Quando o país falha

Patrícia Sofia, de seis anos, já não vai ter de percorrer 26 quilómetros ao colo da mãe, ou a pé, para conseguir ir aos tratamentos de fisioterapia de que necessita.

Comments

  1. joaovieira1 says:

    Os portugueses/as continuam mergulhados numa profunda e longa crise, onde as maiores complexidades, contradições e dificuldades radicam na actuação das forças democráticas dominantes que, a seu bel-prazer, nos têm governado, gerido e controlado, mas onde não pode ser esquecido o papel daquelas forças, instituições, grupos e personalidades que, fora e dentro do sistema e do país, desde 2008, ao ignorar, olimpicamente, os nossos problemas estruturais e não estruturais, os primeiros, fruto de um centralismo trôpego, egoísmo de classe, incúria, incompetência e não entendimento, os segundos, fruto das profundas, persistentes e dolorosas desigualdades e injustiças que massacram, constantemente, as populações mais pobres e carenciadas, atingindo, em cheio, a classe média, suporte de qualquer sociedade racional, democrática e digna, têm contribuído, activa e persistentemente, para boicotar, iludir, atrasar e malbaratar os esforços de quem, com toda a boa vontade, coragem e espírito solidário, para além das ideologias e medidas de política utópicas, pretende que o país não se afunde mais nas vascas da sua própria impotência, confusão e ignomínia. Estou a pensar em A. Costa como o dirigente político capaz de levar a cabo tal missão e, porque, como cidadão livre e independente, antes e depois do 25 de Abril/74, não tendo fantasmas a perseguir-me, sinto-me com todo o direito de o afirmar.

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