            Mundo estranho esse onde você imagina que vive. Confia nos homens que fazem a regulação mas não confia nos homens que fazem o pão…
            Sabe porque é que quem faz pão numa economia de mercado , o faz bem ? Porque pretende obter lucro. Compare a qualidade do pão numa economia Socialista e outra economia de mercado e veja as diferenças.

            cps

            Rui SIlva

          • Nightwish says:

            António: e sem o estado quem lhe garante que a ficha técnica está correcta ou sequer indica o que interessa? Dou-lhe um exemplo, antes da intervenção do estado, como é que sabia o que tinha glúten e lactose?

            Rui: Compare você a qualidade da nutrição na europa e nos eua e pode ser que lhe faça luz.

        • Rui Silva says:

          Boa Nightwish, essa do combate aos monopólios…
          O estado até tem que intervir no monopólio dos combustíveis , que fazem a maldade de colocarem um litro de gasóleo na ponta de uma mangueira em qualquer ponto do pais ( Litoral e Interior), mais barato que um litro de agua mineral vendido nesses mesmos locais.
          Malvados , se não fosse o governo… nunca conseguiríamos o combustível a este preço…

          cps

          Rui SIlva

          • Nascimento says:

            És giraço… em que ano o Estado deixou de poder controlar os preços do pitrol?Durao Barroso? Picareta falante?E porquê? Ai já sei; era para haver livre concorrência,e desse modo era tudo muito mais salutar!O cidadão ia sentir melhorias se o mercado dos combustíveis funcionasse (Durão Barroso,dixit…)…lembras-te meu palhaço?

          • Nightwish says:

            E as gasolineiras já pagam as exterioridades sem ser à força, por acaso?

          • Rui Silva says:

            As externalidades devem ser pagas no local do consumo pelos consumidores , não pelos produtores.

            RS

          • Nightwish says:

            Ah, bom, os produtores que poluam à vontade, então. Eis a verdadeira direita moderna.

          • Rui Silva says:

            Essa sua maneira engraçada de dizer que a direita polui em oposição á santa esquerda que não polui choca frontalmente com a realidade , por razões óbvias.

            Rui SIlva

          • Nightwish says:

            Nem a direita nem a esquerda, enquanto ideias políticas, poluem. O que a direita do Rui Silva diz é que pode poluir, ou criar aquecimento global, ou outra exterioridade qualquer e depois cada um que se desenmerde que o estado não tem nada que cuidar disso.

  3. Fernando Antunes says:

    Isso das tostas a 23% é uma notícia/manipulação da treta do pasquim iOnline que não tem ponta por onde se lhe pegue, situação essa que já foi desmontada por outros órgãos de informação.

    O post diz que este governo está refém das “corporações” que só aumentam a despesa, sempre essas malvadas, mas o autor do post sabe que a despesa não diminuiu – só aumentou! – na anterior legislatura, ou se calhar viveu noutro país nos últimos anos? Eu por outro lado vejo que o anterior governo era refém de interesses privados em nada condizentes com os interesses do Estado, e que com isso descapitalizou grandemente as finanças públicas – veja-se a fraude nas concessões dos transportes, veja-se a mesma coisa nas privatizações escandalosas que se fizeram como a TAP e os CTT, e veja-se os benefícios inaceitáveis a empresas privadas, até os vistos gold foram uma vigarice pegada – mas não, segundo o autor do post, desgoverno é agora, com as tostas a 23% (e por acaso não estão..)


    • O O.E. ainda não foi aprovado, muito menos entrou em vigor. Quanto à despesa, se continuar a aumentar mais que a receita, não permitirá diminuição no défice, que por sua vez leva a um endividamento crescente e diminuição da soberania por consequência… Mas isso é do senso comum, o diabo está nos detalhes, ou a forma de lá chegar.

      • Nightwish says:

        Soberania? Dentro do euro? Ó filho, se o OE é diferente é porque o Scheuble deixa. Ou o FMI obriga, digo eu, que já percebeu que o multiplicador é 1,5%.


        • Curioso, quando um governo socialista cumpriu os chamados “critérios de convergência”, era ministro Sousa Franco, não ouvi ninguém queixar da descida brutal das taxas de juro, que passaram de 2 para 1 dígito… Para cúmulo o petróleo à época estava baixo, mas os combustíveis tinham preço administrativamente fixado. Era o tempo do Guterres bonzinho, que inventou as SCUT e dava tudo a todos, depois veio o pântano e mais tarde a conta do regabofe, nada é grátis neste mundo…

          • Nightwish says:

            Desceram as taxas de juro como desceu a inflação, os custos vieram uma década depois mas na moeda já não se mexe, ou seja, toca a pagar cada vez mais. Economia 101.

          • Nightwish says:

            Eu não misturei, o senhor é que falou nas duas. E se acha que o TTIP tem alguma coisa a ver com comércio livre e não com protecionismo é porque anda desatento.

        • Rui Silva says:

          Caro Nightwish,
          Fora do euro ganhávamos soberania e perdíamos a propriedade privada. Eu valorizo mais a segunda.

          RS

          • Nightwish says:

            Se acha que tem mais propriedade privada, não anda a tomar atenção. Os meios digitais já não são seus, o TTIP arruma com o resto.

          • Rui Silva says:

            Grande confusão vai nessa cabecinha, confundir livre comercio algo que devia ser um direito basico das pessoas com a possibilidade de produzir inflação nem dá para continuar a argumentar…


    • Além de que a medida de fazer a banca pagar esta taxa de serviço dos comerciantes faz um certo sentido (taxar os bancos é uma medida de justiça elementar), embora entenda a preocupação por os bancos historicamente nunca pagarem as suas dívidas e sempre passarem o custo aos cidadãos..


      • Esta é simples, passam o custo ao comerciante sob a forma de comissão ou taxa de manutenção do serviço. Acredito que nem todos os comerciantes passem ao consumidor, aí já entram vários factores na equação…

    • Nascimento says:

      Antunes o problema esta nos detalhes… o homenzinho nem vota por causa dos detalhes! Antunes você não percebe nada disto! Veja o Rui-Zinho, apareceu logo a salivar de contente,e aposto que ate se engasgou com o bolinho rei que estava a ruminar.O autor da belíssima análise de merde , o Antoine, vê muita televisão, lê muito o CM e abla co muchos taxistas…


  4. Bom mesmo era no tempo do exilado PM. Aí, sim. Aí os impostos eram justos e tudo era correcto e justo. Pagava quem tinha que pagar – nós, os contribuintes; e recebia quem tinha que receber – a Banca. Ah, que saudades desse paraíso fiscal!

  5. Pedro Marques says:

    Você é absolutamente aldrabão quando considera o ps de esquerda.

  6. Joam Roiz says:

    É bom que se tenha a noção das realidades. O PS não é um partido de esquerda; é um partido à esquerda do PSD e do CDS. É um partido à esquerda, que acordou com a esquerda um conjunto de medidas para poder governar.

  7. martinhopm says:

    António Almeida, mas existe mesmo IVA na restauração a 6%?! Fala de sandes a 6% e tostas a 23%. Mas é mesmo assim? Mas, ainda que se pratique IVA a taxas diferentes, ou seja a 23%, taxa herdada do PàF, e a 13% ou 23% do actual governo, qual é o problema? Vou ao supermercado, e pago produtos às três taxas sem que caia o Carmo e a Trindade.
    Mas para você tudo não passa de trapalhada, disparate, que os custos vão dos bancos, para os comerciantes e destes para os consumidores (mas, se acontecer, não é nada a que não estejamos já habituados, seja com que governo for, ou não?). Costa, diz você, está sujeito a um pesado caderno de encargos que afecta a despesa. A despesa ou a receita?