Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
A próxima bomba já rebentou. 12 antigos e actuais lideres mundiais, 128 políticos, desportistas e famosos foram associados por controlo de empresas offshore por parte da maior fuga de informação da história, a “Panama Papers”, numa investigação conduzida por mais de um centena de órgãos de comunicação social mundiais, pelo jornal alemão Suddeutsch Zeitsung e pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação.

O Congresso Nacional do PSD começa no dia das mentiras. Imenso poderia ser dito acerca da inepta capacidade de planeamento de Passos & Companhia, mas, aqui, a piada faz-se sozinha. [via Uma Página Numa Rede Social]
A fotomontagem acima e a fina ironia que resulta do congresso do PSD ter começado precisamente a 1 de Abril dispensam desenvolvimentos adicionais. Da avalanche de mentiras da campanha de 2011 ao conjunto de aldrabices que marcaram o episódio do regime de exclusividade de Passos Coelho, a fuga a verdade na corte do líder do PSD é sintomática e a mentira aparentemente premiada. Só vota neles quem quer.
A mente humana está a crescer para além de si própria, num propósito sem outro nexo que não seja a expansão pela expansão. Um computador da Google, provido de inteligência artificial, venceu o campeão de Go. Espantoso, de tal forma, que só se esperava algo semelhante acontecesse daqui a dez anos.
Hoje foi um jogo, amanhã será a sério. Um dia, haverá uma máquina capaz mexer os dedos com a sensibilidade suficiente para tocar um pizzicato com irrepreensível exactidão, à qual se seguirá outra que, querendo-o, o faça com suficiente imprecisão que roce a criatividade. A pele desse ciborgue arrepiar-se-á com a dinâmica de um crescendo sentido, fruto de reacções mistas do seu sistema endócrino artificial e percepcionadas como prazer. Outras máquinas aplaudirão a criatividade e parecerão, elas mesmas, criativas.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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